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Leia atentamente o conceito de cidadania mencionado por Castro (2015).
É um conceito aberto, polissêmico, que se reconfigura em cada contexto. Gira em torno do estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada que lhe confere direitos e obrigações e explicita seus vínculos e compromissos com o mundo que se deseja construir e preservar, com a continuidade das gerações e com a solidariedade entre contemporâneos. À busca pela garantia dos direitos civis, políticos e sociais incorpora-se a formulação dos direitos ecológicos, culturais e de minorias. É uma concepção de cidadania marcada por múltiplas vozes e linguagem num mundo também múltiplo, que é ponto de partida para uma variedade ético-política em que a pluralidade possa se configurar mais como uma oportunidade do que como um desastre, mais como uma promessa do que como uma ameaça.
Fonte: CASTRO, R. S. Cidadania, educação e Legislativo. In: RESENDE, A. J. C.(coord.). Poder Legislativo e cidadania. Belo Horizonte: Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Escola do Legislativo, Núcleo de Estudos e Pesquisas, 2015. p. 103-129. Disponível em: https://www.almg.gov.br/consulte/publicacoes_assembleia/obras_referencia/arquivos/poder_legislativo_cidadania.html
O conceito acima se refere à
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Segundo Santos e Avritzer (2005), “as novas democracias devem se transformar em novíssimos movimentos sociais, no sentido de que o estado deve se transformar em um local de experimentação distributiva e cultural. É na originalidade das novas formas de experimentação institucional que podem estar os potenciais emancipatórios ainda presentes nas sociedades contemporâneas. Esses potenciais, para serem realizados, precisam estar em relação com uma sociedade que aceite renegociar as regras da sua sociabilidade, acreditando que a grandeza social reside na capacidade de inventar, e não de imitar.”.
Fonte: SANTOS, B de S.; AVRITZER, L. Introdução: para ampliar o cânone democrático. In: SANTOS, B. de S. (org.). Democratizar a democracia: os caminhos da democracia participativa. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
Partindo dessa concepção, os autores propõem três teses para o fortalecimento da democracia participativa, que são:
I. Fortalecimento da demodiversidade.
II. Fortalecimento da teoria participativa.
III. Potencialização da democracia digital.
IV. Ampliação do experimentalismo democrático.
V. Empoderamento dos cidadãos a partir do compartilhamento do poder.
VI. Fortalecimento da articulação contra hegemônica entre o local e o global.
Está CORRETO o que se afirma em:
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A gestão por competências é uma metodologia da área de recursos humanos que tem por objetivo identificar e gerir colaboradores de acordo os perfis profissionais desejados, proporcionando, assim, maior retorno para a organização. Através dessa estratégia, é possível conduzir cada colaborador conforme o seu perfil profissional e demandas específicas de desenvolvimento da empresa. Essas competências são conhecidas como CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes) e são responsáveis por capacitar a pessoa para ocupar determinado cargo ou exercer certa função em uma empresa.
Veja a seguir o conceito de cada uma dessas competências:
• Conhecimento: É o conhecimento teórico que o profissional tem sobre a sua área de atuação. Essa base pode ser aprendida por meio de treinamentos, leituras, escolas, cursos, faculdades e até mesmo das experiências de vida que a pessoa teve.
• Habilidade: A habilidade consiste em saber como colocar em prática todo o conhecimento teórico que possui.
• Atitude: A atitude está relacionada à vontade do profissional em aplicar o seu conhecimento e habilidade para concretizar tarefas e atingir os objetivos.
Quando um funcionário possui todas essas competências, traz uma vantagem competitiva significativa para a organização em que atua.
Os principais benefícios da gestão por competência são:
• Melhora nos processos de tomada de decisão;
• Maior engajamento e participação dos colaboradores;
• Maior eficácia nos processos de recrutamento e seleção;
• Melhora na comunicação interna; • Missão, visão e valores alinhados.
Fonte: Disponível em: https://toteduca.com.br/gestao-por-competencia-e-educacao-corporativa/?gclid=Cj0KCQiAg_KbBhDLARIsANx7wAyb1LUcH79CtFLrWhRbd9a9nxKkdLemzSC3LLpOvmWEgeP-XmuqphoaAq64EALw_wcB Acesso em: 22 nov. 2022. (adaptado)
Avalie as afirmações sobre os benefícios para os profissionais e para a instituição que investe na capacitação dos colaboradores.
I. Aumenta o desenvolvimento e o aprimoramento de habilidades e competências, aumentando a motivação, o engajamento e a produtividade dos colaboradores.
II. Amplia o desenvolvimento de perfil de liderança, melhora o clima organizacional, mas promove um aumento na taxa de rotatividade de funcionários, uma vez que a promoção não é para todos.
