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Redação Super 13 de março de 2015
Por Anna Carolina Aguiar
“Claro, ué! Lá na minha rua tem um carrinho de cachorro-quente estacionado há 30 anos, bem antes da moda gourmet". É verdade. Mas a gente garante que a história do primeiro food truck também apareceu antes do seu hamburgão de esquina favorito.
Em 1872, o americano Walter Scott vendia tortas, sanduíches e cafés em uma carroça. Seus clientes eram os trabalhadores de jornais de Providence, no estado de Rhode Island, Estados Unidos. O modelo foi muito copiado e se espalhou para outras regiões dos EUA. No final da década seguinte, um sujeito chamado Thomas H. Buckley começou a fabricar carroças preparadas especialmente para servir comidas, com ímãs, refrigeradores e até fogões acoplados. Os modelos eram muito coloridos e chamativos.
Após a Segunda Guerra Mundial, caminhões de comida móveis alimentavam os trabalhadores dos subúrbios nos EUA, regiões que tinham poucos restaurantes e uma população cada vez maior. Nessa época, os food trucks eram sinônimo de comida barata, sem muita preocupação com a qualidade. E foi mais ou menos assim durante todo o século 20.
Até que veio a crise de 2008, que derrubou a economia americana e levou junto muitos restaurantes tradicionais. Quando os EUA começaram a se recuperar, alguns empreendedores tiveram a ideia de levar comida de qualidade pra rua investindo pouco. Outra vantagem dos carrinhos e trailers era a possibilidade de mudar de lugar de acordo com a demanda da população. Pronto, estava aí a solução. Essa coisa meio amadora, dos carrinhos de comida, foi incorporada ao conceito e os donos de food trucks resolveram incrementar o cardápio, com itens gourmet.
A moda chegou ao Brasil em 2012, quando os primeiros food trucks gourmet surgiram em São Paulo. Agora, os parques de food truck já fazem parte do roteiro turístico das grandes cidades brasileiras e da paisagem urbana. Deu tão certo que a moda gourmet fez surgir uma outra tendência da ~alta gastronomia~ acessível: a das paletas mexicanas, que não existem no México. Mas isso é assunto para outro post.
Adaptado de:< http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/page/2/>
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I Fui _____ França no ano passado.
II Tomamos tudo, gota _____ gota.
III Vim _____ cavalo e voltei a pé.
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“No mesmo dia em que o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, apelou para a população votar “não” no referendo marcado para o próximo domingo, uma pesquisa divulgada pelo instituto GPO, que ouviu mil pessoas em toda a Grécia, afirmou que o “sim” aparece na frente, com 47,1% dos entrevistados”.
Disponível em:Disponível em: <http://economia.estadao.com.br/noticias/geral, nova-pesquisa-mostrasim-a-frente-na-grecia,1717735>Acesso em 03 jul. 2015.
O trecho da notícia acima comenta a atual crise financeira grega. O primeiro-ministro do país convocou um plebiscito para consultar a população sobre:
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O trecho acima faz menção ao apresentador do programa de entrevistas "Provocações", cujo nome está identificado em:
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Numa entrevista exclusiva ao Jornal Nacional, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que controlar a inflação e pôr as contas públicas em ordem são as grandes preocupações do governo.
Disponível em:<http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/06/controle-da-inflacao-e-contas-em-ordem-sao-prioridade-afirma-levy.html> Acesso em: 19/06/15
Na linha do exposto acima, segundo o ministro da Fazenda, deve-se partir do princípio de que nesse momento “o Brasil só gasta o que arrecada”. De acordo com Levy, tal princípio não só se estabelece como é favorecido a partir da lei de:
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Faz parte dos acordos bilaterais referidos acima:
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Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/ > Acesso em 19/06/15
A medida provisória em questão caracteriza-se pela proposta:
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