Foram encontradas 45 questões.
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
Após o relatório de uma agência fiscalizadora, a prefeitura de uma cidade mapeou todas as residências que ainda não possuíam saneamento básico. O Prefeito da cidade prometeu que todas as casas mapeadas terão saneamento básico no próximo ano. Conforme a promessa do Prefeito:
• No primeiro trimestre, metade das residências mapeadas terão saneamento básico.
• No segundo trimestre, dois terços das residências mapeadas restantes terão saneamento básico.
• No terceiro trimestre, um terço das residências mapeadas restantes terão saneamento básico.
• No quarto trimestre, 28 residências mapeadas terão saneamento básico.
De acordo com o exposto, quantas residências foram mapeadas?
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
Adelmo, Bernardo e Cássio trabalham na AGERSA e exercem as profissões de Auxiliar de Ouvidoria, Engenheiro Civil e Especialista em Regulação de Transporte, mas não necessariamente nessa ordem. Sobre o seu estado de origem, sabe-se que um deles nasceu em Minas Gerais, o outro no Rio de Janeiro e, o trabalhador restante, em São Paulo. Sabe-se, também, que Cássio nasceu em São Paulo e quem nasceu no Rio de Janeiro é auxiliar de ouvidoria. Além disso, Adelmo não nasceu em Minas Gerais e Bernardo não é Engenheiro Civil. Se cada um deles exerce uma única profissão, é correto afirmar que:
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Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
De acordo com a Resolução CONAMA nº 275/2001, as seguintes cores especificam o tipo de coleta seletiva de lixo:
• Azul: papel/papelão;
• Vermelho: plástico;
• Verde: vidro;
• Amarelo: metal;
• Preto: madeira;
• Laranja: resíduos perigosos (como pilhas e baterias);
• Marrom: lixo orgânico.
O administrador de certo estabelecimento fez a aquisição de uma lata de lixo de cada uma das cores citadas e decidiu posicioná-las lado a lado. Considerando o sentido da esquerda para a direita, qual a probabilidade de que as latas de lixo azul e vermelha ocupem as duas primeiras posições?
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
No segundo semestre de determinado ano, a prefeitura de uma cidade implementou o serviço de estacionamento rotativo. Para mensurar o impacto desse serviço, ele foi implementado em apenas dois dias de cada mês: na 2º e 4º sextas-feiras de cada mês. Se o dia 10 de julho desse ano ocorreu em uma quarta-feira, em qual dia do semestre o serviço de estacionamento rotativo foi adotado pela 10ª vez?
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Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
Em um pequeno distrito, alguns moradores foram questionados a respeito da prestação dos seguintes serviços básicos em suas residências:
I. Tratamento do esgoto.
II. Coleta seletiva de lixo
III. Acesso à água potável.
De acordo com os resultados dessa pesquisa, observou-se que:
• 274 moradores possuem a prestação do serviço I em suas residências;
• 208 moradores possuem a prestação do serviço II em suas residências;
• 236 moradores possuem a prestação do serviço III em suas residências;
• 162 moradores possuem a prestação dos serviços I e II em suas residências;
• 192 moradores possuem a prestação dos serviços I e III em suas residências;
• 156 moradores possuem a prestação dos serviços II e III em suas residências;
• 140 moradores possuem a prestação dos serviços I, II e III em suas residências;
• 14 moradores não possuem a prestação de nenhum dos serviços I, II e III em suas residências.
Com base nessas informações, quantos moradores do distrito responderam à pesquisa?
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Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
Considerando as características das correspondências, protocolos circulares e ofícios, pode-se afirmar que devem sempre apresentar:
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Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
De acordo com os conhecimentos de elaboração de ofícios, pode-se afirmar que:
I. Extinguiu-se o memorando e instituiu-se o ofício como única correspondência oficial emitida por órgãos/entidades da Administração Pública.
II. Existem dois fechos para comunicações oficiais: “Respeitosamente”, para autoridades de hierarquia superior, e “Atenciosamente”, nos demais casos.
