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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
O Ministério da Defesa vai receber R$ 1 bilhão de
aumento no orçamento de 2005 para investir prioritariamente no
programa de blindagem da Amazônia e no reequipamento geral.
As Forças Armadas do Brasil estão intensificando a proteção do
território e do espaço aéreo do Norte, Nordeste e Oeste por meio
da instalação de novas bases, transferência para a região de tropas
do Sul-Sudeste e expansão da flotilha fluvial da Marinha.
O contingente atual, de 27 mil homens, chegará a 30 mil
militares entre 2005 e 2006. As dotações de investimentos na área
militar devem superar os R$ 7,3 bilhões no próximo ano.
O dinheiro será destinado a atender às necessidades do programa
de segurança da Amazônia e para dar início ao processo
de reequipamento das forças. A estimativa é de que até 2010
sejam aplicados de US$ 7,2 bilhões a US$ 10,2 bilhões na área de
defesa.
Em 2005, uma brigada completa, atualmente instalada
em Niterói — com aproximadamente 4 mil soldados —, será
deslocada para a linha de divisa com a Colômbia.
Roberto Godoy. Forças armadas terão mais R$ 1 bi para reequipamento.
In: O Estado de S. Paulo, 8/8/2004, p. A12 (com adaptações).
Com referência ao texto acima e considerando os diversos aspectos do tema por ele abordado, julgue os itens seguintes.
A palavra “blindagem” (l.3) está sendo utilizada em seu sentido denotativo ou literal, uma vez que o período está tratando de equipamentos de segurança.
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O Ministério da Defesa vai receber R$ 1 bilhão de
aumento no orçamento de 2005 para investir prioritariamente no
programa de blindagem da Amazônia e no reequipamento geral.
As Forças Armadas do Brasil estão intensificando a proteção do
território e do espaço aéreo do Norte, Nordeste e Oeste por meio
da instalação de novas bases, transferência para a região de tropas
do Sul-Sudeste e expansão da flotilha fluvial da Marinha.
O contingente atual, de 27 mil homens, chegará a 30 mil
militares entre 2005 e 2006. As dotações de investimentos na área
militar devem superar os R$ 7,3 bilhões no próximo ano.
O dinheiro será destinado a atender às necessidades do programa
de segurança da Amazônia e para dar início ao processo
de reequipamento das forças. A estimativa é de que até 2010
sejam aplicados de US$ 7,2 bilhões a US$ 10,2 bilhões na área de
defesa.
Em 2005, uma brigada completa, atualmente instalada
em Niterói — com aproximadamente 4 mil soldados —, será
deslocada para a linha de divisa com a Colômbia.
Roberto Godoy. Forças armadas terão mais R$ 1 bi para reequipamento.
In: O Estado de S. Paulo, 8/8/2004, p. A12 (com adaptações).
Com referência ao texto acima e considerando os diversos aspectos do tema por ele abordado, julgue os itens seguintes.
Embora partilhada com um número reduzido de países, a fronteira amazônica é considerada estratégica, porque corresponde à área de maior intercâmbio comercial do Brasil com seus vizinhos da América do Sul.
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A criação do Sistema Brasileiro de Inteligência
(SISBIN) e a consolidação da Agência Brasileira de
Inteligência (ABIN) permitem ao Estado brasileiro
institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante
uma ação coordenadora do fluxo de informações
necessárias às decisões de governo, no que diz respeito
ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos
e às ameaças, reais ou potenciais, relativos aos mais
altos interesses da sociedade e do país. Todo o trabalho
de reformulação da atividade vem sendo balizado,
também, por enfoques doutrinários condizentes com o
processo atual de globalização, em que as barreiras
fronteiriças são fluidas, sugerindo cautelas para garantir
a preservação dos interesses da sociedade e do Estado
brasileiros, de forma a salvaguardar a soberania,
a integridade e a harmonia social do país.
