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De acordo com a Lei n.º 4.320/1964, artigo 12, as despesas orçamentárias serão classificadas em categorias econômicas como despesas correntes e de capital. As despesas de capital, por sua vez, compreendem:
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A violência contra a mulher
A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.
O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.
Além disso, há o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive, os de reincidência.
Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.
(Anna Beatriz Alvares Simões Wreden. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta o uso do “que” como pronome relativo.
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Assinale a alternativa que corresponde ao programa do LibreOffice 5.4, em sua configuração padrão, utilizado para criar apresentações de slides profissionais que podem conter gráficos, objetos de desenho, texto, multimídia e vários outros itens.
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Observe a imagem abaixo.

Sobre o Internet Explorer 11, assinale a alternativa correta.
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Considere o número racional x que satisfaz a sentença !$ \dfrac{200x-6}{24} = 10 !$
Somando-se os algarismos que ocupam as casas dos décimos e dos centésimos de x, quando expresso na forma decimal, obtém-se
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Em “Cachorro morde ‘instrutor’”, o termo destacado é um
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Tenha um plano para romper a estagnação no trabalho
Está há mais de dois anos em uma mesma função na empresa, sem assumir novos projetos?
Pode ser um sinal de que o funcionário caiu em uma zona de estagnação. Para ele, é a hora de reavaliar as próprias atitudes ou até de trocar de emprego.
O ciclo em uma função costuma durar 24 meses: um ano para aprender, o restante para mostrar resultados, afirma Ana Paula Montanha, especialista em recrutamento da Jobplex no Brasil.
“Depois, é hora de mostrar os resultados para o chefe e perguntar qual será o próximo passo”.
Carreira Encalhada
Não ser chamado para participar de discussões e projetos novos ou ser preterido em promoções são sinais de que o profissional está ficando para trás. Mas, em alguns casos, não é fácil perceber que a carreira encalhou.
“Aparentemente, está tudo bem. O funcionário é elogiado, tem boas avaliações e se relaciona bem”, diz Joel Dutra, coordenador do programa de estudos em gestão de pessoas da FIA. “Mas ele pode ter perdido a visão crítica sobre seu trabalho”.
O jeito é conhecer outras empresas, fazer contatos fora da organização ou até tirar férias para abrir a cabeça e avaliar de forma realista a própria situação profissional, para perceber se está ou não em desenvolvimento.
Para subir de nível, é preciso se mexer. "Não adianta esperar a companhia tomar atitude, o indivíduo deve ser responsável por sua ascensão", diz Anna Scofano, mentora de carreiras da FGV.
O primeiro passo é estipular metas e descobrir o que pode ser feito para alcançá-las. De preferência, alinhadas com os seus pontos fortes.
(Folha de S. Paulo, 05.11.2017).
O texto fala em “carreira ‘encalhada’”. Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para o termo destacado.
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Observe a imagem abaixo.

O recurso faz parte do LibreOffice Writer 5.4, em sua configuração padrão, e tem a função de
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
Um curso semestral aplica avaliações mensalmente para os alunos, de forma que os pesos de cada uma das provas progridem da seguinte forma: peso 1 para a primeira avaliação, peso 2 para a segunda, e assim por diante, até a sexta prova, que possui peso 6. A nota final de um aluno, que tira 10,0 na primeira prova, 9,0 na segunda, e que prossegue caindo seu rendimento em 1 ponto a cada nova avaliação, será, aproximadamente,
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Tenha um plano para romper a estagnação no trabalho
Está há mais de dois anos em uma mesma função na empresa, sem assumir novos projetos?
Pode ser um sinal de que o funcionário caiu em uma zona de estagnação. Para ele, é a hora de reavaliar as próprias atitudes ou até de trocar de emprego.
O ciclo em uma função costuma durar 24 meses: um ano para aprender, o restante para mostrar resultados, afirma Ana Paula Montanha, especialista em recrutamento da Jobplex no Brasil.
“Depois, é hora de mostrar os resultados para o chefe e perguntar qual será o próximo passo”.
Carreira Encalhada
Não ser chamado para participar de discussões e projetos novos ou ser preterido em promoções são sinais de que o profissional está ficando para trás. Mas, em alguns casos, não é fácil perceber que a carreira encalhou.
“Aparentemente, está tudo bem. O funcionário é elogiado, tem boas avaliações e se relaciona bem”, diz Joel Dutra, coordenador do programa de estudos em gestão de pessoas da FIA. “Mas ele pode ter perdido a visão crítica sobre seu trabalho”.
O jeito é conhecer outras empresas, fazer contatos fora da organização ou até tirar férias para abrir a cabeça e avaliar de forma realista a própria situação profissional, para perceber se está ou não em desenvolvimento.
Para subir de nível, é preciso se mexer. "Não adianta esperar a companhia tomar atitude, o indivíduo deve ser responsável por sua ascensão", diz Anna Scofano, mentora de carreiras da FGV.
O primeiro passo é estipular metas e descobrir o que pode ser feito para alcançá-las. De preferência, alinhadas com os seus pontos fortes.
(Folha de S. Paulo, 05.11.2017).
“O primeiro passo é estipular metas e descobrir o que pode ser feito para alcançá-las.”, diz o texto. Ao passar esse período para o tempo do pretérito perfeito, tem-se:
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