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- Conceitos Fundamentais
- Análise de InvestimentosTIR: Taxa Interna de Retorno
- Análise de InvestimentosVPL: Valor Presente Líquido
Com relação ao valor do dinheiro no tempo, valor presente e taxa interna de retorno, julgue o item seguinte.
Caso uma obrigação no valor de R$ 50 mil tenha de ser paga ao final de um período, à taxa de desconto de 10% no mesmo período, então o valor presente dessa obrigação (desprezando-se as casas decimais) corresponderá a mais a R$ 45.454,00.
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- Conceitos Fundamentais
- Análise de InvestimentosTIR: Taxa Interna de Retorno
- Análise de InvestimentosVPL: Valor Presente Líquido
Com relação ao valor do dinheiro no tempo, valor presente e taxa interna de retorno, julgue o item seguinte.
Se o retorno real exigido pela aplicação de um capital for de 10% e a inflação estimada para o período for de 5%, então a taxa de desconto nominal a ser utilizada em cálculos de valor presente será de 15,0%.
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Tendo como referência os conceitos e as aplicações da matemática financeira, julgue o item a seguir.
A chamada tabela Price é um caso particular do sistema de amortização francês, que se caracteriza por amortizações decrescentes, juros fixos e prestações variáveis, cujo período é maior que aquele a que se refere a taxa.
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Tendo como referência os conceitos e as aplicações da matemática financeira, julgue o item a seguir.
Se um título de R$ 1.050,00, vencível dentro de um mês, for oferecido a R$ 950,00, sendo a taxa de juros compostos corrente de 5% a.m, a compra desse título pelo valor oferecido deverá ser considerada um mau negócio.
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Tendo como referência os conceitos e as aplicações da matemática financeira, julgue o item a seguir.
Caso um título no valor nominal de R$ 1.000,00 se aplique uma taxa de desconto (comercial) de 10% dois meses antes de seu vencimento, a taxa de juros simples capaz de reproduzir o montante será superior à taxa de desconto (comercial).
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANEEL
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O consumidor pode exigir da distribuidora de energia elétrica, a qualquer tempo, a aferição do respectivo medidor de energia elétrica. Após a aferição pela distribuidora, o consumidor pode ainda solicitar a realização de nova aferição do equipamento junto ao órgão metrológico oficial, hipótese em que os custos serão assumidos pela concessionária quando for detectado erro no medidor, e, caso contrário, devem ser arcados pelo consumidor.
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Julgue o item a seguir, acerca do sistema de governança do Sistema Elétrico Brasileiro (SEB).
O CMSE é presidido pelo ministro de Minas e Energia e, na sua composição, conta com representantes da ANEEL, da Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis, da CCEE, da EPE e do ONS.
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As usinas termelétricas destinadas à produção independente podem ser objeto de concessão mediante autorização.
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O filósofo francês Jean-Paul Sartre costumava dizer
que o homem é um projeto. Se assim for, as sociedades
humanas deveriam ter a mesma ambição.
A palavra “projeto” remete-se à antecipação e, em boa
parte, ao voluntarismo. Não se trata unicamente de prever o
futuro e, sim, de mudar o seu rumo em consequência de um
conjunto de valores e de necessidades. Porém, precisamos de
um voluntarismo responsável que se esforce por formular
propostas viáveis, sem cair na ilusão de que é possível medir as
forças pelas intenções generosas, como sugeria o poeta
romântico polonês Adam Mickiewicz. Em outras palavras, para
ganhar a guerra contra a pobreza e o atraso, devemos voltar ao
planejamento, um conceito oriundo da economia de guerra,
indispensável à ecossocioeconomia de desenvolvimento.
O planejamento caiu em descrédito com a queda do
Muro de Berlim, a implosão da União Soviética e a
contrarreforma neoliberal baseada no mito dos mercados que
se autorregulam. Seria ingênuo pensar que esse mito
desapareceu com a recente crise, mas, que ele está mal das
pernas, está. Chegou, portanto, o momento de reabilitar e
atualizar o planejamento. Até Jeffrey Sachs — diretor do Earth
Institute, da Columbia University, em Nova Iorque, e
conselheiro do secretário-geral das Nações Unidas —
pronuncia-se em favor de um planejamento flexível a longo
prazo, voltado para o enfrentamento dos três desafios
simultâneos da segurança energética, segurança alimentar e
redução da pobreza, buscando uma cooperação tripartite entre
os setores público e privado e a sociedade civil.
Para tanto, convém prever vários níveis territoriais de
planejamento, desde o nacional até o local, com um processo
interativo de cima para baixo e de baixo para cima. No nível
técnico, essa tarefa se torna hoje mais fácil por termos saído da
era do ábaco para a dos computadores.
O fenomenal crescimento da economia mundial no
decorrer dos dois últimos séculos, baseado no uso das energias
fósseis, provocou um aquecimento global de consequências
deletérias e, em parte, irreversíveis. Seria, no entanto, um erro
considerar que o clima é a bola da vez e as urgências sociais
podem esperar. Em 2007, existiam, no Brasil, 10,7 milhões de
indigentes e 46,3 milhões de pobres. E, enquanto os latifúndios
de mais de mil hectares — 3% do total das propriedades rurais
do Brasil — ocupam 57% das terras agriculturáveis,
4,8 milhões de famílias sem-terra estão à espera do chão para
plantar.
O planejamento digno deste nome deve enfrentar
simultaneamente os desafios ambientais e sociais.
Ignacy Sachs. Voltando ao planejamento. Internet: www.envolverde.com.br. (com adaptações).
.
Segundo se depreende do texto, no que se refere às ideias do poeta polonês Adam Mickiewicz (L.11), se os governantes tivessem, de fato, boas intenções ao governar, a pobreza já teria sido vencida.
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