O projeto ético-político do Serviço Social brasileiro,
embora fundamentado na autonomia relativa da profissão,
preconiza uma adesão incondicional aos preceitos da moral
burguesa, como forma de legitimação social e política da
categoria, afastando-se de qualquer proposta de ruptura com as
bases hegemônicas da sociedade, o que se evidencia pela
neutralidade valorativa implícita no Código de Ética
Profissional.