Foram encontradas 120 questões.
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNVAPI
Orgão: BANPARÁ
Marque a alternativa que relaciona as colunas, de acordo com as normas expedidas pelo Ministério do Trabalho:
I- NR 4
II- NR 7
III- NR 24
IV- NR 9
V- NR 32
( ) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
( ) Condições Sanitárias e de Conforto nos locais de trabalho
( ) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
( ) Serviços Especializados em Engenharia de segurança e em medicina do trabalho
( ) Segurança e Saúde no trabalho em serviços de saúde
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva
Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.
Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.
Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.
O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.
O vocábulo “onde” (linha 08) atua como:
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva
Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.
Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.
Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.
O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.
Em relação à tipologia textual, é correto afirmar que:
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Sobre a Perda Auditiva Ocupacional, marque a opção correta:
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Goeldi realiza estudos da dinâmica florestal
A floresta amazônica, um dos ecossistemas mais importantes do mundo que abriga cerca de 45% das florestas tropicais, requer atenção redobrada da comunidade científica.
O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em parceria com a Rede Amazônica de Inventários Florestais (RAINFOR), que inclui instituições dos 8 países do bioma amazônico, monitora algumas dessas áreas. Uma das principais bases de pesquisa é a Estação Científica Ferreira Penna, localizada na Floresta Nacional (Flona) de Caxiuanã, a 300 km de Belém.
Em novembro de 2009, aconteceu a mais recente expedição do MPEG à Flona Caxiuanã. Liderada pelo ecólogo Samuel Almeida, com participação do biólogo Antonio Sérgio da Silva e de outras seis pessoas para remedição de seis parcelas de um hectare cada. No recenseamento foram registrados dados sobre crescimento individual, mortalidade e recrutamento de novas plantas.
Foram desenvolvidas também atividades de manutenção das parcelas florestais permanentes, como substituição de etiquetas e marcação dos troncos com tinta, além de coleta de amostras de solo visando estimar as quantidades de carbono, crescimento de raízes e nutrientes. Os estudos de longo prazo sobre a dinâmica florestal têm ajudado no entendimento do efeito da fragmentação da floresta pelo desmatamento, e do impacto das mudanças climáticas no funcionamento da floresta amazônica.
Para os participantes da expedição, “a campanha foi bem sucedida com a remedição e registro de mortalidade e recrutamento de cerca de 3 mil plantas e foram coletadas amostras botânicas para identificação no Herbário do Museu Goeldi”.
No período “em novembro de 2009, aconteceu a mais recente expedição do MPEG à Flona Caxiuanã...” (linhas 09 e 10) explica-se o uso da crase:
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Goeldi realiza estudos da dinâmica florestal
A floresta amazônica, um dos ecossistemas mais importantes do mundo que abriga cerca de 45% das florestas tropicais, requer atenção redobrada da comunidade científica.
O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em parceria com a Rede Amazônica de Inventários Florestais (RAINFOR), que inclui instituições dos 8 países do bioma amazônico, monitora algumas dessas áreas. Uma das principais bases de pesquisa é a Estação Científica Ferreira Penna, localizada na Floresta Nacional (Flona) de Caxiuanã, a 300 km de Belém.
Em novembro de 2009, aconteceu a mais recente expedição do MPEG à Flona Caxiuanã. Liderada pelo ecólogo Samuel Almeida, com participação do biólogo Antonio Sérgio da Silva e de outras seis pessoas para remedição de seis parcelas de um hectare cada. No recenseamento foram registrados dados sobre crescimento individual, mortalidade e recrutamento de novas plantas.
Foram desenvolvidas também atividades de manutenção das parcelas florestais permanentes, como substituição de etiquetas e marcação dos troncos com tinta, além de coleta de amostras de solo visando estimar as quantidades de carbono, crescimento de raízes e nutrientes. Os estudos de longo prazo sobre a dinâmica florestal têm ajudado no entendimento do efeito da fragmentação da floresta pelo desmatamento, e do impacto das mudanças climáticas no funcionamento da floresta amazônica.
Para os participantes da expedição, “a campanha foi bem sucedida com a remedição e registro de mortalidade e recrutamento de cerca de 3 mil plantas e foram coletadas amostras botânicas para identificação no Herbário do Museu Goeldi”.
No plano morfológico, o “que” (linha 01) presente no primeiro parágrafo atua no contexto como:
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Memórias que podem ser acessadas pelos microprocessadores e endereçadas diretamente pelos seus barramentos são as:
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Sobre Aposentadoria por Tempo de Contribuição, segundo o Regime Geral de Previdência Social – RGPS, indique a opção correta:
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A Delegacia Regional do Trabalho - DRT, nos limites de sua jurisdição, é o órgão regional competente para executar as atividades relacionadas com a segurança e medicina do trabalho, e ainda a fiscalização do cumprimento dos preceitos legais e regulamentares sobre este tema. Compete, ainda, à DRT nos limites de sua jurisdição:
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Estudo avalia eficácia de vacina contra raiva
Imagine a cena. Uma casa pequena e simples no interior do Estado do Pará. Noite de imensa escuridão, apenas a lua traz um cantinho de luz. De repente, algo que parece uma ave negra invade a casa por uma fresta na parede de madeira e morde a criança que dormia na rede. Todos se espantam, mas logo volta tudo ao normal. Não há nada demais, afinal, é só mais uma mordida de morcego.
Infelizmente, a cena acima não faz parte de nenhum filme ou livro. Mas integra, efetivamente, a realidade dos habitantes de alguns municípios paraenses, como Augusto Corrêa, onde o Projeto de Pesquisa "Persistência de Anticorpos Neutralizantes contra o Vírus Rábico após Vacinação Pré e Pós-Exposição e Doses de Reforço em População de Área Rural Exposta à Agressão por Morcegos Hematófagos no Brasil" desenvolve suas atividades.
Apesar do nome extenso e complexo, o Projeto possui um propósito muito claro: descobrir durante quanto tempo, após a vacinação, uma população continua protegida contra o vírus da raiva, incluindo, aqui, tanto os que foram agredidos por morcegos, quanto os que não foram. Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará e coordenadora do Projeto, Rita Catarina Medeiros Souza, a ideia nasceu após um surto da doença provocada por morcegos hematófagos nos anos de 2004 e 2005, em cidades como Portel, Viseu e Augusto Corrêa. Na ocasião, 36 pessoas faleceram e outras milhares receberam a vacina.
O Projeto surge, portanto, para monitorar, durante cinco anos, o nível de proteção das pessoas vacinadas. E, após a análise dos dados coletados, propor formas e períodos de revacinação adequados, já que a revacinação constante não é recomendada por aumentar os riscos de efeitos colaterais.
“Ideia”(linha 17) no quarto parágrafo, em relação à acentuação gráfica:
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