Internet: http://www.abin.gov.br/abin/historico.jsp (com adaptações)
Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Na palavra “fluidas” (l.13), dispensa-se o acento gráfico porque se trata de particípio passado flexionado do verbo fluir e a pronúncia da primeira sílaba considera “ui” um hiato.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
A criação do Sistema Brasileiro de Inteligência
(SISBIN) e a consolidação da Agência Brasileira de
Inteligência (ABIN) permitem ao Estado brasileiro
institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante
uma ação coordenadora do fluxo de informações
necessárias às decisões de governo, no que diz respeito
ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos
e às ameaças, reais ou potenciais, relativos aos mais
altos interesses da sociedade e do país. Todo o trabalho
de reformulação da atividade vem sendo balizado,
também, por enfoques doutrinários condizentes com o
processo atual de globalização, em que as barreiras
fronteiriças são fluidas, sugerindo cautelas para garantir
a preservação dos interesses da sociedade e do Estado
brasileiros, de forma a salvaguardar a soberania,
a integridade e a harmonia social do país.
Internet: http://www.abin.gov.br/abin/historico.jsp (com adaptações)
Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O emprego da estrutura “vem sendo balizado” (l.10), em que não há agente explícito, constitui um recurso de impessoalização do texto adequado à redação de documentos e correspondências oficiais.
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A criação do Sistema Brasileiro de Inteligência
(SISBIN) e a consolidação da Agência Brasileira de
Inteligência (ABIN) permitem ao Estado brasileiro
institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante
uma ação coordenadora do fluxo de informações
necessárias às decisões de governo, no que diz respeito
ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos
e às ameaças, reais ou potenciais, relativos aos mais
altos interesses da sociedade e do país. Todo o trabalho
de reformulação da atividade vem sendo balizado,
também, por enfoques doutrinários condizentes com o
processo atual de globalização, em que as barreiras
fronteiriças são fluidas, sugerindo cautelas para garantir
a preservação dos interesses da sociedade e do Estado
brasileiros, de forma a salvaguardar a soberania,
a integridade e a harmonia social do país.
Internet: http://www.abin.gov.br/abin/historico.jsp (com adaptações)
Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Depreende-se dos sentidos do texto que, imediatamente após a palavra “atividade” (l.10), há elipse do qualificativo da ação, que seria adequadamente explicitado por meio da inserção da palavra diplomática.
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A criação do Sistema Brasileiro de Inteligência
(SISBIN) e a consolidação da Agência Brasileira de
Inteligência (ABIN) permitem ao Estado brasileiro
institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante
uma ação coordenadora do fluxo de informações
necessárias às decisões de governo, no que diz respeito
ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos
e às ameaças, reais ou potenciais, relativos aos mais
altos interesses da sociedade e do país. Todo o trabalho
de reformulação da atividade vem sendo balizado,
também, por enfoques doutrinários condizentes com o
processo atual de globalização, em que as barreiras
fronteiriças são fluidas, sugerindo cautelas para garantir
a preservação dos interesses da sociedade e do Estado
brasileiros, de forma a salvaguardar a soberania,
a integridade e a harmonia social do país.
Internet: http://www.abin.gov.br/abin/historico.jsp (com adaptações)
Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Em “às ameaças” (l.8), o sinal indicativo de crase justifica-se pela regência da palavra “antagonismos” (l.7).
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A criação do Sistema Brasileiro de Inteligência
(SISBIN) e a consolidação da Agência Brasileira de
Inteligência (ABIN) permitem ao Estado brasileiro
institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante
uma ação coordenadora do fluxo de informações
necessárias às decisões de governo, no que diz respeito
ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos
e às ameaças, reais ou potenciais, relativos aos mais
altos interesses da sociedade e do país. Todo o trabalho
de reformulação da atividade vem sendo balizado,
também, por enfoques doutrinários condizentes com o
processo atual de globalização, em que as barreiras
fronteiriças são fluidas, sugerindo cautelas para garantir
a preservação dos interesses da sociedade e do Estado
brasileiros, de forma a salvaguardar a soberania,
a integridade e a harmonia social do país.
Internet: http://www.abin.gov.br/abin/historico.jsp (com adaptações)
Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O primeiro período sintático permaneceria gramaticalmente correto e as informações originais estariam preservadas com a substituição da palavra “mediante” (l.4) por qualquer uma das seguintes expressões: por meio de, por intermédio de, com, desencadeando, realizando, desenvolvendo, empreendendo, executando.
