Foram encontradas 50 questões.
José precisa dividir R$1.200,00 em partes diretamente proporcionais a 5 e 7. Qual é a diferença entre as duas partes?
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Uma pesquisa feita em uma Escola entre os 280 alunos do turno da Noite concluiu que 90% dos alunos trabalham. Entre os alunos participantes desta pesquisa, quantos não trabalham?
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Quatro pessoas (A, B, C e D) concorreram à liderança de um partido político. A cada membro do partido foi permitido votar em dois candidatos. Houve 120 votos para A e B, 150 votos para C e D, 80 votos para B e C e 68 votos para A e D. Após a apuração dos votos verificou-se que:
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O retângulo representado abaixo possui área de 16m² . A medida de seu perímetro é de, aproximadamente:

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vida de belos e famosos, as celebridades, é destaque nas revistas de grande circulação nacional, mesmo que tratadas de uma maneira depreciativa, às vezes. O texto a seguir está inserido na seção Gente, da Revista Veja, leia-o e responda o que se pede.
REBOLATION, BADALATION, FATURATION
Derretendo sob um calor de rachar, famosos que vieram do frio ganharam muito dinheiro e muita atenção no Carnaval.
Nada, porém, que desviasse o foco.
Afinal, quem consegue desgrudar os olhos de tantos corpos malhados, inflados, orkutizados? Resposta: ninguém - nem quem treinou em serviço secreto.
Digna e esculpidíssima representante das halterofilistas do samba, GRACIANNE BARBOSA, 26, exibiu o abdômen mais rasgado das avenidas - fez o eixo Rio - São Paulo. Missão cumprida, relaxou, certo? Nada disso: na Quarta-Feira de Cinzas, correu para a academia e recomeçou os treinos de musculação.
''Gosto de ficar malhadona o ano inteiro'', diz. O único pecado que se permitiu cometer foi comer dois pedaços de bolo de banana. ''E já foi muito''.
Se por qualquer coisinha PARIS HILTON, 29, dá show, imaginem pelo 700 000 dólares que ganhou para ser garota propaganda da cerveja que é sinônimo de quem é dada a libertinagens. Diante dos fotógrafos, arrastou-se pelo chão, sacudiu o Orkut, fez carão de latinha na mão. No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila - cujo fornecimento garantiu em contrato. “Esta cerveja foi criada para ter cara e gosto de coisa carioca. Paris Hilton é uma patricinha de Hollywood”, criticou Marcello Macedo, um dos criadores da marca lançada em 2002 e vendida cinco anos depois.
Antes de entrar no sambódromo, como uma visão de graça e balanço, PAOLA OLIVEIRA, 27 anos, recebeu orientação expressa na diretoria da Grande Rio, da qual foi rainha da bateria, para não fazer o gesto do número 1, pois isso poderia levar a escola a perder pontos. Mas faturamento é faturamento. “Foi espontâneo. Não afrontei ninguém. Era só uma menção ao camarote citado no enredo”, argumenta. Por coincidência, é também o camarote onde foi “musa” por um cachê estimado em 100 000 reais.
Apesar dos aplausos a escola deve dispensá-la no ano que vem em nome de um “rodízio natural”. Paola faz que não liga: “A rotina do carnaval é muito pesada. Não sei se quero voltar a desfilar”.
Ele rebolou tanto na semana do carnaval que precisou chamar um massagista para dar conta dos quadris doloridos. O baiano (que mais?) LÉO SANTANA, 21, quase 2 metros de altura, inventor do maior hit de Salvador neste ano, O Rebolation (que as pessoas dançam como se estivessem equilibrando um bambolê), conta que, por noite, chegou a entoar trinta vezes a música em cima do trio elétrico - sempre com o tanquinho à mostra. “E isso foi só o começo, temos ainda mais duas canções para estourar, Quebradinha e Balacobaco. Os programas de TV estão todos atrás de nós”, informa. Haja massagista. E ouvido.
