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CIÊNCIA E A PERCEPÇÃO INTUITIVA DAS CRIANÇAS

Drauzio Varella

A dificuldade para aceitar fatos científicos é universal na espécie humana. Por isso, por exemplo, tanta gente não sai de casa antes de ler o horóscopo.

Em artigo publicado na revista Science, Paul Bloom e Deena Weisberg, que pertencem ao Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, atribuem essa dificuldade a duas características psicológicas das crianças: a primeira, diz respeito ao que elas sabem, e a segunda, a como elas aprendem, conforme os estudos que foram desenvolvidos pelos pesquisadores.

Hoje sabemos que o cérebro das crianças está longe de ser um livro em branco. Bebês de um ano possuem noções claras sobre o mundo físico e o universo das relações sociais. Da mesma forma, percebem que as pessoas respondem a estímulos físicos e sociais, agem e reagem segundo seus objetivos e de acordo com as emoções daquele momento.

Se de um lado tais intuições infantis servem como ponto de partida para entender o universo racional, de outro podem chocar-se com qualquer evidência experimental que esteja em desacordo com elas.

Por exemplo, a percepção de que os objetos caem no chão, adquirida na mais tenra idade, pode dificultar a aceitação de que a Terra é esférica. Como as pessoas situadas no lado oposto não despencam? Apenas aos oito ou nove anos de idade é que esse conceito se torna compreensível.

Em sua ingenuidade, as crianças tendem a achar que tudo foi criado para atender a determinada finalidade, propensão chamada de teleologia promíscua. Para quem tem quatro anos, as borboletas foram feitas para voar, as flores para embelezar, os cachorros para guardar a casa e os golfinhos para fazer acrobacias.

No futuro, essa característica poderá se tornar incompatível com a ideia de que a vida surgiu por acaso e que chegou até nós através da seleção natural.

O caso do dualismo entre cérebro e mente é didático. Para as crianças, parte considerável da vida mental nada tem a ver com o sistema nervoso. Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.

Numa experiência clássica, alunos da pré-escola foram colocados diante da questão: “O que aconteceria se um cérebro humano fosse transplantado para um porco?” A maioria respondeu que o animal ficaria muito inteligente, mas que conservaria os desejos e a vida mental de um porco.

A crença nesse dualismo representará um obstáculo para aceitar a lógica de que a vida mental emerge a partir de eventos físico-químicos.

Na vida adulta, avaliar a lógica de uma teoria nem sempre está a nosso alcance. Quantos são capazes de julgar se existe coerência entre a teoria da relatividade e a mecânica quântica, ou avaliar a profundidade das ideias de Darwin e Wallace?

Para fazê-lo, os adultos geralmente se baseiam na credibilidade dos que defendem essas ideias. A criança faz o mesmo. Aos quatro ou cinco anos, ela já sabe que um adulto merece mais crédito quando sua opinião é conflitante com a de outra criança. E que, numa competição de resultado incerto, o contendor que reconhece ter perdido merece mais crédito do que aquele que se declara vencedor.

Esses estudos sugerem que a resistência ao pensamento científico surge nas crianças, quando as evidências se chocam com suas expectativas intuitivas, e que essa resistência poderá ser reforçada na vida adulta.

Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ciencia-e-a-percepcao-intuitiva-das-criancas-artigo/. Acesso em: 30 jun. 2022.

No texto “Ciência e a percepção intuitiva das crianças”, a palavra “que” é utilizada inúmeras vezes com funções diversas entre si. Qual das alternativas a seguir apresenta um trecho do texto no qual o “que” funciona como pronome relativo?

 

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CIÊNCIA E A PERCEPÇÃO INTUITIVA DAS CRIANÇAS

Drauzio Varella

A dificuldade para aceitar fatos científicos é universal na espécie humana. Por isso, por exemplo, tanta gente não sai de casa antes de ler o horóscopo.

Em artigo publicado na revista Science, Paul Bloom e Deena Weisberg, que pertencem ao Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, atribuem essa dificuldade a duas características psicológicas das crianças: a primeira, diz respeito ao que elas sabem, e a segunda, a como elas aprendem, conforme os estudos que foram desenvolvidos pelos pesquisadores.

Hoje sabemos que o cérebro das crianças está longe de ser um livro em branco. Bebês de um ano possuem noções claras sobre o mundo físico e o universo das relações sociais. Da mesma forma, percebem que as pessoas respondem a estímulos físicos e sociais, agem e reagem segundo seus objetivos e de acordo com as emoções daquele momento.

Se de um lado tais intuições infantis servem como ponto de partida para entender o universo racional, de outro podem chocar-se com qualquer evidência experimental que esteja em desacordo com elas.