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A criação do Sistema Brasileiro de Inteligência
(SISBIN) e a consolidação da Agência Brasileira de
Inteligência (ABIN) permitem ao Estado brasileiro
institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante
uma ação coordenadora do fluxo de informações
necessárias às decisões de governo, no que diz respeito
ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos
e às ameaças, reais ou potenciais, relativos aos mais
altos interesses da sociedade e do país. Todo o trabalho
de reformulação da atividade vem sendo balizado,
também, por enfoques doutrinários condizentes com o
processo atual de globalização, em que as barreiras
fronteiriças são fluidas, sugerindo cautelas para garantir
a preservação dos interesses da sociedade e do Estado
brasileiros, de forma a salvaguardar a soberania,
a integridade e a harmonia social do país.
Internet: http://www.abin.gov.br/abin/historico.jsp (com adaptações)
Considerando o texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Como o sujeito do primeiro período sintático é formado por duas nominalizações articuladas entre si pelo sentido — “criação” (l.1) e “consolidação” (l.2) —, estaria também gramaticalmente correta a concordância com o verbo permitir (l.3) no singular — permite.
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La leyenda de Prometeo
Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la
Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor
de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de
barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera
contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los
dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que
distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.
Los primeros hombres no conocían el fuego,
considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de
caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida
se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y
la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.
Además, como no contaban con el fuego para trabajar los
metales, no podían fabricar armas ni herramientas.
Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus
talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los
privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños
inermes (sin defensas).
Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los
hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió
secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del
Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con
ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se
transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,
descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban
infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso
don.
Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:
desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas
y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas
más complicadas como trabajar los metales para la caza y la
agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados
ritos en los altares.
María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).
En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,
los verbos “subió” (l.20) y “encendió” (l.22) se encuentran en la misma persona y tiempo verbal que “hizo” (l.28).
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La leyenda de Prometeo
Según cuenta la leyenda griega, en un comienzo la
Tierra estaba poblada sólo por seres superiores. Zeus, el señor
de todas las cosas, creó entonces al hombre, formándolo de
barro y otorgándole la posición erecta para que pudiera
contemplar el cielo, el sol, la luna y las estrellas. Más tarde, los
dioses ordenaron a Prometeo, uno de los titanes, que
distribuyera las diferentes habilidades y dones destinados a él.
Los primeros hombres no conocían el fuego,
considerado el padre de las artes y de la civilización. Vivían de
caza, la recolección y una agricultura muy primitiva. Su vida
se hacía muy difícil por el frío, el sabor de las carnes crudas y
la dureza de los alimentos no ablandados por la cocción.
Además, como no contaban con el fuego para trabajar los
metales, no podían fabricar armas ni herramientas.
Zeus contemplaba cómo los hombres desarrollaban sus
talentos y, temiendo que alguna vez desafiaran su autoridad, los
privó de los beneficios del fuego, manteniéndolos como niños
inermes (sin defensas).
Sin embargo, Prometeo, en su desmedido amor por los
hombres, decidió ayudarlos. Así, protegido por Atenea, subió
secretamente al Olimpo donde se guardaba el ardiente carro del
Sol. Acercándose sigilosamente, encendió una antorcha; con
ella, prendió un palo y, esperando que las llamas se
transformaran en brasas, las ocultó en una caña hueca. Luego,
descendió hasta las cuevas donde los hombres intentaban
infructuosamente protegerse del frío y les entregó el maravilloso
don.
Gracias a Prometeo, el hombre hizo rápidos progresos:
desde el simple acto de cocinar los alimentos, modelar vasijas
y platos, calentar sus viviendas en el frío invierno, hasta cosas
más complicadas como trabajar los metales para la caza y la
agricultura y utilizar el fuego en la celebración de los sagrados
ritos en los altares.
María Soledad Gonzalez y Teresa Fontaine Cox. Castellano 7, Santiago de Chile, Universitaria, 1995, p.3-4 (con adaptaciones).
En cuanto a su clasificación y a su empleo en el texto de arriba,
la palabra “decidió” (l.20) significa el mismo que dudó.
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