III. Pronomes de tratamento no endereçamento de autoridades serão: “Vossa Excelência/Excelentíssimo”, “Vossa Senhoria” e não “A Sua Excelência o senhor”.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Conduzindo equipes em uma crise humanitária: o papel da liderança humanizada
Antes mesmo da tragédia climática que assola o Rio Grande do Sul, já vivíamos uma epidemia de pessoas adoecidas nas organizações, reflexo de uma sociedade consumida pelo trabalho e amortecida pelo individualismo. Porém, a chegada de uma crise humanitária como a que se instalou no Estado gaúcho ampliou ainda mais esses efeitos. As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparados.
Mudanças abruptas na rotina, estresse incessante, carência de contato afetivo, perda de segurança financeira e de senso de identidade são apenas alguns dos fatores que agravam uma situação já desafiadora. Ainda não existem dados disponíveis para entender a dimensão do ocorrido na saúde mental das pessoas, mas gosto de lembrar alguns números já existentes e que podem servir de base para as empresas e lideranças agirem neste momento.
O relatório “Saúde Mental e Bem-Estar”, do centro de pesquisas Opinion Box, que ouviu 2.119 pessoas em agosto de 2023, demonstra que 65% acreditam que o trabalho pode contribuir positivamente para melhorar a saúde mental das pessoas, ainda mais se for feito de forma equilibrada. As organizações precisam entender e reconhecer a importância dessa relação, assim como a necessidade de implementar estratégias que promovam um ambiente psicologicamente seguro para que essas pessoas tentem retomar suas vidas.
Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.
A magnitude do problema torna-se ainda mais clara quando consideramos que uma em cada três cidades está localizada em áreas de risco recorrente para desastres climáticos, conforme estimativas da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, órgão vinculado à Casa Civil. Embora este cenário seja assustador, ele não é desconhecido. Há muito tempo se fala dos efeitos do aquecimento global, e todos precisam fazer a sua parte para uma transformação radical de como lidamos com a questão. Afinal, não existe plano B para o planeta.
É crucial que a liderança aja com rapidez e empatia quando tragédias ocorrem, para atender às demandas individuais e coletivas. Isso inclui garantir a segurança material e emocional, oferecer suporte contínuo identificando as novas necessidades de cada colaborador, conectar as pessoas a recursos profissionais e permitir ajustes nas cargas de trabalho. Assim, urge a necessidade de se criar uma cultura organizacional que promova confiança, empatia e resiliência, de modo que as pessoas sintam-se seguras em seu ambiente de trabalho e em suas vidas cotidianas.
Carine Roos. Publicado em 25/06/2024.
(Disponível em:< https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/conduzindo-equipes-em-uma-crise-humanitaria-o-papel-da-lideranca humanizada- 1.1018911. Adaptado.)
Assinale a reescrita, para o trecho destacado a seguir, que mantém a correção gramatical e semântica originais: “Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.”
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Conduzindo equipes em uma crise humanitária: o papel da liderança humanizada
Antes mesmo da tragédia climática que assola o Rio Grande do Sul, já vivíamos uma epidemia de pessoas adoecidas nas organizações, reflexo de uma sociedade consumida pelo trabalho e amortecida pelo individualismo. Porém, a chegada de uma crise humanitária como a que se instalou no Estado gaúcho ampliou ainda mais esses efeitos. As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparados.
Mudanças abruptas na rotina, estresse incessante, carência de contato afetivo, perda de segurança financeira e de senso de identidade são apenas alguns dos fatores que agravam uma situação já desafiadora. Ainda não existem dados disponíveis para entender a dimensão do ocorrido na saúde mental das pessoas, mas gosto de lembrar alguns números já existentes e que podem servir de base para as empresas e lideranças agirem neste momento.
O relatório “Saúde Mental e Bem-Estar”, do centro de pesquisas Opinion Box, que ouviu 2.119 pessoas em agosto de 2023, demonstra que 65% acreditam que o trabalho pode contribuir positivamente para melhorar a saúde mental das pessoas, ainda mais se for feito de forma equilibrada. As organizações precisam entender e reconhecer a importância dessa relação, assim como a necessidade de implementar estratégias que promovam um ambiente psicologicamente seguro para que essas pessoas tentem retomar suas vidas.
Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.
A magnitude do problema torna-se ainda mais clara quando consideramos que uma em cada três cidades está localizada em áreas de risco recorrente para desastres climáticos, conforme estimativas da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, órgão vinculado à Casa Civil. Embora este cenário seja assustador, ele não é desconhecido. Há muito tempo se fala dos efeitos do aquecimento global, e todos precisam fazer a sua parte para uma transformação radical de como lidamos com a questão. Afinal, não existe plano B para o planeta.
É crucial que a liderança aja com rapidez e empatia quando tragédias ocorrem, para atender às demandas individuais e coletivas. Isso inclui garantir a segurança material e emocional, oferecer suporte contínuo identificando as novas necessidades de cada colaborador, conectar as pessoas a recursos profissionais e permitir ajustes nas cargas de trabalho. Assim, urge a necessidade de se criar uma cultura organizacional que promova confiança, empatia e resiliência, de modo que as pessoas sintam-se seguras em seu ambiente de trabalho e em suas vidas cotidianas.
Carine Roos. Publicado em 25/06/2024.
(Disponível em:< https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/conduzindo-equipes-em-uma-crise-humanitaria-o-papel-da-lideranca humanizada- 1.1018911. Adaptado.)
“As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparados.”. A partir do emprego da expressão destacada anteriormente é possível reconhecer que:
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Conduzindo equipes em uma crise humanitária: o papel da liderança humanizada
Antes mesmo da tragédia climática que assola o Rio Grande do Sula, já vivíamos uma epidemia de pessoas adoecidas nas organizações, reflexo de uma sociedade consumida pelo trabalho e amortecida pelo individualismo. Porém, a chegada de uma crise humanitária como a que se instalou no Estado gaúcho ampliou ainda mais esses efeitos.d As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparadosc.
Mudanças abruptas na rotina, estresse incessante, carência de contato afetivo, perda de segurança financeira e de senso de identidade são apenas alguns dos fatores que agravam uma situação já desafiadorab. Ainda não existem dados disponíveis para entender a dimensão do ocorrido na saúde mental das pessoas, mas gosto de lembrar alguns números já existentes e que podem servir de base para as empresas e lideranças agirem neste momento.
O relatório “Saúde Mental e Bem-Estar”, do centro de pesquisas Opinion Box, que ouviu 2.119 pessoas em agosto de 2023, demonstra que 65% acreditam que o trabalho pode contribuir positivamente para melhorar a saúde mental das pessoas, ainda mais se for feito de forma equilibrada. As organizações precisam entender e reconhecer a importância dessa relação, assim como a necessidade de implementar estratégias que promovam um ambiente psicologicamente seguro para que essas pessoas tentem retomar suas vidas.
Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.
A magnitude do problema torna-se ainda mais clara quando consideramos que uma em cada três cidades está localizada em áreas de risco recorrente para desastres climáticos, conforme estimativas da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, órgão vinculado à Casa Civil. Embora este cenário seja assustador, ele não é desconhecido. Há muito tempo se fala dos efeitos do aquecimento global, e todos precisam fazer a sua parte para uma transformação radical de como lidamos com a questão. Afinal, não existe plano B para o planeta.
É crucial que a liderança aja com rapidez e empatia quando tragédias ocorrem, para atender às demandas individuais e coletivas. Isso inclui garantir a segurança material e emocional, oferecer suporte contínuo identificando as novas necessidades de cada colaborador, conectar as pessoas a recursos profissionais e permitir ajustes nas cargas de trabalho. Assim, urge a necessidade de se criar uma cultura organizacional que promova confiança, empatia e resiliência, de modo que as pessoas sintam-se seguras em seu ambiente de trabalho e em suas vidas cotidianas.
Carine Roos. Publicado em 25/06/2024.
(Disponível em:< https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/conduzindo-equipes-em-uma-crise-humanitaria-o-papel-da-lideranca humanizada- 1.1018911. Adaptado.)
Dentre os termos destacados, assinale aquele cuja indicação quanto ao referente está INADEQUADA:
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