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Foram encontradas 220 questões.

74894 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO
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Sebastião comprou um quilo de batatas por R$ 1,45. Quanto Sebastião gastaria, em reais, para comprar 3 kg de batatas?

 

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74893 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO
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Enunciado 3537284-1

A balança apresentada na figura acima está equilibrada. Se no "prato" 2 as três latinhas têm o mesmo peso, cada uma dessas latinhas, em gramas, pesa:

 

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74892 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO
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Seu Manoel tinha em seu bar 18 caixas, cada uma com 24 latas de refrigerante. Se ele vendeu 68 latas de refrigerante no sábado e 85 no domingo, quantas latas de refrigerante sobraram?

 

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74891 Ano: 2005
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO
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Seu João comprou um rolo de 10 m de arame e utilizou um pedaço de 3,6 m para consertar a cerca de sua casa. Quantos metros de arame sobraram?

 

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74889 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO

Texto II


O caminho de volta


“Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro

no corpo!”, ralhava minha mãe. Nunca consegui

saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.

Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior

5 nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido

da frase, dá para entender que é alguma aflição que

nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,

não creio que seja defeito para um repórter. Pelo

menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde

10 partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,

onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com

velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem

lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso

garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer

15 esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista

francês, nos ensina que “feliz é quem, como Ulisses,

fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,

a viver o resto de seus dias entre os seus parentes”.


ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.

Observe:

I - “Sossega, menino,” (l.1 )

II - “Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior nessas coisas do povo, nada esclarece,” (l. 4-5)

III - “Bellay, poeta renascentista francês, nos ensina...” (l. 15-16)

Funciona(m) como aposto o(s) termo(s) negritado(s) na(s) frase(s):

 

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74888 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO

Texto II


O caminho de volta


“Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro

no corpo!”, ralhava minha mãe. Nunca consegui

saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.

Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior

5 nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido

da frase, dá para entender que é alguma aflição que

nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,

não creio que seja defeito para um repórter. Pelo

menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde

10 partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,

onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com

velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem

lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso

garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer

15 esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista

francês, nos ensina que “feliz é quem, como Ulisses,

fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,

a viver o resto de seus dias entre os seus parentes”.


ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.

De acordo com a norma culta da língua, assinale a frase em que a regência verbal está correta.

 

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74887 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO

Texto II


O caminho de volta


“Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro

no corpo!”, ralhava minha mãe. Nunca consegui

saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.

Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior

5 nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido

da frase, dá para entender que é alguma aflição que

nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,

não creio que seja defeito para um repórter. Pelo

menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde

10 partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,

onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com

velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem

lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso

garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer

15 esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista

francês, nos ensina que “feliz é quem, como Ulisses,

fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,

a viver o resto de seus dias entre os seus parentes”.


ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.

Considere as afirmações:

I - Nas lembranças da infância e nos livros de Câmara Cascudo, o cronista aprendeu o que é bicho-carpinteiro.

II - Os laços afetivos sempre trazem de volta à sua cidade o repórter que um dia partiu.

III - O texto de Joaquim du Bellay, citado na crônica, traça um ideal de vida.

De acordo com o texto, é(são) verdadeira(s) a(s) frase(s):

 

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74886 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO

Texto II


O caminho de volta


“Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro

no corpo!”, ralhava minha mãe. Nunca consegui

saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.

Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior

5 nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido

da frase, dá para entender que é alguma aflição que

nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,

não creio que seja defeito para um repórter. Pelo

menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde

10 partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,

onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com

velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem

lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso

garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer

15 esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista

francês, nos ensina que “feliz é quem, como Ulisses,

fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,

a viver o resto de seus dias entre os seus parentes”.


ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.

boas reportagens se bons jornalistas.

As formas verbais que completam corretamente a frase, de acordo com a norma culta da língua, são:

 

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74885 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO

Texto II


O caminho de volta


“Sossega, menino, parece que tem bicho-carpinteiro

no corpo!”, ralhava minha mãe. Nunca consegui

saber com exatidão como era o tal bicho-carpinteiro.

Luís da Câmara Cascudo, mestre de sapiência maior

5 nessas coisas do povo, nada esclarece, mas, pelo sentido

da frase, dá para entender que é alguma aflição que

nos faz viver num movimento perpétuo. Se é isso mesmo,

não creio que seja defeito para um repórter. Pelo

menos, nos faz sempre voltar para a cidade de onde

10 partimos, que é aquela cujas esquinas conhecemos,

onde esbarramos nas ruas com conhecidos ou com

velhos amigos, cujos cheiros, sons e cores nos trazem

lembranças. É muito bom ter para onde voltar, posso

garantir, tendo passado tantos anos proibido de fazer

15 esse retorno. Joaquim du Bellay, poeta renascentista

francês, nos ensina que “feliz é quem, como Ulisses,

fez uma bela viagem, e, depois, voltou, cheio de sabedoria,

a viver o resto de seus dias entre os seus parentes”.


ALVES, Marcio Moreira. O Globo. 18 dez. 2003.

Se é isso mesmo, não creio que seja defeito para um repórter.” (l. 7-8)

Dentro do contexto, a passagem em negrito constitui uma:

 

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74884 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: AL-TO

Indique a opção que apresenta um ERRO no uso do acento indicativo da crase.

 

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