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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
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Los robots ya no solo se dedican a construir coches o al embalaje de cajas, sino que han abandonado el terreno meramente industrial para adentrarse en campos que, hasta no hace demasiado, eran exclusivos de los humanos. Ya son capaces de pintar cuadros, de escribir libros y, en definitiva, de parecer cada vez menos un amasijo de cables limitado a tareas repetitivas. Y no solo por dentro, también por fuera, que hacen soñar con un futuro lleno de replicantes a lo Blade Runner. ¿El problema? Que son aterradores.
Esta sensación ya fue explicada por Masahiro Mori en 1970 en lo que él mismo describe como “el valle inquietante”. A grandes rasgos, viene a decir que la afinidad de las personas con los robots va creciendo a medida que estos parecen cada vez más reales. Sin embargo, cuando llegan a cierto nivel de semejanza, la respuesta emocional positiva se convierte en negativa. Pasan de ser adorables autómatas a sobrecogedoras réplicas de seres vivos que en realidad no lo están. Cuando esto ocurre, se entraría en ese “valle” descrito por el investigador nipón.
Aunque la teoría de Mori intenta explicar las implicaciones psicológicas de la interacción con robots creados a imagen y semejanza de los humanos, esta no termina de aportar suficientes evidencias científicas. Con respecto a eso, el profesor de psicología social Miguel García Saiz, de la Universidad Complutense de Madrid, sostiene que “quizás sea un planteamiento teórico o, como mucho, posibles hipótesis a comprobar. Hay muchas variables implicadas que pueden hacer que reaccionemos de una manera u otra ante estos robots tan humanos”.
Internet: <www.eldiario.es> (con adaptaciones).
Juzgue lo siguiente ítem, relativo a ideas y aspectos lingüísticos del texto.
Las formas verbales “llegan” y “Pasan” remiten a “los robots”.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
Texto
Los robots ya no solo se dedican a construir coches o al embalaje de cajas, sino que han abandonado el terreno meramente industrial para adentrarse en campos que, hasta no hace demasiado, eran exclusivos de los humanos. Ya son capaces de pintar cuadros, de escribir libros y, en definitiva, de parecer cada vez menos un amasijo de cables limitado a tareas repetitivas. Y no solo por dentro, también por fuera, que hacen soñar con un futuro lleno de replicantes a lo Blade Runner. ¿El problema? Que son aterradores.
Esta sensación ya fue explicada por Masahiro Mori en 1970 en lo que él mismo describe como “el valle inquietante”. A grandes rasgos, viene a decir que la afinidad de las personas con los robots va creciendo a medida que estos parecen cada vez más reales. Sin embargo, cuando llegan a cierto nivel de semejanza, la respuesta emocional positiva se convierte en negativa. Pasan de ser adorables autómatas a sobrecogedoras réplicas de seres vivos que en realidad no lo están. Cuando esto ocurre, se entraría en ese “valle” descrito por el investigador nipón.
Aunque la teoría de Mori intenta explicar las implicaciones psicológicas de la interacción con robots creados a imagen y semejanza de los humanos, esta no termina de aportar suficientes evidencias científicas. Con respecto a eso, el profesor de psicología social Miguel García Saiz, de la Universidad Complutense de Madrid, sostiene que “quizás sea un planteamiento teórico o, como mucho, posibles hipótesis a comprobar. Hay muchas variables implicadas que pueden hacer que reaccionemos de una manera u otra ante estos robots tan humanos”.
Internet: <www.eldiario.es> (con adaptaciones).
Juzgue lo siguiente ítem, relativo a ideas y aspectos lingüísticos del texto.
Para el investigador Masahiro Mori, la simpatía de los humanos para con los robots aumenta cada vez más.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
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No começo dos anos 40, os submarinos alemães estavam dizimando os cargueiros dos aliados no Atlântico Norte. O jogo virou apenas em 1943, quando Alan Turing desenvolveu a Bomba, um aparelho capaz de desvendar os segredos da máquina de criptografia nazista chamada de Enigma. A complexidade da Enigma — uma máquina eletromagnética que substituía letras por palavras aleatórias escolhidas de acordo com uma série de rotores — estava no fato de que seus elementos internos eram configurados em bilhões de combinações diferentes, sendo impossível decodificar o texto sem saber as configurações originais. Após espiões poloneses terem roubado uma cópia da máquina, Turing e o campeão de xadrez Gordon Welchman construíram uma réplica da Enigma na base militar de Bletchey Park. A máquina replicava os rotores do sistema alemão e tentava reproduzir diferentes combinações de posições dos rotores para testar possíveis soluções. Após quatro anos de trabalho, Turing conseguiu quebrar a Enigma, ao perceber que as mensagens alemãs criptografadas continham palavras previsíveis, como nomes e títulos dos militares. Turing usava esses termos como ponto de partida, procurando outras mensagens em que a mesma letra aparecia no mesmo espaço em seu equivalente criptografado.
Gabriel Garcia. 5 descobertas de Alan Turing que mudaram o rumo da história.
In: Exame, 2/fev./2015. Internet: <https://exame.abril.com.br> (com adaptações).
Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsequente.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam preservados caso o período “Após quatro anos de trabalho, Turing conseguiu quebrar a Enigma, ao perceber que as mensagens alemãs criptografadas continham palavras previsíveis, como nomes e títulos dos militares” fosse reescrito da seguinte forma: Turing conseguiu quebrar a Enigma, depois de quatro anos de trabalho, quando notou que haviam, nas mensagens alemãs criptografadas, palavras previsíveis, tais como, nomes e títulos dos militares.
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No começo dos anos 40, os submarinos alemães estavam dizimando os cargueiros dos aliados no Atlântico Norte. O jogo virou apenas em 1943, quando Alan Turing desenvolveu a Bomba, um aparelho capaz de desvendar os segredos da máquina de criptografia nazista chamada de Enigma. A complexidade da Enigma — uma máquina eletromagnética que substituía letras por palavras aleatórias escolhidas de acordo com uma série de rotores — estava no fato de que seus elementos internos eram configurados em bilhões de combinações diferentes, sendo impossível decodificar o texto sem saber as configurações originais. Após espiões poloneses terem roubado uma cópia da máquina, Turing e o campeão de xadrez Gordon Welchman construíram uma réplica da Enigma na base militar de Bletchey Park. A máquina replicava os rotores do sistema alemão e tentava reproduzir diferentes combinações de posições dos rotores para testar possíveis soluções. Após quatro anos de trabalho, Turing conseguiu quebrar a Enigma, ao perceber que as mensagens alemãs criptografadas continham palavras previsíveis, como nomes e títulos dos militares. Turing usava esses termos como ponto de partida, procurando outras mensagens em que a mesma letra aparecia no mesmo espaço em seu equivalente criptografado.
Gabriel Garcia. 5 descobertas de Alan Turing que mudaram o rumo da história.
In: Exame, 2/fev./2015. Internet: <https://exame.abril.com.br> (com adaptações).
Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o item subsequente.
A vírgula logo após o termo “máquina” poderia ser eliminada sem prejuízo para a correção gramatical do período no qual ela aparece.
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