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I – As narrativas visuais permitem trabalhar experiências formadoras presentes na vida dos estudantes.
II – As imagens preservadas na memória não têm relação com a construção da identidade do indivíduo.
III – As referências imagéticas podem ser entendidas como marcas das trajetórias e vivências pessoais.
Assinale a alternativa correta.
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No transcurso de um projeto interdisciplinar no ensino médio, um professor de Artes propõe a análise de imagens históricas e contemporâneas do espaço urbano. A sequência didática articula:
1. gravuras satíricas do século XIX, que circulavam em jornais e folhetins como crítica social;
2. cartazes modernistas que exploram tipografia, choque visual e circulação pública de ideias;
3. intervenções atuais de arte de rua (grafite, stencil e lambe-lambe), produzidas em muros e mobiliário urbano, com textos curtos, repetição seriada e disputas de visibilidade no território.
No debate em sala, um estudante afirma: “Arte de rua não tem história; é só vandalismo contemporâneo, sem relação com a tradição artística.”
O professor decide responder não apenas conceitualmente, mas por meio de uma mediação pedagógica ancorada na História da Arte. Diante do caso apresentado e a articulação entre História da Arte e Arte de Rua, infere-se que a mediação docente mais consistente é:
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Observe a imagem:

A obra A Boba (1915–1916), de Anita Malfatti, insere-se no contexto das experiências inaugurais do modernismo brasileiro, marcadas por tensões formais, estéticas e críticas em relação ao academicismo vigente. Com base na análise formal da pintura e em seu contexto histórico-cultural, examine as proposições a seguir:
I. A deformação expressiva da figura, o uso não naturalista da cor e a instabilidade psicológica sugerida pelo olhar indicam diálogo com vertentes expressionistas, assimiladas de forma crítica pela artista.
II. A obra evidencia uma ruptura com o academicismo vigente no contexto artístico brasileiro das primeiras décadas do século XX, o que contribuiu para reações críticas intensas à produção de Anita Malfatti no período.
III. A composição revela uma tendência à contenção da expressividade em favor do equilíbrio anatômico e da harmonia clássica, aproximando-se de princípios neoclássicos predominantes nas academias europeias.
IV. A pintura pode ser compreendida como marco de um processo de modernização da arte brasileira, no qual referências internacionais são incorporadas de forma tensionada, seletiva e não mimética.
Conforme a leitura formal e historiográfica da obra apresentada, está correto o que se afirma em:
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Em um projeto pedagógico, uma escola desenvolve duas ações distintas no campo das artes visuais:
Ação 1: estudantes reúnem artefatos do cotidiano vinculados ao consumo e organizam painéis seriados, explorando repetição, variação mínima e circulação de imagens, problematizando os modos de produção de desejo e de reconhecimento visual na sociedade contemporânea.
Ação 2: estudantes apresentam, diretamente na parede do espaço escolar, a frase “A obra é o enunciado e suas implicações”, partindo do pressuposto de que a materialidade empregada não é determinante, desde que a proposição formulada permaneça conceitualmente operante.
Com base nos princípios dominantes que estruturam cada ação, pode-se afirmar que:
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No campo da arte moderna e contemporânea, diferentes movimentos redefiniram o estatuto da obra, da forma e da experiência estética. Segundo as especificidades conceituais do Concretismo brasileiro, do Neoconcretismo brasileiro, do Minimalismo norte-americano e da Arte Conceitual, relacione os movimentos (1–4) às descrições (A–D) a seguir.
Movimentos
2.Neoconcretismo (Brasil)
3.Minimalismo (Estados Unidos)
4.Arte Conceitual
Descrições
B. Ênfase no racionalismo construtivo, com organização geométrica rigorosa e busca de objetividade, em diálogo com programas e manifestos de matriz construtiva.
C. Crítica à rigidez racionalista, com valorização da experiência sensível, da participação do observador e da dimensão fenomenológica do corpo.
D. Emprego de objetos industriais e seriados, redução formal e recusa da composição expressiva tradicional, privilegiando a literalidade do objeto no espaço.
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Um professor propõe à turma a análise comparada de artefatos gráficos e arquitetônicos produzidos na transição do século XIX para o XX, incluindo cartazes impressos, grades ornamentais, mobiliário urbano e fachadas. A descrição desses objetos evidencia:
— predominância de linhas curvas contínuas, com encadeamento rítmico entre forma e superfície; — fusão entre elementos gráficos, decorativos e construtivos, sem hierarquização rígida entre eles; — valorização do projeto como unidade formal, em que tipografia, ornamento e função participam de um mesmo sistema; — recusa explícita da separação entre práticas artísticas eruditas e utilitárias.Com base nessas características, e tendo em vista os debates estéticos e projetuais do período, infere-se que o princípio organizador subjacente a esse conjunto de produções é:
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No âmbito de um projeto interdisciplinar, uma turma do ensino médio organiza uma exposição-relâmpago em um corredor da escola. Nela, observam-se as seguintes proposições:
(i) um urinol adquirido em loja de materiais de construção é apresentado como obra artística, acompanhado de título e ficha técnica;
(ii) colagens produzidas a partir de recortes de jornais ironizam discursos políticos contemporâneos;
(iii) o texto curatorial sustenta que o ato de deslocar o objeto de seu contexto funcional e nomeá-lo como obra reconfigura o campo do sentido, mais do que a destreza técnica manual.
Tendo em vista a história das vanguardas artísticas e dos critérios conceituais que orientam a identificação dos movimentos de ruptura do início do século XX, a classificação mais consistente do núcleo poético do projeto é:
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