Por exemplo, a percepção de que os objetos caem no chão, adquirida na mais tenra idade, pode dificultar a aceitação de que a Terra é esférica. Como as pessoas situadas no lado oposto não despencam? Apenas aos oito ou nove anos de idade é que esse conceito se torna compreensível.

Em sua ingenuidade, as crianças tendem a achar que tudo foi criado para atender a determinada finalidade, propensão chamada de teleologia promíscua. Para quem tem quatro anos, as borboletas foram feitas para voar, as flores para embelezar, os cachorros para guardar a casa e os golfinhos para fazer acrobacias.

No futuro, essa característica poderá se tornar incompatível com a ideia de que a vida surgiu por acaso e que chegou até nós através da seleção natural.

O caso do dualismo entre cérebro e mente é didático. Para as crianças, parte considerável da vida mental nada tem a ver com o sistema nervoso. Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.

Numa experiência clássica, alunos da pré-escola foram colocados diante da questão: “O que aconteceria se um cérebro humano fosse transplantado para um porco?” A maioria respondeu que o animal ficaria muito inteligente, mas que conservaria os desejos e a vida mental de um porco.

A crença nesse dualismo representará um obstáculo para aceitar a lógica de que a vida mental emerge a partir de eventos físico-químicos.

Na vida adulta, avaliar a lógica de uma teoria nem sempre está a nosso alcance. Quantos são capazes de julgar se existe coerência entre a teoria da relatividade e a mecânica quântica, ou avaliar a profundidade das ideias de Darwin e Wallace?

Para fazê-lo, os adultos geralmente se baseiam na credibilidade dos que defendem essas ideias. A criança faz o mesmo. Aos quatro ou cinco anos, ela já sabe que um adulto merece mais crédito quando sua opinião é conflitante com a de outra criança. E que, numa competição de resultado incerto, o contendor que reconhece ter perdido merece mais crédito do que aquele que se declara vencedor.

Esses estudos sugerem que a resistência ao pensamento científico surge nas crianças, quando as evidências se chocam com suas expectativas intuitivas, e que essa resistência poderá ser reforçada na vida adulta.

Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ciencia-e-a-percepcao-intuitiva-das-criancas-artigo/. Acesso em: 30 jun. 2022.

Considerando os excertos retirados do texto “Ciência e a percepção intuitiva das crianças”, assinale a alternativa correta.

 

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CIÊNCIA E A PERCEPÇÃO INTUITIVA DAS CRIANÇAS

Drauzio Varella

A dificuldade para aceitar fatos científicos é universal na espécie humana. Por isso, por exemplo, tanta gente não sai de casa antes de ler o horóscopo.

Em artigo publicado na revista Science, Paul Bloom e Deena Weisberg, que pertencem ao Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, atribuem essa dificuldade a duas características psicológicas das crianças: a primeira, diz respeito ao que elas sabem, e a segunda, a como elas aprendem, conforme os estudos que foram desenvolvidos pelos pesquisadores.

Hoje sabemos que o cérebro das crianças está longe de ser um livro em branco. Bebês de um ano possuem noções claras sobre o mundo físico e o universo das relações sociais. Da mesma forma, percebem que as pessoas respondem a estímulos físicos e sociais, agem e reagem segundo seus objetivos e de acordo com as emoções daquele momento.

Se de um lado tais intuições infantis servem como ponto de partida para entender o universo racional, de outro podem chocar-se com qualquer evidência experimental que esteja em desacordo com elas.

Por exemplo, a percepção de que os objetos caem no chão, adquirida na mais tenra idade, pode dificultar a aceitação de que a Terra é esférica. Como as pessoas situadas no lado oposto não despencam? Apenas aos oito ou nove anos de idade é que esse conceito se torna compreensível.

Em sua ingenuidade, as crianças tendem a achar que tudo foi criado para atender a determinada finalidade, propensão chamada de teleologia promíscua. Para quem tem quatro anos, as borboletas foram feitas para voar, as flores para embelezar, os cachorros para guardar a casa e os golfinhos para fazer acrobacias.

No futuro, essa característica poderá se tornar incompatível com a ideia de que a vida surgiu por acaso e que chegou até nós através da seleção natural.

O caso do dualismo entre cérebro e mente é didático. Para as crianças, parte considerável da vida mental nada tem a ver com o sistema nervoso. Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.

Numa experiência clássica, alunos da pré-escola foram colocados diante da questão: “O que aconteceria se um cérebro humano fosse transplantado para um porco?” A maioria respondeu que o animal ficaria muito inteligente, mas que conservaria os desejos e a vida mental de um porco.

A crença nesse dualismo representará um obstáculo para aceitar a lógica de que a vida mental emerge a partir de eventos físico-químicos.

