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Texto II
Canção Amiga
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me veem, eu vejo
e saúdo velhos amigo
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Apreendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
(Carlos Drummond de Andrade)
Para fazer referência ao enunciador, no poema; o autor utiliza todos os elementos linguísticos listados abaixo, exceto;
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Texto II
Canção Amiga
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me veem, eu vejo
e saúdo velhos amigo
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Apreendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
(Carlos Drummond de Andrade)
Na primeira estrofe do poema, o autor utilizou dois tempos e modos verbais. Eles estabelecem uma oposição entre:
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Texto II
Canção Amiga
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me veem, eu vejo
e saúdo velhos amigo
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Apreendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
(Carlos Drummond de Andrade)
No verso "Se não me veem, eu vejo", percebem-se duas orações. A primeira exprime o valor de:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Texto II
Canção Amiga
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me veem, eu vejo
e saúdo velhos amigo
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Apreendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
(Carlos Drummond de Andrade)
No verso "e que fale como dois olhos", ocorre a seguinte figura de linguagem:
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Texto II
Canção Amiga
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me veem, eu vejo
e saúdo velhos amigo
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Apreendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
(Carlos Drummond de Andrade)
No verso "e saúdo velhos amigos", a posição do substantivo e do adjetivo cumpre papel estilístico. Assinale o comentário incorreto sobre a relação entre esses termos no verso em questão
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Texto II
Canção Amiga
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me veem, eu vejo
e saúdo velhos amigo
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Apreendi novas palavras
E tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
(Carlos Drummond de Andrade)
O eu poético pretende compor uma canção que tenha todas as características abaixo, exceto:
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Texto I
Tu és água e à água voltarás
Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável
(Gustavo Simon)
A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.
Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.
(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)
A crase é basicamente, a fusão de vogais idênticas. Observando tal fenômeno, no exemplo "substância similar à soda cáustica", percebe-se a fusão entre a preposição e o artigo. Assinale a única opção em que ocorre essa mesma fusão.
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Texto I
Tu és água e à água voltarás
Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável
(Gustavo Simon)
A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.
Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.
(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)
A observação do papel dos termos de uma oração é fundamental para a construção de um texto. Desse modo, no fragmento abaixo, assinale a função sintática que exerce o termo em destaque.
"Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida."
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Texto I
Tu és água e à água voltarás
Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável
(Gustavo Simon)
A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.
Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.
(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)
"Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. " De acordo com o texto a característica dessa técnica que faz com que ela seja considerada sustentável está melhor indicada no seguinte fragmento:
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Texto I
Tu és água e à água voltarás
Um novo processo de cremação dissolve o corpo numa solução química e é promovido como sustentável
(Gustavo Simon)
A humanidade já criou diversas formas de se desfazer dos restos mortais dos que vão embora - e agora surgiu mais uma. Chama-se biocremação e consiste em, com a ajuda de uma máquina, dissolver o cadáver numa solução química à base de hidróxido de potássio, substância similar à soda cáustica, usada em produtos de limpeza. Tecnicamente, o método chama-se hidrólise alcalina. No processo, como na cremação convencional, restam apenas os ossos, que são lavados secados e triturados. O corpo, já em estado liquido, não contém mais do que aminoácidos e proteínas. O líquido é filtrado, tratado e reaproveitado na irrigação de jardins, por exemplo. A técnica da biocremação é empregada desde meados dos anos 90 para decompor animais de fazenda e cadáveres usados em pesquisas. Começou a ser utilizada com seres humanos nos Estados Unidos, em setembro do ano passado, por uma funerária de São Petersburgo, na Flórida. A firma projetava realizar 100 biocremações nos primeiros doze meses. Na semana passada, essa projeção já havia subido para 200. A técnica já foi adotada em outros oito estados americanos, e, no Canadá e na Inglaterra, seu uso só depende de trâmites legais.
Os entusiastas da biocremação alegam que sua grande vantagem é a sustentabilidade. Na cremação convencional, o corpo é queimado à temperatura de 1000 graus num forno a gás. Do processo resultam 400 quilos e de dióxido de carbono - o equivalente à emissão gerada por cinco viagens de avião entre São Paulo e Goiânia. Outros componentes tóxicos, como o mercúrio, utilizado em preenchimentos dentários, também podem ser liberados. Na biocremação, o impacto ambiental é bem menor. O processo consome apenas 15% do gás usado na cremação a calor e reduz em 35% a emissão de dióxido de carbono e em 30% a de outros gases que contribuem para o efeito estufa. "Hoje muitas pesos querem ser verdes até, literalmente, o último momento", disse a VEJA William McCounnaughey, diretor da Matthews lntemationaI, fabricante de máquinas de biocremação nos Estados ,Unidos. Como muitos dos produtos e procedimentos sustentáveis, a técnica, por enquanto, custa caro: 2 100 dólares, contra 1 500 dólares, em média, da cremação tradicional. A biocremação completa em apenas três horas o processo que as bactérias, no caso dos corpos sepultados, podem levar anos para concluir.
(Disponível em:http://cliente.linearclipping.eom.br/cimi/detalhenoticia.asp?cd sistema=42&codnot=2312499 Acesso em 06/0112014)
Sobre a estrutura e formação do vocábulo "biocremação", presente no texto, é correto afirmar que:
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