(Veja 2153 – páginas 74-75)
O indivíduo que pratica a libertinagem se opõe ao:
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vida de belos e famosos, as celebridades, é destaque nas revistas de grande circulação nacional, mesmo que tratadas de uma maneira depreciativa, às vezes. O texto a seguir está inserido na seção Gente, da Revista Veja, leia-o e responda o que se pede.
REBOLATION, BADALATION, FATURATION
Derretendo sob um calor de rachar, famosos que vieram do frio ganharam muito dinheiro e muita atenção no Carnaval.
Nada, porém, que desviasse o foco.
Afinal, quem consegue desgrudar os olhos de tantos corpos malhados, inflados, orkutizados? Resposta: ninguém - nem quem treinou em serviço secreto.
Digna e esculpidíssima representante das halterofilistas do samba, GRACIANNE BARBOSA, 26, exibiu o abdômen mais rasgado das avenidas - fez o eixo Rio - São Paulo. Missão cumprida, relaxou, certo? Nada disso: na Quarta-Feira de Cinzas, correu para a academia e recomeçou os treinos de musculação.
''Gosto de ficar malhadona o ano inteiro'', diz. O único pecado que se permitiu cometer foi comer dois pedaços de bolo de banana. ''E já foi muito''.
Se por qualquer coisinha PARIS HILTON, 29, dá show, imaginem pelo 700 000 dólares que ganhou para ser garota propaganda da cerveja que é sinônimo de quem é dada a libertinagens. Diante dos fotógrafos, arrastou-se pelo chão, sacudiu o Orkut, fez carão de latinha na mão. No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila - cujo fornecimento garantiu em contrato. “Esta cerveja foi criada para ter cara e gosto de coisa carioca. Paris Hilton é uma patricinha de Hollywood”, criticou Marcello Macedo, um dos criadores da marca lançada em 2002 e vendida cinco anos depois.
Antes de entrar no sambódromo, como uma visão de graça e balanço, PAOLA OLIVEIRA, 27 anos, recebeu orientação expressa na diretoria da Grande Rio, da qual foi rainha da bateria, para não fazer o gesto do número 1, pois isso poderia levar a escola a perder pontos. Mas faturamento é faturamento. “Foi espontâneo. Não afrontei ninguém. Era só uma menção ao camarote citado no enredo”, argumenta. Por coincidência, é também o camarote onde foi “musa” por um cachê estimado em 100 000 reais.
Apesar dos aplausos a escola deve dispensá-la no ano que vem em nome de um “rodízio natural”. Paola faz que não liga: “A rotina do carnaval é muito pesada. Não sei se quero voltar a desfilar”.
Ele rebolou tanto na semana do carnaval que precisou chamar um massagista para dar conta dos quadris doloridos. O baiano (que mais?) LÉO SANTANA, 21, quase 2 metros de altura, inventor do maior hit de Salvador neste ano, O Rebolation (que as pessoas dançam como se estivessem equilibrando um bambolê), conta que, por noite, chegou a entoar trinta vezes a música em cima do trio elétrico - sempre com o tanquinho à mostra. “E isso foi só o começo, temos ainda mais duas canções para estourar, Quebradinha e Balacobaco. Os programas de TV estão todos atrás de nós”, informa. Haja massagista. E ouvido.
(Veja 2153 – páginas 74-75)
Poderia ser empregado como sinônimo do vocábulo afogar em “preferiu afogar em tequila”:
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vida de belos e famosos, as celebridades, é destaque nas revistas de grande circulação nacional, mesmo que tratadas de uma maneira depreciativa, às vezes. O texto a seguir está inserido na seção Gente, da Revista Veja, leia-o e responda o que se pede.
REBOLATION, BADALATION, FATURATION
Derretendo sob um calor de rachar, famosos que vieram do frio ganharam muito dinheiro e muita atenção no Carnaval.
Nada, porém, que desviasse o foco.
Afinal, quem consegue desgrudar os olhos de tantos corpos malhados, inflados, orkutizados? Resposta: ninguém - nem quem treinou em serviço secreto.
