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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez(a) pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade(b) – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições,(c) foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos(d) periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem(e) o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
“Em nossas palestras, procuramos destacar que... “
Indique a sentença na qual o vocábulo que ocorre com a mesma classe que apresenta no trecho acima.
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Dos verbos apresentados a seguir, o que pode ser conjugado em todas as pessoas do presente do indicativo é:
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Assinale a opção em que a concordância segue a norma culta da língua.
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro(a). Como um de seus membros(b), posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto(c) ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia(d), como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras(e), procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Assinale a opção em que o pronome NÃO se refere à família Schürmann.
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Uma “analogia” é um tipo de:
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Assinale a opção que NÃO apresenta uma atividade ou atitude comum à navegação em alto-mar e ao trabalho em empresa, segundo o texto.
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A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
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As palavras previsível, periódicos e sistemáticos podem ser adequadamente substituídas, no texto, por :
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Assinale o único trecho que NÃO traz embutida a idéia de realização de um trabalho prévio, de organização anterior.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESGRANRIO
Orgão: ANM
Em discurso realizado no dia 05/05/06, o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, sobre sua condução das negociações para pôr fim ao impasse com o Presidente boliviano Evo Morales, acerca das questões a respeito da nacionalização das instalações petrolíferas na Bolívia, declarou o seguinte:
“Tem gente que acha que ser duro resolve o problema, às vezes, acho que ser carinhoso resolve melhor. A Bolívia é um país pobre, que quer tirar seu sustento do gás. Somos um país rico perto da Bolívia.”
Jornal O Globo, 06 maio 2006.
Nessa frase, é possível afirmar que o Presidente brasileiro, utilizando-se de figura de linguagem, citou um dos princípios que regem as relações internacionais da República Federativa do Brasil, que é o da “solução pacífica dos conflitos”.
Dentre as opções abaixo, assinale aquela que prevê outro desses princípios.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do Documento
Ao Sr. Chefe do Departamento de Administração
Assunto: Administração. Instalação de condicionadores de ar
1. Nos termos do Plano Geral de modernização, solicito a Vossa Senhoria verificar a necessidade de instalação de novos aparelhos de ar condicionado e especificar a capacidade dos aparelhos desejados.
2. Sem descer a maiores detalhes técnicos, acrescento, apenas, que o ideal seria que a instalação dos aparelhos não exigisse a quebração das paredes.
3. Por fim, lembro ainda que tais informações devem chegar ao Departamento de Compras até 1 de junho do presente ano.
Atenciosamente,
[nome do signatário] [cargo do signatário]
Em relação ao texto do memorando acima, analise os itens a seguir.
I - O texto do memorando apresenta linguagem com grau de formalidade adequado.
II - O tratamento dado ao destinatário está correto porque especifica o cargo da pessoa.
III - O fecho do memorando e o pronome de tratamento (Vossa Senhoria) são adequados à correspondência entre pessoas do mesmo nível hierárquico.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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