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ICMBio, Pinturas rupestres no interior da Gruta do Caboclo, 7 jun. 2021. 1 fotografia. Disponível em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br.
Acesso em: 22 jan. 2026. Adaptado. Os estudos das expressões estilísticas, técnicas e simbólicas dos grafismos rupestres brasileiros nos permitem compreender
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Mostra no Metropolitan de Nova York exibe as obras nos vibrantes tons usados na época, demolindo o mito da brancura como sinônimo de beleza O arqueólogo alemão Vinzenz Brinkmann, da Universidade Ludwig Maximilian, em Monique, estudava o uso de ferramentas na Antiguidade. Em busca de marcas microscópicas em estátuas da época, ele desenvolveu uma lâmpada capaz de destacar o relevo da superfície e, por mero acaso, encontrou resíduos de pigmentos apagados pela ação do tempo.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/cultura/exposicao-recupera-as-cores-originais-de-estatuas-gregas/. Acesso em: 2 fev. 2026.
Estudos arqueológicos contemporâneos, favorecidos pelo uso de tecnologias, vêm promovendo atualizações na história da arte mundial.
O conceito de beleza clássica, associada à brancura de suas esculturas, foi historicamente estruturado
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Sobre a representação da imagem na Idade Média, Visalli e Godoi consideram que
Compreender seu significado, perceber suas funções, seus destinos e os objetos a que aderem são pontos significativos e essenciais para o trabalho com imagens medievais. Queremos olhar para as construções visuais que os medievais elaboraram abrindo a possibilidade de perceber suas escolhas. Uma dessas escolhas diz respeito ao sentido atribuído a essas construções. A imagem medieval foi definida pela historiografia, tanto pelo o que ela foi, como também pela sua negação: o que ela não foi. Esse reconhecimento apresentou a possibilidade de identificar, ainda, o seu caminhar na história, suas transformações e as posições que ao longo do medievo desfrutou.
VISALLI, A. M.; GODOI, P. W. Estudos sobre imagens medie- vais: o caso das iluminuras. Diálogos (Maringá, Impresso) v. 20, n. 3, p. 131, 2016.
Diante do exposto, segundo a perspectiva historiográfica, as Iluminuras da Idade Média
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PEREIRA, Guilherme Cunha dos Santos. Gulherme Kid. Existe vida desse lado do túnel!. 2024. Disponível em: https://nutricaovisual.art.br/
artistas-em-pesquisa/guilherme-kid/. Acesso em: 17 jan. 2026. Adaptado. A obra do artista Guilherme Kid, a partir da temática da arte periférica, propõe uma crítica à realidade carioca, visto que
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Lygia Clark negou, na expressão da sua arte, o quadro como um apoio para a representação, afirmando-o como objeto-símbolo. Ao criar os Bichos, a artista transita em espaços da arte não desbravados. Para o crítico Ferreira Gullar, o trabalho de Lygia Clark cria uma categoria de obra definida por ele como um não-objeto.
Na arte Neoconcreta, o não-objeto de Lygia Clark
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A artista Anitta Malfatti, expoente do Modernismo Brasileiro, contribuiu para as bases de novas estéticas visuais com sua poética particular. Suas cinquenta e três obras expostas em sua segunda exposição individual, na cidade de São Paulo no ano de 1917, impactaram a vida artística do país e abriram caminho para a Semana da Arte Moderna, ocorrida em 1922.
Na produção artística de Anita Malfatti,
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STERN, Grete. Botella del mar. Sueño No
5. 1950. Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA), Buenos Aires. Adapta A imagem apresentada refere-se à Arte Moderna produzida na América Latina no século XX. Grete Stern, artista alemã radicada na Argentina, realizou, na década de 1940, a mais extensa série fotográfica de sua obra: “Os sonhos”. Os trabalhos para essa série consistiam em interpretações gráficas de depoimentos de sonhos enviados por leitoras da época à revista Idilio.
A série “Os sonhos”, ao abordar o universo feminino em imagens,
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Depois dos “ready-made” de Duchamp, a arte nunca mais voltou a ser a mesma. Com ele, o ato criativo foi reduzido a um nível espantosamente rudimentar: à decisão singular, intelectual e largamente aleatória de chamar “arte” a este ou aquele objeto ou atividade. Duchamp deu a entender que a arte podia existir fora dos veículos convencionais e “manuais” da pintura e da escultura, e para além das considerações de gosto; seu ponto de vista era que a arte se relacionava mais com as intenções do artista do que com qualquer coisa que ele fizesse com as próprias mãos ou sentisse a respeito de beleza.
SMITH, Roberta. Arte Conceitual. In: Conceitos da Arte Moderna: com 123 ilustrações. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991. p. 2 - 3. Adaptado.
O trecho acima se refere ao seguinte movimento da segunda metade do século XX:
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Desde os anos 1990, as tecnologias digitais de informação e comunicação têm ampliado e transformado as linguagens artísticas.
As configurações atuais da Arte Tecnológica têm se fundido com a vida contemporânea, num processo viral de trocas incessantes entre o mundo real e o simulado. Criam-se trabalhos híbridos, nos quais o digital e o analógico, o natural e o artificial, o real e o virtual, se atravessam. A tecnologia passou a ser vista como um fator constitutivo da vida humana e, com a biotecnologia, a própria vida. As pesquisas científicas são reapropriadas e se transformam em linguagens artísticas, através do uso da interatividade, virtualidade, sistemas híbridos e imersão.
RAMOS, Ivan. In: Bienal Arte Digital: Linguagens Híbridas/ Livro-catálogo. Rio de Janeiro: Oi Futuro, 2018. Adaptado.
A arte contemporânea abarca inúmeras possibilidades, a partir das tecnologias digitais. Considerando-se essas transformações, a Arte Digital
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