Na vida adulta, avaliar a lógica de uma teoria nem sempre está a nosso alcance. Quantos são capazes de julgar se existe coerência entre a teoria da relatividade e a mecânica quântica, ou avaliar a profundidade das ideias de Darwin e Wallace?

Para fazê-lo, os adultos geralmente se baseiam na credibilidade dos que defendem essas ideias. A criança faz o mesmo. Aos quatro ou cinco anos, ela já sabe que um adulto merece mais crédito quando sua opinião é conflitante com a de outra criança. E que, numa competição de resultado incerto, o contendor que reconhece ter perdido merece mais crédito do que aquele que se declara vencedor.

Esses estudos sugerem que a resistência ao pensamento científico surge nas crianças, quando as evidências se chocam com suas expectativas intuitivas, e que essa resistência poderá ser reforçada na vida adulta.

Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ciencia-e-a-percepcao-intuitiva-das-criancas-artigo/. Acesso em: 30 jun. 2022.

Observe o excerto retirado do texto “Ciência e a percepção intuitiva das crianças”: “Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.” e assinale a alternativa cujas alterações mantêm as relações sintáticas e semânticas originais.

 

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A dificuldade para aceitar fatos científicos é universal na espécie humana. Por isso, por exemplo, tanta gente não sai de casa antes de ler o horóscopo.

Em artigo publicado na revista Science, Paul Bloom e Deena Weisberg, que pertencem ao Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, atribuem essa dificuldade a duas características psicológicas das crianças: a primeira, diz respeito ao que elas sabem, e a segunda, a como elas aprendem, conforme os estudos que foram desenvolvidos pelos pesquisadores.

Hoje sabemos que o cérebro das crianças está longe de ser um livro em branco. Bebês de um ano possuem noções claras sobre o mundo físico e o universo das relações sociais. Da mesma forma, percebem que as pessoas respondem a estímulos físicos e sociais, agem e reagem segundo seus objetivos e de acordo com as emoções daquele momento.

Se de um lado tais intuições infantis servem como ponto de partida para entender o universo racional, de outro podem chocar-se com qualquer evidência experimental que esteja em desacordo com elas.

Por exemplo, a percepção de que os objetos caem no chão, adquirida na mais tenra idade, pode dificultar a aceitação de que a Terra é esférica. Como as pessoas situadas no lado oposto não despencam? Apenas aos oito ou nove anos de idade é que esse conceito se torna compreensível.

Em sua ingenuidade, as crianças tendem a achar que tudo foi criado para atender a determinada finalidade, propensão chamada de teleologia promíscua. Para quem tem quatro anos, as borboletas foram feitas para voar, as flores para embelezar, os cachorros para guardar a casa e os golfinhos para fazer acrobacias.

No futuro, essa característica poderá se tornar incompatível com a ideia de que a vida surgiu por acaso e que chegou até nós através da seleção natural.

O caso do dualismo entre cérebro e mente é didático. Para as crianças, parte considerável da vida mental nada tem a ver com o sistema nervoso. Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.

Numa experiência clássica, alunos da pré-escola foram colocados diante da questão: “O que aconteceria se um cérebro humano fosse transplantado para um porco?” A maioria respondeu que o animal ficaria muito inteligente, mas que conservaria os desejos e a vida mental de um porco.

A crença nesse dualismo representará um obstáculo para aceitar a lógica de que a vida mental emerge a partir de eventos físico-químicos.

Na vida adulta, avaliar a lógica de uma teoria nem sempre está a nosso alcance. Quantos são capazes de julgar se existe coerência entre a teoria da relatividade e a mecânica quântica, ou avaliar a profundidade das ideias de Darwin e Wallace?

Para fazê-lo, os adultos geralmente se baseiam na credibilidade dos que defendem essas ideias. A criança faz o mesmo. Aos quatro ou cinco anos, ela já sabe que um adulto merece mais crédito quando sua opinião é conflitante com a de outra criança. E que, numa competição de resultado incerto, o contendor que reconhece ter perdido merece mais crédito do que aquele que se declara vencedor.

Esses estudos sugerem que a resistência ao pensamento científico surge nas crianças, quando as evidências se chocam com suas expectativas intuitivas, e que essa resistência poderá ser reforçada na vida adulta.

Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ciencia-e-a-percepcao-intuitiva-das-criancas-artigo/. Acesso em: 30 jun. 2022.

Observe os excertos a seguir retirados do texto “Ciência e a percepção intuitiva das crianças” e assinale a alternativa em que se estabelece uma relação semântica de condição.

 

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A dificuldade para aceitar fatos científicos é universal na espécie humana. Por isso, por exemplo, tanta gente não sai de casa antes de ler o horóscopo.

