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Foram encontradas 120 questões.

1370945 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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São doenças do Sistema Nervoso relacionadas ao trabalho, exceto:

 

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1370888 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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A Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde do Trabalhador - NR - 06 é relativa a:

 

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1370633 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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Goeldi realiza estudos da dinâmica florestal

A floresta amazônica, um dos ecossistemas mais importantes do mundo que abriga cerca de 45% das florestas tropicais, requer atenção redobrada da comunidade científica.

O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em parceria com a Rede Amazônica de Inventários Florestais (RAINFOR), que inclui instituições dos 8 países do bioma amazônico, monitora algumas dessas áreas. Uma das principais bases de pesquisa é a Estação Científica Ferreira Penna, localizada na Floresta Nacional (Flona) de Caxiuanã, a 300 km de Belém.

Em novembro de 2009, aconteceu a mais recente expedição do MPEG à Flona Caxiuanã. Liderada pelo ecólogo Samuel Almeida, com participação do biólogo Antonio Sérgio da Silva e de outras seis pessoas para remedição de seis parcelas de um hectare cada. No recenseamento foram registrados dados sobre crescimento individual, mortalidade e recrutamento de novas plantas.

Foram desenvolvidas também atividades de manutenção das parcelas florestais permanentes, como substituição de etiquetas e marcação dos troncos com tinta, além de coleta de amostras de solo visando estimar as quantidades de carbono, crescimento de raízes e nutrientes. Os estudos de longo prazo sobre a dinâmica florestal têm ajudado no entendimento do efeito da fragmentação da floresta pelo desmatamento, e do impacto das mudanças climáticas no funcionamento da floresta amazônica.

Para os participantes da expedição, “a campanha foi bem sucedida com a remedição e registro de mortalidade e recrutamento de cerca de 3 mil plantas e foram coletadas amostras botânicas para identificação no Herbário do Museu Goeldi”.

Em “O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em parceria com a Rede Amazônica de Inventários Florestais (RAINFOR), que inclui instituições dos 8 países do bioma amazônico, monitora algumas dessas áreas” (linhas 04 a 06), o verbo “monitorar”:

 

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1370483 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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Goeldi realiza estudos da dinâmica florestal

A floresta amazônica, um dos ecossistemas mais importantes do mundo que abriga cerca de 45% das florestas tropicais, requer atenção redobrada da comunidade científica.

O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em parceria com a Rede Amazônica de Inventários Florestais (RAINFOR), que inclui instituições dos 8 países do bioma amazônico, monitora algumas dessas áreas. Uma das principais bases de pesquisa é a Estação Científica Ferreira Penna, localizada na Floresta Nacional (Flona) de Caxiuanã, a 300 km de Belém.

Em novembro de 2009, aconteceu a mais recente expedição do MPEG à Flona Caxiuanã. Liderada pelo ecólogo Samuel Almeida, com participação do biólogo Antonio Sérgio da Silva e de outras seis pessoas para remedição de seis parcelas de um hectare cada. No recenseamento foram registrados dados sobre crescimento individual, mortalidade e recrutamento de novas plantas.

Foram desenvolvidas também atividades de manutenção das parcelas florestais permanentes, como substituição de etiquetas e marcação dos troncos com tinta, além de coleta de amostras de solo visando estimar as quantidades de carbono, crescimento de raízes e nutrientes. Os estudos de longo prazo sobre a dinâmica florestal têm ajudado no entendimento do efeito da fragmentação da floresta pelo desmatamento, e do impacto das mudanças climáticas no funcionamento da floresta amazônica.

Para os participantes da expedição, “a campanha foi bem sucedida com a remedição e registro de mortalidade e recrutamento de cerca de 3 mil plantas e foram coletadas amostras botânicas para identificação no Herbário do Museu Goeldi”.

No período “Os estudos de longo prazo sobre a dinâmica florestal têm ajudado no entendimento do efeito da fragmentação da floresta pelo desmatamento...” (linhas 17 a 19), NÃO se pode concluir que:

 

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1370338 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva

Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.

Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.

Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.

O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.

Em “Imagine a cena” (linha 01), o verbo sugere que quem pratica a ação é:

 

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1370297 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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Assinale a alternativa correta em relação às doenças infecciosas relacionadas à saúde do trabalhador.

 

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1370174 Ano: 2010
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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No mercado de capitais as empresas que precisam de recursos conseguem financiamento, por meio da emissão de títulos, vendidos diretamente aos poupadores/investidores, sem intermediação bancária. Dessa forma, os investidores acabam emprestando o dinheiro de sua poupança a empresas, também sem a intermediação bancária.

Assinale a opção correta:

 

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1368610 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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No Microsoft Office Word 2007 para inserir símbolos ou caracteres especiais que não constam no teclado, deve-se utilizar o item Símbolo da guia:

 

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1368488 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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Somente uma das afirmações abaixo é falsa:

I - Pedro é mais velho do que Bruna;

II - Eliana é mais nova do que Bruna;

III - A soma das idades de Bruna e Eliana é o dobro da idade de Pedro;

IV - Eliana é mais velha do que Pedro.

Assinale a alternativa correta:

 

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1368247 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva

Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.

Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.

Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.

O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.

“Fresta” (linha 03) em relação ao vocábulo “festa”, observando-se rigorosamente a grafia e o sentido, é considerado caso de palavra:

 

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