Durante um terremoto, duas frentes de ondas sísmicas chegam a um mesmo ponto de observação (um
sismógrafo em uma cidade). Essas ondas, que têm o mesmo comprimento de onda λ, foram emitidas em fase
pela mesma falha geológica. No entanto, elas percorrem caminhos diferentes até o sismógrafo: uma percorre
uma distância λ₁ e a outra uma distância λ₂. Considerando as ondas sísmicas como ondas senoidais, para que
o sismógrafo registre a amplitude mínima da onda resultante (interferência destrutiva), a diferença de percurso
(λ₁ − λ₂) deve ser