Digna e esculpidíssima representante das halterofilistas do samba, GRACIANNE BARBOSA, 26, exibiu o abdômen mais rasgado das avenidas - fez o eixo Rio - São Paulo. Missão cumprida, relaxou, certo? Nada disso: na Quarta-Feira de Cinzas, correu para a academia e recomeçou os treinos de musculação.
''Gosto de ficar malhadona o ano inteiro'', diz. O único pecado que se permitiu cometer foi comer dois pedaços de bolo de banana. ''E já foi muito''.
Se por qualquer coisinha PARIS HILTON, 29, dá show, imaginem pelo 700 000 dólares que ganhou para ser garota propaganda da cerveja que é sinônimo de quem é dada a libertinagens. Diante dos fotógrafos, arrastou-se pelo chão, sacudiu o Orkut, fez carão de latinha na mão. No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila - cujo fornecimento garantiu em contrato. “Esta cerveja foi criada para ter cara e gosto de coisa carioca. Paris Hilton é uma patricinha de Hollywood”, criticou Marcello Macedo, um dos criadores da marca lançada em 2002 e vendida cinco anos depois.
Antes de entrar no sambódromo, como uma visão de graça e balanço, PAOLA OLIVEIRA, 27 anos, recebeu orientação expressa na diretoria da Grande Rio, da qual foi rainha da bateria, para não fazer o gesto do número 1, pois isso poderia levar a escola a perder pontos. Mas faturamento é faturamento. “Foi espontâneo. Não afrontei ninguém. Era só uma menção ao camarote citado no enredo”, argumenta. Por coincidência, é também o camarote onde foi “musa” por um cachê estimado em 100 000 reais.
Apesar dos aplausos a escola deve dispensá-la no ano que vem em nome de um “rodízio natural”. Paola faz que não liga: “A rotina do carnaval é muito pesada. Não sei se quero voltar a desfilar”.
Ele rebolou tanto na semana do carnaval que precisou chamar um massagista para dar conta dos quadris doloridos. O baiano (que mais?) LÉO SANTANA, 21, quase 2 metros de altura, inventor do maior hit de Salvador neste ano, O Rebolation (que as pessoas dançam como se estivessem equilibrando um bambolê), conta que, por noite, chegou a entoar trinta vezes a música em cima do trio elétrico - sempre com o tanquinho à mostra. “E isso foi só o começo, temos ainda mais duas canções para estourar, Quebradinha e Balacobaco. Os programas de TV estão todos atrás de nós”, informa. Haja massagista. E ouvido.
(Veja 2153 – páginas 74-75)
Identifique a frase em que ocorre regência nominal inadequada.
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REBOLATION, BADALATION, FATURATION
Derretendo sob um calor de rachar, famosos que vieram do frio ganharam muito dinheiro e muita atenção no Carnaval.
Nada, porém, que desviasse o foco.
Afinal, quem consegue desgrudar os olhos de tantos corpos malhados, inflados, orkutizados? Resposta: ninguém - nem quem treinou em serviço secreto.
Digna e esculpidíssima representante das halterofilistas do samba, GRACIANNE BARBOSA, 26, exibiu o abdômen mais rasgado das avenidas - fez o eixo Rio - São Paulo. Missão cumprida, relaxou, certo? Nada disso: na Quarta-Feira de Cinzas, correu para a academia e recomeçou os treinos de musculação.
''Gosto de ficar malhadona o ano inteiro'', diz. O único pecado que se permitiu cometer foi comer dois pedaços de bolo de banana. ''E já foi muito''.
Se por qualquer coisinha PARIS HILTON, 29, dá show, imaginem pelo 700 000 dólares que ganhou para ser garota propaganda da cerveja que é sinônimo de quem é dada a libertinagens. Diante dos fotógrafos, arrastou-se pelo chão, sacudiu o Orkut, fez carão de latinha na mão. No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila - cujo fornecimento garantiu em contrato. “Esta cerveja foi criada para ter cara e gosto de coisa carioca. Paris Hilton é uma patricinha de Hollywood”, criticou Marcello Macedo, um dos criadores da marca lançada em 2002 e vendida cinco anos depois.
