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A Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL é uma entidade autárquica à qual foi delegada a função de criar normas técnicas relativas a seus objetivos institucionais. Ao agir assim, a Administração Pública está exercendo, de forma delegada, o poder:
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O requisito necessário à formação do ato administrativo que consiste na situação de direito ou de fato que determina ou autoriza a sua realização é a(o):
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Em relação às modalidades de licitação previstas na Lei 8.666/93, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O Prefeito do Município X resolve contratar uma banda de renome internacional para realizar um show público em homenagem ao 400º aniversário da cidade. Trata-se de hipótese de:
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Analise as afirmativas abaixo.
I - Pregão é modalidade de licitação em que a dispusta pelo fornecimento de bens ou serviços é feita em sessão pública, por meio de propostas escritas de preços e lances verbais.
II - O pregão pode ser utilizado para a contratação de obras e serviços de engenharia, desde que não ultrapasse o valor de R$ 80.000,00.
III - A fase preparatória do pregão se inicia com a convocação dos interessados.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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- Agentes PúblicosCargos, Empregos e Funções PúblicasAcumulação de Cargos, Empregos e Funções Públicas
Será permitido ao Servidor de uma Autarquia Federal exercer mandato eletivo e, havendo compatibilidade de horário, perceber as vantagens de seu cargo, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo, se for investido no mandato de:
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Segundo o Código de Conduta da Alta Administração Federal, o Diretor de uma Autarquia Federal tem a obrigação de apresentar à Comissão de Ética Pública-CEP sua declaração de bens e rendas, além de diversos tipos de alterações patrimoniais, tais como:
I - a venda de um carro a um irmão;
II - a aquisição de ações de um Banco, independente do percentual;
III - o recebimento de quantia significativa, por herança;
IV - a perda de grande parte do patrimônio;
V - a permuta de um terreno, por outro equivalente, com um amigo.
Devem ser comunicadas à CEP as alterações:
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
As palavras que se acentuam de acordo com as mesmas regras por que são acentuadas “difícil” e “através” são, respectivamente:
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições, foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
Indique a opção cujo pronome entre parênteses substitui adequadamente a expressão em destaque.
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COMO NAVEGAR EM ALTO MAR
A família Schürmann ficou conhecida no Brasil pelas viagens que fez(a) pelo mundo a bordo de seu veleiro. Como um de seus membros, posso dizer que vivemos incontáveis aventuras, mas descobrimos que o nosso projeto ia além da busca por novas culturas e desafios. Percebemos que diariamente vivíamos a realidade(b) – e até mesmo o sonho – de muitos empresários. Aprendemos na prática o que empresas e executivos procuram aprimorar no seu dia-a-dia, como, por exemplo, reagir em situações adversas, enfrentar desafios e transformá-los em oportunidades, tomar decisões para administrar um empreendimento com sucesso e conviver em equipe.
Em nossas palestras, procuramos destacar que o barco a vela é uma excelente ferramenta para fazer uma analogia com as empresas. Nós vivemos durante 20 anos dentro de um veleiro de 44 metros quadrados. Para que tudo desse certo nessas condições,(c) foi preciso um bom planejamento, uma tripulação unida e perseverança para enfrentar as mais inesperadas situações. As empresas passam por problemas similares. Veja alguns deles:
• Quando nos deparávamos com um mar tempestuoso, procurávamos enfrentá-lo com firmeza. A análise das condições meteorológicas através de mecanismos de informações, como satélite, barômetro e formações de nuvens nos ajudava a prever a dimensão da situação. Com esses dados em mãos, tudo ficava mais fácil e previsível. Tínhamos também uma tripulação bem treinada. Numa empresa é a mesma coisa. Você precisa utilizar os recursos tecnológicos e intelectuais disponíveis para cada uma das situações. E, para se sentir seguro, não há nada melhor do que promover treinamentos(d) periódicos e sistemáticos.
• Sempre que estamos no mar, temos de ajustar constantemente a embarcação, regular as velas, revisar os materiais e preparar a tripulação. É importante administrar riscos em situações de pressão e tomar decisões rápidas nos momentos difíceis. [...]
• Os ventos fortes sempre forçam o velejador a fazer mudanças de rumo, mas ele nunca esquece que o objetivo precisa ser alcançado. Tem de encontrar soluções e fazer o barco se mover com rapidez e segurança na tempestade. Para isso, deve contar com uma tripulação unida, em que cada um cumpre bem(e) o seu papel.
Para que tudo siga o planejado, é preciso investir em comunicação. Em um veleiro oceânico, assim como nas empresas, a comunicação é fator crítico para o sucesso. Essas são algumas das lições preciosas que aprendemos em alto-mar. Acredite sempre em dias melhores. Nem mesmo quando perdemos os nossos mastros em meio a uma tempestade na Nova Zelândia e ficamos dias à deriva deixamos de acreditar. O segredo foi estarmos preparados para superar momentos difíceis e tensos como aquele.
SCHÜRMANN, Heloisa, Revista Você S/A, Ago. 2004.
“Em nossas palestras, procuramos destacar que... “
Indique a sentença na qual o vocábulo que ocorre com a mesma classe que apresenta no trecho acima.
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