Magna Concursos

Foram encontradas 345 questões.

O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
Em se tratando da sintaxe de colocação pronominal, assinale a alternativa, na qual, a descrição sobre a colocação do pronome negritado está corretamente justificada nos contextos que seguem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
As orações subordinadas são aquelas que dependem de outras orações no período e que não têm sentido completo se aparecerem isoladas. Assim sendo, assinale a alternativa em que há uma oração subordinada destacada corretamente classificada.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
Partindo da definição de sintaxe como sendo a parte da Gramática que estuda a disposição das palavras nos períodos, bem como a relação lógica entre elas, assinale a alternativa, na qual a função sintática do termo destacado nas orações está corretamente descrita entre parênteses.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
Partindo do conceito de regência verbal como sendo a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam ou os circunstanciam, assinale a alternativa que traz informação correta sobre essa relação nos períodos que seguem
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
“[...] afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz”. (linha 3) O verbo negritado, no trecho anterior, está corretamente transposto para a terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
A Morfologia é a parte da gramática que estuda as palavras, desde a sua estrutura e formação até as suas formas de flexão, organizando-se, assim, em categorias, conhecidas como classes de palavras. Logo, a partir dessa definição, analise a correlação termo destacado/ função morfológica entre parênteses para assinalar a alternativa correta
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
A partir dos sentidos possíveis para os termos destacados, no contexto seguinte, marque a alternativa correta.

“Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna, no mínimo, preocupante.” (linhas 2 a 5)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
“Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.” (linhas 11 e 12) O trecho entre aspas legitima o processo de variação linguística, o qual está corretamente tipificado e descrito como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
Quando o autor denomina seus eixos temáticos de “O maiúsculo e o minúsculo”, ele o faz por meio de um processo de substituições, valendo-se de uma relação de sentido entre tais palavras e a discussão que irá realizar. Dessa forma, há o uso de uma figura de linguagem denominada de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O maiúsculo e o minúsculo



É lastimável quando alguém simplifica em demasia as realidades complexas: perde a proporção dos fatos e se

põe a fazer afirmações desprovidas de qualquer fundamento. Enquanto essas simplificações permanecem nos limites do

idiossincrático, parece não haver maiores problemas, afinal cada um acredita naquilo que bem lhe apraz. Contudo, quando

essas simplificações ultrapassam tais limites e começam a sustentar ações para além do idiossincrático, a situação se torna,

no mínimo, preocupante.

É o que tem ocorrido ultimamente com certa discussão em torno da língua. Nessa área, há, sem dúvida, questões

maiúsculas a serem enfrentadas. O Brasil precisa desencadear um amplo debate com vista à elaboração de uma nova política

linguística para si, superando os efeitos deletérios de uma situação ainda muito mal resolvida entre nós.

Essa nova política deverá, entre outros aspectos, reconhecer o caráter multilíngue do país (o fato de o português ser

hegemônico não nos deve cegar para as muitas línguas indígenas, europeias e asiáticas que aqui se falam, multiplicidade que

constitui parte significativa do patrimônio cultural brasileiro). Ao mesmo tempo, deverá reconhecer a grande e rica diversidade

do português falado aqui, vencendo, de vez, o mito da língua única e homogênea.

Será preciso incluir, nessa nova política, um combate sistemático a todos os preconceitos linguísticos que afetam

nossas relações sociais e que constituem pesado fator de exclusão social. E incluir, ainda, um incentivo permanente à

pesquisa científica da complexa realidade linguística nacional e à ampla divulgação de seus resultados, estimulando com

isso, por exemplo, um registro mais adequado, em gramáticas e dicionários, da norma-padrão real, bem como das demais

variedades do português, viabilizando uma comparação sistemática de todas elas, como forma de subsidiar o acesso escolar

(hoje tão precarizado) ao padrão oral e escrito.

Apesar de termos essas tarefas maiúsculas à frente, foi uma questão minúscula que, a partir de uma grosseira

simplificação dos fatos, acabou por tomar corpo em prejuízo de todo o resto: a presença de palavras da língua inglesa em

nosso cotidiano.

Uma observação cuidadosa e honesta dos fatos nos mostra que, proporcionalmente ao tamanho do nosso léxico

(composto por cerca de 500 mil palavras), esses estrangeirismos não passam de uma insignificante gota d’água (algumas

poucas dezenas) num imenso oceano.

Mostra-nos ainda mais (e aqui um dado fundamental): muitos deles, pelas próprias ações dos falantes, estão já em

pleno refluxo (a maioria terá, como em qualquer outra época da história da língua, vida efêmera).

Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.






Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1305200117.htm. Acesso em 11 nov.2023. Adaptado.
A intencionalidade discursiva do texto em análise gira em torno de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas