Foram encontradas 80 questões.
A Cia. Vermelha é controladora da Cia. Preta. A Cia. Vermelha é
auditada pela Cia. V e a Cia. Preta é auditada pela Cia. P.
Acerca do relatório do auditor em relação ao fato, assinale a afirmativa correta.
Acerca do relatório do auditor em relação ao fato, assinale a afirmativa correta.
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Uma empresa solicitou um financiamento de R$ 50.000,00 a ser
pago em um ano. O banco credor cobra uma taxa de juros
compostos de 20% a.a. com capitalizações semestrais. No ato da
liberação do dinheiro, a empresa pagou 2% sobre o total
(principal mais juros) a título de impostos. Dessa forma, o valor
liberado pelo banco foi menor do que o solicitado.
O custo real efetivo dessa transação foi de
O custo real efetivo dessa transação foi de
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Em direção à escola caminhavam 1 professor e 6 alunos. Cada
aluno carregava 6 estojos e, em cada estojo havia 6 lápis.
No total, quantas pessoas, estojos e lápis há nessa história?
No total, quantas pessoas, estojos e lápis há nessa história?
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Manoel possui tintas de 5 cores diferentes e deve pintar a
bandeira abaixo de forma que:
• cada região será pintada com uma única cor. • duas regiões vizinhas não podem ter a mesma cor.

O número de maneiras diferentes que Manoel pode pintar essa bandeira é
• cada região será pintada com uma única cor. • duas regiões vizinhas não podem ter a mesma cor.

O número de maneiras diferentes que Manoel pode pintar essa bandeira é
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Texto 1.
DESEJO DE CONHECER
“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela
primeira vez essa sentença inicial da Metafísica de Aristóteles,
mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero.
Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas
ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que
não queriam conhecer coisíssima alguma, que estavam
perfeitamente satisfeitas com suas ideias toscas sobre todos os
assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que, se
soubessem um pouco mais a respeito, suas opiniões seriam
melhores.
Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que
Aristóteles se referia à natureza humana em geral, e não à cabeça
dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos
nossos compatriotas era o desprezo humano pelo conhecimento,
acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus
símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia.
(fragmento adaptado)
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 10/01/2011.
“Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que não queriam conhecer coisíssima alguma...”.
Em relação ao segmento anterior do texto, esse fragmento tem valor de
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Texto 1.
DESEJO DE CONHECER
“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela
primeira vez essa sentença inicial da Metafísica de Aristóteles,
mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero.
Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas
ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que
não queriam conhecer coisíssima alguma, que estavam
perfeitamente satisfeitas com suas ideias toscas sobre todos os
assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que, se
soubessem um pouco mais a respeito, suas opiniões seriam
melhores.
Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que
Aristóteles se referia à natureza humana em geral, e não à cabeça
dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos
nossos compatriotas era o desprezo humano pelo conhecimento,
acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus
símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia.
(fragmento adaptado)
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 10/01/2011.
Sobre os componentes desse segmento do texto, assinale a afirmativa correta.
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Texto 1.
DESEJO DE CONHECER
“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela
primeira vez essa sentença inicial da Metafísica de Aristóteles,
mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero.
Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas
ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que
não queriam conhecer coisíssima alguma, que estavam
perfeitamente satisfeitas com suas ideias toscas sobre todos os
assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que, se
soubessem um pouco mais a respeito, suas opiniões seriam
melhores.
Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que
Aristóteles se referia à natureza humana em geral, e não à cabeça
dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos
nossos compatriotas era o desprezo humano pelo conhecimento,
acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus
símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia.
(fragmento adaptado)
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 10/01/2011.
Essa opinião do autor do texto foi
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Texto 1.
DESEJO DE CONHECER
“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela
primeira vez essa sentença inicial da Metafísica de Aristóteles,
mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero.
Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas
ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que
não queriam conhecer coisíssima alguma, que estavam
perfeitamente satisfeitas com suas ideias toscas sobre todos os
assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que, se
soubessem um pouco mais a respeito, suas opiniões seriam
melhores.
Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que
Aristóteles se referia à natureza humana em geral, e não à cabeça
dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos
nossos compatriotas era o desprezo humano pelo conhecimento,
acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus
símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia.
(fragmento adaptado)
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 10/01/2011.
Assinale a opção em que a utilidade de uma dessas ferramentas é indicada de forma inadequada.
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Texto 1.
DESEJO DE CONHECER
“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela
primeira vez essa sentença inicial da Metafísica de Aristóteles,
mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero.
Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas
ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que
não queriam conhecer coisíssima alguma, que estavam
perfeitamente satisfeitas com suas ideias toscas sobre todos os
assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que, se
soubessem um pouco mais a respeito, suas opiniões seriam
melhores.
Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que
Aristóteles se referia à natureza humana em geral, e não à cabeça
dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos
nossos compatriotas era o desprezo humano pelo conhecimento,
acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus
símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia.
(fragmento adaptado)
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 10/01/2011.
O vocábulo “conspícuo” mostra, no texto, o significado de
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Texto 1.
DESEJO DE CONHECER
“É natural no ser humano o desejo de conhecer.” Quando li pela
primeira vez essa sentença inicial da Metafísica de Aristóteles,
mais de quarenta anos atrás, ela me pareceu um grosso exagero.
Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas
ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que
não queriam conhecer coisíssima alguma, que estavam
perfeitamente satisfeitas com suas ideias toscas sobre todos os
assuntos, e que julgavam um acinte a mera sugestão de que, se
soubessem um pouco mais a respeito, suas opiniões seriam
melhores.
Precisei viajar um bocado pelo mundo para me dar conta de que
Aristóteles se referia à natureza humana em geral, e não à cabeça
dos brasileiros. De fato, o traço mais conspícuo da mente dos
nossos compatriotas era o desprezo humano pelo conhecimento,
acompanhado de um neurótico temor reverencial aos seus
símbolos exteriores: diplomas, cargos, espaço na mídia.
(fragmento adaptado)
Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 10/01/2011.
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