III. Torna a empresa mais atrativa para os profissionais, porém, promove lentidão e ineficiência na tomada de decisão.
Está CORRETO o que se afirma em:
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A gestão por competências é uma metodologia da área de recursos humanos que tem por objetivo identificar e gerir colaboradores de acordo os perfis profissionais desejados, proporcionando, assim, maior retorno para a organização. Através dessa estratégia, é possível conduzir cada colaborador conforme o seu perfil profissional e demandas específicas de desenvolvimento da empresa. Essas competências são conhecidas como CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes) e são responsáveis por capacitar a pessoa para ocupar determinado cargo ou exercer certa função em uma empresa.
Veja a seguir o conceito de cada uma dessas competências:
• Conhecimento: É o conhecimento teórico que o profissional tem sobre a sua área de atuação. Essa base pode ser aprendida por meio de treinamentos, leituras, escolas, cursos, faculdades e até mesmo das experiências de vida que a pessoa teve.
• Habilidade: A habilidade consiste em saber como colocar em prática todo o conhecimento teórico que possui.
• Atitude: A atitude está relacionada à vontade do profissional em aplicar o seu conhecimento e habilidade para concretizar tarefas e atingir os objetivos.
Quando um funcionário possui todas essas competências, traz uma vantagem competitiva significativa para a organização em que atua.
Os principais benefícios da gestão por competência são:
• Melhora nos processos de tomada de decisão;
• Maior engajamento e participação dos colaboradores;
• Maior eficácia nos processos de recrutamento e seleção;
• Melhora na comunicação interna; • Missão, visão e valores alinhados.
Fonte: Disponível em: https://toteduca.com.br/gestao-por-competencia-e-educacao-corporativa/?gclid=Cj0KCQiAg_KbBhDLARIsANx7wAyb1LUcH79CtFLrWhRbd9a9nxKkdLemzSC3LLpOvmWEgeP-XmuqphoaAq64EALw_wcB Acesso em: 22 nov. 2022. (adaptado)
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Leia o texto a seguir.
“Tratar de democracia na contemporaneidade simplifica vislumbrar horizontes de cidadania, a afirmar mais ou menos intervenção no sistema político e capacidades comunicativas no sistema jurídico. Significa, sob o signo da contingência e do risco, admitir relações de poder mais inclusivas e abertas, que requerem da política procedimentos e decisões mais legítimos e eficazes. Impõe, enfim, trabalhar cidadania e democracia não apenas como método e forma aplicável à política, mas como princípio valorativo e orientador nas relações sociais.”
DIAS, W. R. Cidadania e teoria democrática. In: RESENDE, A. J. C. (coord.). Poder Legislativo e cidadania. Belo Horizonte: Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Escola do Legislativo, Núcleo de Estudos e Pesquisas, 2015. p. 210. Disponível em: https://www.almg.gov.br/consulte/publicacoes_assembleia/obras_referencia/arquivos/poder_legislativo_cidadania.html
Reconhecendo a inexistência de uma forma democrática única, mas variadas possibilidades relacionadas a questões como o multiculturalismo e a apropriação social de direitos pelos cidadãos, Santos, citado por Dias (2015), aponta, em síntese que abrange as correntes vinculadas ao aprofundamento democrático, três caminhos em torno da cidadania democrática, que são
I. criação de novas instâncias coletivas de decisão.
II. otimização dos prazos e custos quanto à implementação de políticas.
III. ampliação do aprofundamento das experiências de participação democrática.
IV. mobilização por direitos que ressignifiquem pensamentos, olhares, saberes e fazeres.
V. apropriação de valores que envolvem questões humanas e sociais da comunidade educativa.
VI. articulação entre esferas local, nacional e global, a compreender movimentos emancipatórios e contra hegemônicos.
Os três caminhos estão corretamente indicados em:
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Leia o texto a seguir.
“Um dos aspectos cruciais desta metodologia é o de propiciar o retorno à realidade, que permite aos atores, que participam de experiência, identificar aspectos insatisfatórios da realidade, visando um aprimoramento qualificado. Ainda, espera-se que o processo realizado pelos alunos lhes permita construir conhecimento fundamentado na realidade e com as atividades de elaboração intelectual em cada etapa do processo”.
Fonte: MATTAR, J.; CZESZAK, W.; CASTRO, J. G. D.; MOSER, A.; SILVA, J. F.; SILVA, M. A. Educação na contemporaneidade: aprendizagem, uso da tecnologia e metodologias ativas no ambiente escolar. In: GARCIA, Leandro Guimaraes; MARTINS, Tatiana Costa (org.). Possibilidades de aprendizagem e mediações do ensino com o uso das tecnologias digitais: desafios contemporâneos. Palmas: EdUFT, 2021. v. 1, p. 255-283.
O contexto acima refere-se a:
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