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Um servidor da Assembleia Legislativa afirma que “a falta sem razão eminente causa a exoneração”. A contra positiva dessa afirmação, que do ponto de vista da lógica é equivalente à sentença condicional desse servidor, é
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Em determinado setor da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, trabalham 200 pessoas, das quais 92 possuem ensino superior. Constatou-se, também, que, dos 56 servidores que falavam inglês, 12 não possuíam o ensino superior. Ao abordar um servidor qualquer desse setor, qual é a probabilidade de ele possuir ensino superior e não falar inglês?
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João é o responsável por arquivar, diariamente, as pastas com documentos dos servidores da Assembleia Legislativa. Em determinado dia, ele recebeu 176 pastas para serem arquivadas. A razão entre o número de pastas que João arquivou no período da manhã e o número de pastas que João arquivou no período da tarde foi de \( \dfrac{6}{5} \). Assinale a alternativa que apresenta a soma dos algarismos do número que representa a quantidade de pastas que João arquivou no período da manhã
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Luíz e João são servidores da Assembleia Legislativa e são responsáveis por organizarem os documentos contratuais de algumas licitações.
Em um diálogo entre os dois, surgem duas proposições:
Luíz diz: - Todas as pastas de arquivos são identificadas por um número de 5 algarismos!
João diz: - Você está mentindo!
Se a proposição de João é verdadeira, podemos concluir que
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
Considerando que a redação oficial é o modo por meio do qual o Poder Público produz comunicações oficiais e atos normativos, é INCORRETO afirmar que ela se caracteriza
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- Documentos OficiaisAviso
- Documentos OficiaisConvite
- Documentos OficiaisMemorando
- Documentos OficiaisOfício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisTipos de documentoExposição de Motivos 1
Considere uma situação hipotética na qual o presidente da Assembleia Legislativa deva convidar os Ministros de Estado para a abertura de um evento oficial. Para isso, o presidente deve enviar às referidas autoridades um expediente no gênero textual
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Sobre o uso de pronomes de tratamento na redação oficial, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Quando um documento é dirigido ao Presidente da República, a forma correta do vocativo é “Ilustríssimo Senhor Presidente da República”.
( ) Em documentos de comunicação oficial endereçados a uma autoridade, não se deve usar a palavra “Digníssimo” no vocativo.
( ) Excetuando-se as comunicações dirigidas aos Chefes de Poder, na comunicação dirigida a uma autoridade tratada por Vossa Excelência, o vocativo deve ser “Senhor” ou “Senhora” seguido pelo respectivo cargo.
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IPÊS AMARELOS
Drauzio Varella
Os ipês amarelos estão em festa na cidade. Na secura do inverno, eles se despem das folhas para poupar energia. Fingem-se de mortos, até nos surpreender com o desabrochar de uma profusão de flores com pétalas que se juntam como cálices delicados que, ao despencar dos galhos, rodopiam em espiral para tecer um tapete amarelo que forra o asfalto e a calçada ao redor do tronco.
Há de todos os tamanhos. Alguns são crianças que aos 2 ou 3 anos já medem 3 metros, idade suficiente para criar as primeiras flores, ainda esparsas, distantes umas das outras. Outros, em compensação, são árvores majestosas de tronco rijo, que atingem 20 ou 30 metros de altura, com galhos emaranhados em copas de 5 ou 6 metros de diâmetro, nas quais expõem um buquê amarelo visível a quilômetros de distância.
Senhores do que restou da Mata Atlântica, conscientes de que viver em São Paulo exige resiliência, sobrevivem em qualquer canto. Um deles, plantado no canteiro que separa as duas pistas da rua da Consolação, junto ao cemitério do mesmo nome, é um escândalo florido. Ergue-se altaneiro sobre um corredor de ônibus que trafegam nos dois sentidos, alheio à fuligem projetada contra seu corpo, dia e noite. Ele retribui com um arranjo floral, que encanta os olhos dos motoristas, a agressão perpetrada pelo trânsito.
A beleza é efêmera, no entanto: em uma semana as flores serão varridas das calçadas e esmagadas pelos pneus que passam sem vê-las.
No processo de seleção natural, levaram vantagem evolutiva os ipês mais floridos, capazes de atrair mais insetos para a polinização, processo essencial para a formação das vagens compridas que protegem as sementes aveludadas, capazes de viajar ao sabor do vento para germinar e perpetuar a espécie.