Antes de entrar no sambódromo, como uma visão de graça e balanço, PAOLA OLIVEIRA, 27 anos, recebeu orientação expressa na diretoria da Grande Rio, da qual foi rainha da bateria, para não fazer o gesto do número 1, pois isso poderia levar a escola a perder pontos. Mas faturamento é faturamento. “Foi espontâneo. Não afrontei ninguém. Era só uma menção ao camarote citado no enredo”, argumenta. Por coincidência, é também o camarote onde foi “musa” por um cachê estimado em 100 000 reais.
Apesar dos aplausos a escola deve dispensá-la no ano que vem em nome de um “rodízio natural”. Paola faz que não liga: “A rotina do carnaval é muito pesada. Não sei se quero voltar a desfilar”.
Ele rebolou tanto na semana do carnaval que precisou chamar um massagista para dar conta dos quadris doloridos. O baiano (que mais?) LÉO SANTANA, 21, quase 2 metros de altura, inventor do maior hit de Salvador neste ano, O Rebolation (que as pessoas dançam como se estivessem equilibrando um bambolê), conta que, por noite, chegou a entoar trinta vezes a música em cima do trio elétrico - sempre com o tanquinho à mostra. “E isso foi só o começo, temos ainda mais duas canções para estourar, Quebradinha e Balacobaco. Os programas de TV estão todos atrás de nós”, informa. Haja massagista. E ouvido.
(Veja 2153 – páginas 74-75)
Na estrutura, “No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila” há o correto emprego da regência verbal, o que NÃO ocorre em:
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REBOLATION, BADALATION, FATURATION
Derretendo sob um calor de rachar, famosos que vieram do frio ganharam muito dinheiro e muita atenção no Carnaval.
Nada, porém, que desviasse o foco.
Afinal, quem consegue desgrudar os olhos de tantos corpos malhados, inflados, orkutizados? Resposta: ninguém - nem quem treinou em serviço secreto.
Digna e esculpidíssima representante das halterofilistas do samba, GRACIANNE BARBOSA, 26, exibiu o abdômen mais rasgado das avenidas - fez o eixo Rio - São Paulo. Missão cumprida, relaxou, certo? Nada disso: na Quarta-Feira de Cinzas, correu para a academia e recomeçou os treinos de musculação.
''Gosto de ficar malhadona o ano inteiro'', diz. O único pecado que se permitiu cometer foi comer dois pedaços de bolo de banana. ''E já foi muito''.
Se por qualquer coisinha PARIS HILTON, 29, dá show, imaginem pelo 700 000 dólares que ganhou para ser garota propaganda da cerveja que é sinônimo de quem é dada a libertinagens. Diante dos fotógrafos, arrastou-se pelo chão, sacudiu o Orkut, fez carão de latinha na mão. No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila - cujo fornecimento garantiu em contrato. “Esta cerveja foi criada para ter cara e gosto de coisa carioca. Paris Hilton é uma patricinha de Hollywood”, criticou Marcello Macedo, um dos criadores da marca lançada em 2002 e vendida cinco anos depois.
Antes de entrar no sambódromo, como uma visão de graça e balanço, PAOLA OLIVEIRA, 27 anos, recebeu orientação expressa na diretoria da Grande Rio, da qual foi rainha da bateria, para não fazer o gesto do número 1, pois isso poderia levar a escola a perder pontos. Mas faturamento é faturamento. “Foi espontâneo. Não afrontei ninguém. Era só uma menção ao camarote citado no enredo”, argumenta. Por coincidência, é também o camarote onde foi “musa” por um cachê estimado em 100 000 reais.
Apesar dos aplausos a escola deve dispensá-la no ano que vem em nome de um “rodízio natural”. Paola faz que não liga: “A rotina do carnaval é muito pesada. Não sei se quero voltar a desfilar”.