Em artigo publicado na revista Science, Paul Bloom e Deena Weisberg, que pertencem ao Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, atribuem essa dificuldade a duas características psicológicas das crianças: a primeira, diz respeito ao que elas sabem, e a segunda, a como elas aprendem, conforme os estudos que foram desenvolvidos pelos pesquisadores.

Hoje sabemos que o cérebro das crianças está longe de ser um livro em branco. Bebês de um ano possuem noções claras sobre o mundo físico e o universo das relações sociais. Da mesma forma, percebem que as pessoas respondem a estímulos físicos e sociais, agem e reagem segundo seus objetivos e de acordo com as emoções daquele momento.

Se de um lado tais intuições infantis servem como ponto de partida para entender o universo racional, de outro podem chocar-se com qualquer evidência experimental que esteja em desacordo com elas.

Por exemplo, a percepção de que os objetos caem no chão, adquirida na mais tenra idade, pode dificultar a aceitação de que a Terra é esférica. Como as pessoas situadas no lado oposto não despencam? Apenas aos oito ou nove anos de idade é que esse conceito se torna compreensível.

Em sua ingenuidade, as crianças tendem a achar que tudo foi criado para atender a determinada finalidade, propensão chamada de teleologia promíscua. Para quem tem quatro anos, as borboletas foram feitas para voar, as flores para embelezar, os cachorros para guardar a casa e os golfinhos para fazer acrobacias.

No futuro, essa característica poderá se tornar incompatível com a ideia de que a vida surgiu por acaso e que chegou até nós através da seleção natural.

O caso do dualismo entre cérebro e mente é didático. Para as crianças, parte considerável da vida mental nada tem a ver com o sistema nervoso. Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.

Numa experiência clássica, alunos da pré-escola foram colocados diante da questão: “O que aconteceria se um cérebro humano fosse transplantado para um porco?” A maioria respondeu que o animal ficaria muito inteligente, mas que conservaria os desejos e a vida mental de um porco.

A crença nesse dualismo representará um obstáculo para aceitar a lógica de que a vida mental emerge a partir de eventos físico-químicos.

Na vida adulta, avaliar a lógica de uma teoria nem sempre está a nosso alcance. Quantos são capazes de julgar se existe coerência entre a teoria da relatividade e a mecânica quântica, ou avaliar a profundidade das ideias de Darwin e Wallace?

Para fazê-lo, os adultos geralmente se baseiam na credibilidade dos que defendem essas ideias. A criança faz o mesmo. Aos quatro ou cinco anos, ela já sabe que um adulto merece mais crédito quando sua opinião é conflitante com a de outra criança. E que, numa competição de resultado incerto, o contendor que reconhece ter perdido merece mais crédito do que aquele que se declara vencedor.

Esses estudos sugerem que a resistência ao pensamento científico surge nas crianças, quando as evidências se chocam com suas expectativas intuitivas, e que essa resistência poderá ser reforçada na vida adulta.

Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ciencia-e-a-percepcao-intuitiva-das-criancas-artigo/. Acesso em: 30 jun. 2022.

A partir das informações encontradas no texto “Ciência e a percepção intuitiva das crianças”, é correto afirmar que

 

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3317121 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: AOCP
Orgão: ALERN

Considerando a NBC TSP 04 – Estoques, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3317120 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: AOCP
Orgão: ALERN

O município AFO, após regular constituição de um de seus créditos tributários por meio do lançamento, obteve a arrecadação deste.

Assinale a alternativa que apresenta o registro contábil de natureza orçamentária que deve ser feito pela entidade nesse momento.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3317119 Ano: 2022
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: ALERN

Considerando assuntos relacionados à execução orçamentária, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3317118 Ano: 2022
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: ALERN

Em relação à elaboração e à aprovação de orçamento, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3317117 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: AOCP
Orgão: ALERN

Considerando a NBC TSP 01 – Receita de Transação sem Contraprestação – e a NBC TSP 02 – Receita de Transação com Contraprestação –, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Os ativos oriundos de transações tributárias, enquanto não efetivamente arrecadados, devem ser mensurados pela melhor estimativa de entrada de recursos para a entidade, que deve desenvolver políticas contábeis em conformidade com as exigências da norma em comento, as quais devem levar em consideração tanto a probabilidade de que os recursos oriundos de transações tributárias fluam para o governo quanto o valor justo dos ativos resultantes.

( ) As transferências (monetárias ou não monetárias), incluindo subsídios, perdão de dívidas, multas, heranças, presentes e doações, são consideradas Receita de Transação sem Contraprestação.

( ) Transação com Contraprestação é aquela em que a entidade recebe ativos ou serviços, ou tem passivos extintos, e diretamente entrega em troca um valor aproximadamente equivalente (prioritariamente sob a forma de dinheiro, bens, serviços ou uso de ativos) à outra parte.

 

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