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Foram encontradas 445 questões.

904233 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: BANPARÁ
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Nove técnicos bancários, com mesmo potencial de trabalho, deveriam arquivar 18.000 documentos em 6 dias, trabalhando 8 horas por dia. Como somente 4 desses técnicos poderiam participar dessa tarefa, e houve reduções para 12.000 documentos, em jornada diária de 4 horas, o arquivamento deve-se dar em
 

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Considere um lote de R$ 51.000.000,00 todo em cédulas de R$ 100,00. Se um quilograma corresponde a 1.000 gramas e uma cédula de R$ 100,00 pesa 0,25 gramas, o peso, somente das cédulas, desse lote estaria entre
 

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Suponha que um caixa automático de um banco disponibilize para saque uma quantidade suficiente das cédulas da figura abaixo:
enunciado 904231-1

Uma retirada de R$ 1.000,00 será feita neste caixa, de modo que nela exista pelo menos uma cédula de cada valor. Se M é o maior e N o menor número de cédulas possíveis de haver nesse saque, então M + N é igual a
 

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Para obtenção do dígito verificador de contas correntes, um banco utiliza-se de um sistema conhecido como módulo 10. Tal dígito é obtido multiplicando-se os algarismos do número da conta, sucessivamente, por 2 (x 2) e por 1 (x 1), começando da direita para a esquerda, e, quando o produto passar de 10, deve-se considerar como resultado a soma de seus algarismos. Em seguida obtêm-se a soma de todos os resultados, divide-se por 10 e o dígito verificador será 10 menos o resto encontrado na divisão. Se a divisão for exata o dígito será zero.
O exemplo a seguir ilustra como calcular o dígito verificador de uma conta de número 351603, no módulo 10.
Número da conta 3 5 1 6 0 3
(x 1) (x 2) (x 1) (x 2) (x 1) (x 2)
3 10=1 1 12 = 3 0 6
Soma 3 + 1 + 1 + 3 + 0 + 6 = 14. Como 14:10 =1, restando 4, então o dígito verificador será 10 – 4 = 6 e o número desta conta, com o dígito verificador, passará a ser 351603-6.
Nesse sistema o dígito verificador da conta número 694718 será
 

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904229 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: BANPARÁ
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Gisele, Mônica e Roberta fazem parte de uma sociedade, conforme o quadro a seguir:
Sócia Número de
assessores
Participação no
capital da sociedade
Gisele 1 25%
Mônica 2 35%
Roberta 3 40%
Um lucro de R$ 67.000,00 foi dividido entre as sócias, de forma diretamente proporcional à participação no capital da sociedade e inversamente proporcional ao número de assessores. Dessa forma, Roberta recebeu
 

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904228 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: BANPARÁ
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Na carteira de dinheiro de uma pessoa há nove cédulas, similares às do quadro abaixo:

enunciado 904228-1

Utilizando pelo menos uma cédula de cada valor, essa pessoa poderá pagar contas a partir de R$ 17,00 (com um exemplar de cada cédula) até R$ 51,00 (usando os três exemplares de cada cédula que tem na carteira). Dos valores apresentados abaixo o único que pode ser pago por essa pessoa, com pelo menos uma cédula de cada valor, exatamente, sem necessitar de troco, é
 

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904227 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: BANPARÁ
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Na moldura abaixo há as medidas recomendadas para confecção de uma escada, em que as medidas dos pisos (patamares horizontais) podem variar de 25cm a 35cm e dos espelhos (faces verticais entre um piso e outro) podem medir entre 14cm e 18cm. No lado direito da moldura há o esboço de um projeto de escada, apenas com início e fim, que tem a mesma quantidade de pisos e espelhos uniformes e devem adotar as medidas recomendadas.
enunciado 904227-1

Sabendo-se que 1m equivale a 100cm e que a soma do comprimento e da altura da escada da direita deve variar entre 3m12cm e 4m24cm, então a quantidade de pisos dessa escada deve ser igual a
 

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904226 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: BANPARÁ
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Burocracia e poesia
Hoje, navegando pela internet, descobri que o grande poeta mineiro Murilo Mendes exerceu a função de bancário durante muitos anos. Aliás, é comum que bancários, funcionários públicos, escriturários, dentre outras tarefas burocráticas, tenham destaque na literatura, a citar o exemplo do nosso poeta maior Carlos Drummond de Andrade, que durante quase toda sua vida exerceu a função nada poética de funcionário público no Ministério da Educação, simultaneamente à publicação de suas poesias.
Para Drummond, foi quase meio século de funcionalismo público e poesia. Eis alguns trechos da "Confidência do Itabirano", de Drummond, com grifos meus:
(...)
A vontade de amar que me paralisa o trabalho, vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes. E o hábito de sofrer, que tanto me diverte, é doce herança Itabirana.
Será que Drummond tem razão? Será que amar, ou então qualquer tipo de vivência emocional, é o oposto do trabalho, visto na sua acepção mais opressora?
Será que aí está a explicação daquele sentimento de inutilidade que nos toma, no exercício das nossas funções? Será aí a origem daquela falta de empatia, mesmo atendendo dezenas de pessoas por dia, tornando todas elas cinzas, meros objetos, dos quais queremos nos livrar, ao grito de "próximo"?
Talvez seja isso; pode ser que, no fundo, as funções meramente burocráticas tenham essa inerente falta de significado, esse vazio profundo. Mais adiante, no mesmo poema:
Tive ouro, tive gado, tive fazendas. Hoje sou funcionário público. Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói!
Uma promessa de glória, de riquezas, para um provinciano de posses, encrustrado na pequena cidade mineira, se desfaz na constatação trivial do poeta, de que lhe restou apenas essa função, a de funcionário público. Drummond, com seu talento, e de uma forma que talvez estudiosos de literatura possam melhor desvendar, consegue transmitir uma tristeza tamanha no seu relato, como se ser funcionário público fosse algo beirando o lúgubre.
[...]
Disponível em http://diariobancario.blogspot.com.br/2007/12/burocracia-e-poesia.html Acessado em 20/03/2018
No último período do texto, o termo lúgubre é sinônimo de
 

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LASTRO E O SISTEMA BANCÁRIO
[...]
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia. Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara em um relatório do Bank of England de 2014.
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/2018
O enunciado em que duas ideias se opõem é
 

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LASTRO E O SISTEMA BANCÁRIO
[...]
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia. Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara em um relatório do Bank of England de 2014.
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/2018
De acordo com o autor do texto Lastro e o sistema bancário, a reserva fracional foi criada com o objetivo de
 

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