Ele rebolou tanto na semana do carnaval que precisou chamar um massagista para dar conta dos quadris doloridos. O baiano (que mais?) LÉO SANTANA, 21, quase 2 metros de altura, inventor do maior hit de Salvador neste ano, O Rebolation (que as pessoas dançam como se estivessem equilibrando um bambolê), conta que, por noite, chegou a entoar trinta vezes a música em cima do trio elétrico - sempre com o tanquinho à mostra. “E isso foi só o começo, temos ainda mais duas canções para estourar, Quebradinha e Balacobaco. Os programas de TV estão todos atrás de nós”, informa. Haja massagista. E ouvido.
(Veja 2153 – páginas 74-75)
A afirmativa: “Mas faturamento é faturamento” se opõe, antiteticamente, na notícia sobre Paola Oliveira a:
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REBOLATION, BADALATION, FATURATION
Derretendo sob um calor de rachar, famosos que vieram do frio ganharam muito dinheiro e muita atenção no Carnaval.
Nada, porém, que desviasse o foco.
Afinal, quem consegue desgrudar os olhos de tantos corpos malhados, inflados, orkutizados? Resposta: ninguém - nem quem treinou em serviço secreto.
Digna e esculpidíssima representante das halterofilistas do samba, GRACIANNE BARBOSA, 26, exibiu o abdômen mais rasgado das avenidas - fez o eixo Rio - São Paulo. Missão cumprida, relaxou, certo? Nada disso: na Quarta-Feira de Cinzas, correu para a academia e recomeçou os treinos de musculação.
''Gosto de ficar malhadona o ano inteiro'', diz. O único pecado que se permitiu cometer foi comer dois pedaços de bolo de banana. ''E já foi muito''.
Se por qualquer coisinha PARIS HILTON, 29, dá show, imaginem pelo 700 000 dólares que ganhou para ser garota propaganda da cerveja que é sinônimo de quem é dada a libertinagens. Diante dos fotógrafos, arrastou-se pelo chão, sacudiu o Orkut, fez carão de latinha na mão. No resto do tempo, preferiu se afogar em tequila - cujo fornecimento garantiu em contrato. “Esta cerveja foi criada para ter cara e gosto de coisa carioca. Paris Hilton é uma patricinha de Hollywood”, criticou Marcello Macedo, um dos criadores da marca lançada em 2002 e vendida cinco anos depois.
Antes de entrar no sambódromo, como uma visão de graça e balanço, PAOLA OLIVEIRA, 27 anos, recebeu orientação expressa na diretoria da Grande Rio, da qual foi rainha da bateria, para não fazer o gesto do número 1, pois isso poderia levar a escola a perder pontos. Mas faturamento é faturamento. “Foi espontâneo. Não afrontei ninguém. Era só uma menção ao camarote citado no enredo”, argumenta. Por coincidência, é também o camarote onde foi “musa” por um cachê estimado em 100 000 reais.
Apesar dos aplausos a escola deve dispensá-la no ano que vem em nome de um “rodízio natural”. Paola faz que não liga: “A rotina do carnaval é muito pesada. Não sei se quero voltar a desfilar”.
Ele rebolou tanto na semana do carnaval que precisou chamar um massagista para dar conta dos quadris doloridos. O baiano (que mais?) LÉO SANTANA, 21, quase 2 metros de altura, inventor do maior hit de Salvador neste ano, O Rebolation (que as pessoas dançam como se estivessem equilibrando um bambolê), conta que, por noite, chegou a entoar trinta vezes a música em cima do trio elétrico - sempre com o tanquinho à mostra. “E isso foi só o começo, temos ainda mais duas canções para estourar, Quebradinha e Balacobaco. Os programas de TV estão todos atrás de nós”, informa. Haja massagista. E ouvido.
(Veja 2153 – páginas 74-75)
Há emprego do pronome oblíquo em próclise em:
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