Foram encontradas 130 questões.
A página inicial é um elemento de grande importância na estrutura de um sítio. Assim como os comerciais na TV e os anúncios em revista e jornal brigam para chamar a atenção do leitor, ela tem a tarefa de atrair, de imediato, o interesse do internauta. Uma pesquisa da Universidade de Minnesota revela que, se um sítio não capturar a atenção do visitante em oito segundos, ele foge e dificilmente terá outra oportunidade para voltar. Na Internet, portanto, o tempo é muito valioso para ser desperdiçado. Como a velocidade de conexão é um dos maiores problemas do ramo brasileiro da rede, é altamente aconselhável que a página principal não submeta o internauta a minutos torturantes de espera para ser baixada no browser.
J. B. Pinho. Relações públicas na Internet. São Paulo: Summus, 2002, p. 102 (com adaptações).
A respeito do assunto abordado nesse texto, julgue o item a seguir.
É necessário que as páginas de um sítio sejam de leitura rápida e induzam o usuário a passar rapidamente para outra página, para que a noção de navegação não seja esquecida e o usuário perca o interesse no conteúdo do sítio.
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O clipping é fundamental. Ele é a matéria-prima para o trabalho de auditoria a ser feito a posteriori, que, se bem conduzido, poderá sinalizar para oportunidades de divulgação, diagnosticar personalidades e estilos de veículos e editores e, sobretudo, permitir que as empresas ou entidades refinem seu trabalho de relacionamento com a mídia.
Wilson Bueno. Medindo o retorno do
trabalho de assessoria de imprensa. In: Jorge Duarte. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Pau o : Atlas, 2002 ( com adaptações) .
A partir do texto acima, julgue o item subsequente.
A auditoria de imagem faz um levantamento da identidade visual da organização junto aos seus públicos.
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O clipping é fundamental. Ele é a matéria-prima para o trabalho de auditoria a ser feito a posteriori, que, se bem conduzido, poderá sinalizar para oportunidades de divulgação, diagnosticar personalidades e estilos de veículos e editores e, sobretudo, permitir que as empresas ou entidades refinem seu trabalho de relacionamento com a mídia.
Wilson Bueno. Medindo o retorno do
trabalho de assessoria de imprensa. In: Jorge Duarte. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Pau o : Atlas, 2002 ( com adaptações) .
A partir do texto acima, julgue o item subsequente.
Há pelo menos duas maneiras básicas de avaliar o trabalho de divulgação de uma instituição: a análise tópica de um esforço de divulgação e a auditoria de imagem propriamente dita.
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Há no Brasil grande confusão sobre o off, seus conceitos e prática, inclusive entre os jornalistas. Para maior clareza sobre essa questão, é preciso ir à sua origem — o bom e velho jornalismo praticado no Reino Unido e, depois, nos Estados Unidos. Foi nesses dois países que o jornalismo profissional, tal como o conhecemos hoje, primeiro lançou seus fundamentos, entre o final do século XIX e o começo do século XX. E ainda hoje é na grande imprensa britânica e norte-americana que se pratica o jornalismo mais rigoroso e onde a ética jornalística está mais enraizada na forma de códigos, procedimentos e, quando necessário, punições. No Brasil, a expressão off (abreviatura de off the record) tem servido para abrigar, sob o mesmo conceito, pelo menos três situações diferentes nas quais não se cita a fonte da informação.
Ricardo A. Setti. É preciso cuidado com o off. In: Exame, 12/3/2003 (com adaptações).
Em relação ao tema apresentado no texto acima, julgue o item a seguir.
No âmago da segmentação do mercado está o conceito de que os telespectadores/consumidores são, ao mesmo tempo, complexos e diferenciados demais para serem tratados como massa única, mas homogêneos o suficiente para serem classificados em pequenos grupos.
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Há no Brasil grande confusão sobre o off, seus conceitos e prática, inclusive entre os jornalistas. Para maior clareza sobre essa questão, é preciso ir à sua origem — o bom e velho jornalismo praticado no Reino Unido e, depois, nos Estados Unidos. Foi nesses dois países que o jornalismo profissional, tal como o conhecemos hoje, primeiro lançou seus fundamentos, entre o final do século XIX e o começo do século XX. E ainda hoje é na grande imprensa britânica e norte-americana que se pratica o jornalismo mais rigoroso e onde a ética jornalística está mais enraizada na forma de códigos, procedimentos e, quando necessário, punições. No Brasil, a expressão off (abreviatura de off the record) tem servido para abrigar, sob o mesmo conceito, pelo menos três situações diferentes nas quais não se cita a fonte da informação.
Ricardo A. Setti. É preciso cuidado com o off. In: Exame, 12/3/2003 (com adaptações).
Em relação ao tema apresentado no texto acima, julgue o item a seguir.
O texto jornalístico é construído com um conteúdo e uma forma capazes de apresentar um baixo nível de entropia.