A São Paulo da minha infância era cinzenta. Quem pretendesse descansar a vista num verde, precisava ir aos limites da zona urbana. As únicas árvores cultivadas eram as frutíferas, nos quintais.
A partir dos anos 1950, a cidade começou a ser arborizada, de início timidamente; de forma sistemática nas últimas décadas.
Hoje, entre outras, temos tipuanas de troncos enormes, com copas que chegam à calçada oposta e espalham milhares de flores amarelas miúdas pelo chão; sibipirunas que dão flores empoleiradas no topo das copas, como se fossem canários pousados; jacarandás mimosos de flores roxas; paus-ferro de troncos brancos, muito altos; quaresmeiras; figueiras de folhagem exuberante; e jerivás, palmeiras com cachos de coquinhos alaranjados que atraem pássaros e o zumbido das abelhas.
São Paulo está longe de ser arborizada. A consciência de que o verde e as flores a tornam mais humana ficou evidente até para os paulistas que andam para lá e para cá ensimesmados, com os olhos no trânsito, nas calçadas e nos transeuntes sem se dar conta da existência das árvores.
Para o ipê da rua da Consolação nossa apatia distraída não faz a menor diferença. Se vier uma epidemia capaz de varrer a humanidade da face da Terra, no inverno seguinte ele estará lá, frondoso, abarrotado de flores amarelas que o vento irá derrubar.
Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ipes-amarelos-artigo/. Acesso em: 11 jul. 2022.
Considerando os excertos retirados do texto “Ipês Amarelos”, assinale a alternativa correta.
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IPÊS AMARELOS
Drauzio Varella
Os ipês amarelos estão em festa na cidade. Na secura do inverno, eles se despem das folhas para poupar energia. Fingem-se de mortos, até nos surpreender com o desabrochar de uma profusão de flores com pétalas que se juntam como cálices delicados que, ao despencar dos galhos, rodopiam em espiral para tecer um tapete amarelo que forra o asfalto e a calçada ao redor do tronco.
Há de todos os tamanhos. Alguns são crianças que aos 2 ou 3 anos já medem 3 metros, idade suficiente para criar as primeiras flores, ainda esparsas, distantes umas das outras. Outros, em compensação, são árvores majestosas de tronco rijo, que atingem 20 ou 30 metros de altura, com galhos emaranhados em copas de 5 ou 6 metros de diâmetro, nas quais expõem um buquê amarelo visível a quilômetros de distância.
Senhores do que restou da Mata Atlântica, conscientes de que viver em São Paulo exige resiliência, sobrevivem em qualquer canto. Um deles, plantado no canteiro que separa as duas pistas da rua da Consolação, junto ao cemitério do mesmo nome, é um escândalo florido. Ergue-se altaneiro sobre um corredor de ônibus que trafegam nos dois sentidos, alheio à fuligem projetada contra seu corpo, dia e noite. Ele retribui com um arranjo floral, que encanta os olhos dos motoristas, a agressão perpetrada pelo trânsito.
A beleza é efêmera, no entanto: em uma semana as flores serão varridas das calçadas e esmagadas pelos pneus que passam sem vê-las.
No processo de seleção natural, levaram vantagem evolutiva os ipês mais floridos, capazes de atrair mais insetos para a polinização, processo essencial para a formação das vagens compridas que protegem as sementes aveludadas, capazes de viajar ao sabor do vento para germinar e perpetuar a espécie.
A São Paulo da minha infância era cinzenta. Quem pretendesse descansar a vista num verde, precisava ir aos limites da zona urbana. As únicas árvores cultivadas eram as frutíferas, nos quintais.
A partir dos anos 1950, a cidade começou a ser arborizada, de início timidamente; de forma sistemática nas últimas décadas.
Hoje, entre outras, temos tipuanas de troncos enormes, com copas que chegam à calçada oposta e espalham milhares de flores amarelas miúdas pelo chão; sibipirunas que dão flores empoleiradas no topo das copas, como se fossem canários pousados; jacarandás mimosos de flores roxas; paus-ferro de troncos brancos, muito altos; quaresmeiras; figueiras de folhagem exuberante; e jerivás, palmeiras com cachos de coquinhos alaranjados que atraem pássaros e o zumbido das abelhas.
