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Assinale a alternativa que apresenta apenas medicamentos listados na Portaria n.º 344/98.
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Pedrinho pedirá certo valor de mesada para seu pai, de tal forma que, juntando o valor recebido durante 4 meses, possa comprar um jogo de R$ 100,00 e, dando metade do valor restante para seu irmão, sobrem-lhe ainda R$ 200,00. O valor que Pedrinho deverá pedir de mesada para seu pai será, então, de
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Assinale a alternativa que apresenta uma atribuição dos agentes a serviço da Vigilância Sanitária, quando estão realizando suas atividades de controle e monitoramento, de acordo com o Decreto n.º 8.077/2013.
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Transtorno alimentar faz pessoas tentarem perder peso que não têm
Daiana tinha 14 anos quando tomou a primeira anfetamina para emagrecer e, aos 30, havia feito três lipoaspirações. Ana Carolina queria perder peso e passou a comer cada vez menos, a ponto de, aos 15, ser hospitalizada para não morrer. Lucas subia na balança várias vezes ao dia, mas em um sábado em que cedeu à tentação comeu tanto que forçou o vômito.
Os três viveram toda a adolescência e boa parte da vida adulta com culpa, vergonha e insatisfação permanente com o corpo. Eles só se deram conta de que a obsessão com a alimentação e a forma física eram sintomas de uma doença ao receberem o diagnóstico de transtorno alimentar.
O problema, mais conhecido nas formas de anorexia e bulimia nervosa, atinge principalmente o sexo feminino e começa, em geral, na adolescência. Mas, especialistas veem com preocupação o surgimento de casos em outros momentos da vida e o crescente número de garotos afetados.
Para a jornalista Daiana Garbin, 35, o susto – e o alívio – que sentiu ao saber que tinha uma doença foram tão grandes que ela deixou a carreira na TV para se dedicar a pesquisas sobre corpo, autoimagem, saúde e alimentação, e criar um site e um canal no YouTube, o Eu Vejo.
Um ano e meio depois, ela discute esses temas em um misto de depoimento e grande reportagem no recém-lançado livro "Fazendo as Pazes com o Corpo".
"Sabia que não estava sozinha, que as mulheres, em geral, estão vivendo um sofrimento grande com a comida e o corpo por causa do padrão de beleza irreal imposto pela sociedade como um todo, da família até as redes sociais", explica.
De 0,5% a 1% das mulheres sofrem de anorexia, e de 1% a 2%, de bulimia, diz o psiquiatra Táki Cordás, coordenador do Ambulim (Programa de Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas-USP). A compulsão alimentar, outra manifestação do transtorno, atinge cerca de 3% da população.
E os números podem estar subestimados. "Se considerássemos quadros parciais, que não preenchem todos os critérios diagnósticos, o número seria maior", diz Cordás.
Entre as causas do transtorno está a predisposição genética, além de fatores psíquicos, hormonais e ambientais, como hábitos alimentares e a pressão social.
(Folha de S. Paulo, 31.10.2017. Adaptado).
“De 0,5% a 1% das mulheres sofrem de anorexia”, diz o texto. Ao passar esse período para o tempo do pretérito imperfeito, tem-se:
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Antônio pretende pedir um aumento para seu chefe, de tal forma que seja capaz de usar somente 18% de seu salário para pagar as parcelas de um financiamento, no valor mensal de R$ 702,00. Sabendo-se que o salário atual de Antônio é de R$ 3.400,00, o valor do aumento pretendido é de
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A Política Nacional de Medicamentos, como parte essencial da Política Nacional de Saúde, constitui um dos elementos fundamentais para a efetiva implementação de ações capazes de promover a melhoria das condições da assistência à saúde da população. Sobre as diretrizes desta Política, analise as proposições abaixo.
I. Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos.
II. Adoção de relação de medicamentos essenciais.
III. Promoção do envelhecimento ativo e saudável.
IV. Promoção do uso racional de medicamentos.
V. Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos.
É correto o que se afirma em
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O medicamento paracetamol 100 mg/mL foi prescrito a uma criança, na posologia de 2,5 mL, de 8 em 8 horas, durante 4 (quatro) dias. Assinale a alternativa que apresenta quantos miligramas de paracetamol serão administrados a este paciente pediátrico em cada tomada e ao final do tratamento, respectivamente.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
Assinale a alternativa que apresenta um princípio do SUS.
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Tolerância na prática
A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro – assegura a todos a liberdade de crença. Entretanto, os frequentes casos de intolerância religiosa mostram que os indivíduos ainda não experimentam esse direito na prática. Com efeito, um diálogo entre sociedade e Estado sobre os caminhos para combater a intolerância religiosa é medida que se impõe.
Em primeiro plano, é necessário que a sociedade não seja uma reprodução da casa colonial, como disserta Gilberto Freyre em “Casa-Grande Senzala”. O autor ensina que a realidade do Brasil até o século XIX estava compactada no interior da casagrande, cuja religião era católica, e as demais crenças – sobretudo africanas – eram marginalizadas e se mantiveram vivas porque os negros lhe deram aparência cristã, conhecida hoje por sincretismo religioso. No entanto, não é razoável que ainda haja uma religião que subjugue as outras, o que deve, pois, ser repudiado em um Estado laico, a fim de que se combata a intolerância de crença.
De outra parte, o sociólogo Zygmunt Bauman defende, na obra “Modernidade Líquida”, que o individualismo é uma das principais características – e o maior conflito – da pósmodernidade, e, consequentemente, parcela da população tende a ser incapaz de tolerar diferenças. Esse problema assume contornos específicos no Brasil, onde, apesar do multiculturalismo, há quem exija do outro a mesma postura religiosa e seja intolerante àqueles que dela divergem. Nesse sentido, um caminho possível para combater a rejeição à diversidade de crença é descontruir o principal problema da pósmodernidade, segundo Zygmunt Bauman: o individualismo.
Urge, portanto, que indivíduos e instituições públicas cooperem para mitigar a intolerância religiosa. Cabe aos cidadãos repudiar a inferiorização das crenças e dos costumes presentes no território brasileiro, por meio de debates nas mídias sociais capazes de descontruir a prevalência de uma religião sobre as demais. Ao Ministério Público, por sua vez, compete promover ações judiciais pertinentes contra atitudes individualistas ofensivas à diversidade de crença. Assim, observada a ação conjunta entre população e poder público, alçará o país a verdadeira posição de Estado Democrático de Direito.
(Texto apresentado para prova do ENEM de 2016, pelo candidato Vinicius Oliveira de Lima, de Duque de Caxias – Rio de Janeiro).
Ao dizer que “... não é razoável que ainda haja uma religião que subjugue as outras ...”, o autor se refere ao fato de que
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Observe a expressão abaixo.
!$ \dfrac{1}{2} + \dfrac{2}{3}.\dfrac{3}{4} + \dfrac{4}{5}.\dfrac{5}{6}.\dfrac{6}{7} !$
Assinale a alternativa que apresenta o valor da expressão acima.
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