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Há no Brasil grande confusão sobre o off, seus conceitos e prática, inclusive entre os jornalistas. Para maior clareza sobre essa questão, é preciso ir à sua origem — o bom e velho jornalismo praticado no Reino Unido e, depois, nos Estados Unidos. Foi nesses dois países que o jornalismo profissional, tal como o conhecemos hoje, primeiro lançou seus fundamentos, entre o final do século XIX e o começo do século XX. E ainda hoje é na grande imprensa britânica e norte-americana que se pratica o jornalismo mais rigoroso e onde a ética jornalística está mais enraizada na forma de códigos, procedimentos e, quando necessário, punições. No Brasil, a expressão off (abreviatura de off the record) tem servido para abrigar, sob o mesmo conceito, pelo menos três situações diferentes nas quais não se cita a fonte da informação.
Ricardo A. Setti. É preciso cuidado com o off. In: Exame, 12/3/2003 (com adaptações).
Em relação ao tema apresentado no texto acima, julgue o item a seguir.
O segundo conceito de off é o de deep background, em que se admite o uso do sentido geral das declarações, mas não se pode nem publicar declarações entre aspas nem identificar a fonte.
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Há no Brasil grande confusão sobre o off, seus conceitos e prática, inclusive entre os jornalistas. Para maior clareza sobre essa questão, é preciso ir à sua origem — o bom e velhojornalismo praticado no Reino Unido e, depois, nos Estados Unidos. Foi nesses dois países que o jornalismo profissional, talcomo o conhecemos hoje, primeiro lançou seus fundamentos, entre o final do século XIX e o começo do século XX. E ainda hoje é na grande imprensa britânica e norte-americana que se pratica o jornalismo mais rigoroso e onde a ética jornalística está mais enraizada na forma de códigos, procedimentos e, quando necessário, punições. No Brasil, a expressão off (abreviatura de off the record) tem servido para abrigar, sob o mesmo conceito, pelo menos três situações diferentes nas quais não se cita a fonte da informação.
Ricardo A. Setti. É preciso cuidado com o off. In: Exame, 12/3/2003 (com adaptações).
Em relação ao tema apresentado no texto acima, julgue o item a seguir.
A situação mais comum para abrigar o conceito de off é denominada por norte-americanos e britânicos de not for attribution, ou seja, as informações, inclusive citações entre aspas, podem ser publicadas, mas a fonte que as transmitiu não deve ser mencionada pelo nome.
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Não basta chegar à empresa com talento, técnica, bloco de notas, caneta e gravador para produzir mais uma reportagem em sua vida. Para fazer um bom jornal, é preciso um pouco mais. É preciso efetivamente se entranhar na cultura da organização, prestar atenção aos símbolos, sentir as pessoas, conhecer a estratégia, saber o porquê do que se pergunta, se responde e se escreve.
Claudia Lemos. Publicações jornalísticas empresariais.
In: Jorge Duarte. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2002, p. 265 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue o seguinte item.
As publicações internas — jornais, revistas, boletins — são os instrumentos mais apropriados para resolver problemas gerados pela burocratização, estabelecendo pontos informais entre os empregados.
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Não basta chegar à empresa com talento, técnica, bloco de notas, caneta e gravador para produzir mais uma reportagem em sua vida. Para fazer um bom jornal, é preciso um pouco mais. É preciso efetivamente se entranhar na cultura da organização, prestar atenção aos símbolos, sentir as pessoas, conhecer a estratégia, saber o porquê do que se pergunta, se responde e se escreve.
Claudia Lemos. Publicações jornalísticas empresariais.
In: Jorge Duarte. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2002, p. 265 (com adaptações).
Tomando o texto acima como referência inicial, julgue o seguinte item.
Um bom planejamento de veículo empresarial deve estar baseado em três pontos: periodicidade, design e suporte financeiro da instituição.
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualTeorias, Conceitos e Terminologia de Audiovisual e Cinema
As múltiplas potencialidades do vídeo como instrumento de comunicação no universo das empresas já não são apenas uma previsão. Os profissionais de comunicação descobrem por necessidade, em situações tradicionalmente abordadas por outros meios, que o vídeo pode atingir seus objetivos ou solucionar problemas com mais eficiência do que os meios convencionais. Com uma linguagem versátil, ágil e contemporânea, ele empresta à empresa que o utiliza uma imagem de modernidade. Como as palavras-chave neste início de século dentro das empresas são participação, democracia, valorização de recursos humanos, o vídeo presta-se a uma gama imensa de utilizações, tanto em comunicação interna quanto externa.
Vídeo empresarial: uma nova linguagem de
comunicação. Internet: <http://www.sinprorp.org.br>. Acesso em 30/9/2004 (com adaptações).
A partir do assunto abordado no texto acima, julgue o item seguinte.
Além de garantir um controle absoluto sobre a transmissãoda mensagem — ao contrário de uma palestra ou apresentação com slides, por exemplo —, o vídeo tem um poder único de impacto, envolvência e multiplicação.
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