São Paulo está longe de ser arborizada. A consciência de que o verde e as flores a tornam mais humana ficou evidente até para os paulistas que andam para lá e para cá ensimesmados, com os olhos no trânsito, nas calçadas e nos transeuntes sem se dar conta da existência das árvores.
Para o ipê da rua da Consolação nossa apatia distraída não faz a menor diferença. Se vier uma epidemia capaz de varrer a humanidade da face da Terra, no inverno seguinte ele estará lá, frondoso, abarrotado de flores amarelas que o vento irá derrubar.
Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ipes-amarelos-artigo/. Acesso em: 11 jul. 2022.
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no excerto retirado do texto “Ipês amarelos” pode, sem prejuízo semântico, ser substituída pela palavra ou expressão indicada na sequência.
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- SintaxeConcordânciaConcordância Verbal
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaAdvérbiosTipos dos Advérbios
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoCoesão Referencial
IPÊS AMARELOS
Drauzio Varella
Os ipês amarelos estão em festa na cidade. Na secura do inverno, eles se despem das folhas para poupar energia. Fingem-se de mortos, até nos surpreender com o desabrochar de uma profusão de flores com pétalas que se juntam como cálices delicados que, ao despencar dos galhos, rodopiam em espiral para tecer um tapete amarelo que forra o asfalto e a calçada ao redor do tronco.
Há de todos os tamanhos. Alguns são crianças que aos 2 ou 3 anos já medem 3 metros, idade suficiente para criar as primeiras flores, ainda esparsas, distantes umas das outras. Outros, em compensação, são árvores majestosas de tronco rijo, que atingem 20 ou 30 metros de altura, com galhos emaranhados em copas de 5 ou 6 metros de diâmetro, nas quais expõem um buquê amarelo visível a quilômetros de distância.
Senhores do que restou da Mata Atlântica, conscientes de que viver em São Paulo exige resiliência, sobrevivem em qualquer canto. Um deles, plantado no canteiro que separa as duas pistas da rua da Consolação, junto ao cemitério do mesmo nome, é um escândalo florido. Ergue-se altaneiro sobre um corredor de ônibus que trafegam nos dois sentidos, alheio à fuligem projetada contra seu corpo, dia e noite. Ele retribui com um arranjo floral, que encanta os olhos dos motoristas, a agressão perpetrada pelo trânsito.
A beleza é efêmera, no entanto: em uma semana as flores serão varridas das calçadas e esmagadas pelos pneus que passam sem vê-las.
No processo de seleção natural, levaram vantagem evolutiva os ipês mais floridos, capazes de atrair mais insetos para a polinização, processo essencial para a formação das vagens compridas que protegem as sementes aveludadas, capazes de viajar ao sabor do vento para germinar e perpetuar a espécie.
A São Paulo da minha infância era cinzenta. Quem pretendesse descansar a vista num verde, precisava ir aos limites da zona urbana. As únicas árvores cultivadas eram as frutíferas, nos quintais.
A partir dos anos 1950, a cidade começou a ser arborizada, de início timidamente; de forma sistemática nas últimas décadas.
Hoje, entre outras, temos tipuanas de troncos enormes, com copas que chegam à calçada oposta e espalham milhares de flores amarelas miúdas pelo chão; sibipirunas que dão flores empoleiradas no topo das copas, como se fossem canários pousados; jacarandás mimosos de flores roxas; paus-ferro de troncos brancos, muito altos; quaresmeiras; figueiras de folhagem exuberante; e jerivás, palmeiras com cachos de coquinhos alaranjados que atraem pássaros e o zumbido das abelhas.
São Paulo está longe de ser arborizada. A consciência de que o verde e as flores a tornam mais humana ficou evidente até para os paulistas que andam para lá e para cá ensimesmados, com os olhos no trânsito, nas calçadas e nos transeuntes sem se dar conta da existência das árvores.
Para o ipê da rua da Consolação nossa apatia distraída não faz a menor diferença. Se vier uma epidemia capaz de varrer a humanidade da face da Terra, no inverno seguinte ele estará lá, frondoso, abarrotado de flores amarelas que o vento irá derrubar.
Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ipes-amarelos-artigo/. Acesso em: 11 jul. 2022.
Considerando os excertos extraídos do texto “Ipês Amarelos”, assinale a alternativa correta.
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