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Foram encontradas 170 questões.

1209638 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG

TEXTO 1

Nearly all organizations rely on computer and information technology (IT) to conduct business and operate effi ciently. Computer systems analysts use IT tools to help enterprises of all sizes achieve their goals. They may design and develop new computer systems by choosing and confi guring hardware and software, or they may devise ways to apply existing systems’ resources to additional tasks. Most systems analysts work with specifi c types of computer systems such as business, accounting, and fi nancial systems or scientifi c and engineering systems. Analysts _______ specialize in helping an organization select the proper system hardware and software are often called system architects or system designers. If analysts specialize in developing and fi ne-tuning systems, they are often given the more general title of systems analysts.

To begin an assignment, systems analysts consult with an organization’s managers and users to defi ne the goals of the system and then design a system to meet those goals. They specify the inputs that the system will access, decide how the inputs will be processed, and format the output to meet users’ needs. Analysts use techniques such as structured analysis, data modeling, information engineering, mathematical model building, sampling, and a variety of accounting principles to ensure their plans are effi cient and complete. They also may prepare cost-benefi t and return-oninvestment analyses to help management decide whether implementing the proposed technology would be fi nancially feasible.

In some organizations, programmer-analysts design and update the software that runs a computer. They also create custom applications tailored to their organization’s tasks. Because they are responsible for both programming and systems analysis, these workers must be profi cient in both areas.

http://www.bls.gov/oco/ocos287.htm. Acesso em 27/02/2011

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1209637 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG
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Um googol é a denominação dada para o número 10100 . Seja k o menor inteiro positivo tal que 10100 /2k < 3.
É CORRETO afirmar que
 

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1209635 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG
Em uma turma da quinta série distribuí 4 cadernos para cada aluno dessa turma e me sobraram 90 cadernos. Se tivesse dado 6 cadernos para cada menino, me sobrariam 2 cadernos.

É CORRETO afirmar que essa turma possui
 

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1209634 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG
Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
enunciado 1209634-1
enunciado 1209634-2
enunciado 1209634-3
enunciado 1209634-4
enunciado 1209634-5
enunciado 1209634-6
enunciado 1209634-7
enunciado 1209634-8
enunciado 1209634-9
enunciado 1209634-10

Marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso diante de cada afirmativa sobre o texto IV.

( ) O texto é carregado de elementos que desnudam o grau de estupefação de seu enunciador, como se vê pelo uso de “impressionada”.

( ) O autor se revela estrategicamente em intensa carga significativa, por exemplo por meio da repetição do vocábulo “tragédias”.

( ) O uso da metonímia presente em “meus olhos” promove a coesão com a frase anterior, onde está presente o verbo “ver”.

( ) A palavra ‘apenas’, no primeiro parágrafo, promove sentido diferente daquele presente no último – somente e unicamente, respectivamente.

Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:
 

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1209633 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG

TEXTO I

Enunciado 4006443-1

TEXTO II

Enunciado 4006443-2

TEXTO III

Uma boa charge política não precisa de exegese, exatamente como uma boa piada dispensa explicação. Portanto as palavras do cartunista Laerte (painel do Leitor, 15/03) em defesa do colega João Montanaro, de 15 anos, só me convenceram de que a obra chocante talvez seja candidata a ser pendurada num museu qualquer ou numa galeria. Montanaro é menor de idade. Quem foi o maior de idade que o contratou para exercer uma função tão significativa no dia a dia de qualquer jornal que se preza e que respeita os seus leitores?

(Paula Mavienko-sikar, São Carlos, SP, in Painel do Leitor , 18/03/2011)

Fico impressionada com os comentários maldosos contra o cartunista João Montanaro. Ao ver a charge, não a li como uma sátira. Meus olhos apenas a receberam como uma realidade.

Quem imaginaria que a xilogravura do artista Hokusai serviria de base para reforçar uma tragédia que ocorreu no Japão? Que me conste, estamos no ano 2011 e a liberdade de expressão é direito de qualquer ser humano. João Montanaro apenas retratou o que acontece hoje no mundo em que vivemos, e nós, habitantes deste planeta, somos os responsáveis pelas tragédias que ocorrem e ocorrerão.

(Maria Rita Marinho, gerente da Secretaria Geral de Fundação Bienal, São Paulo, SP)

TEXTO V

Contra a maré

Cartunistas avaliam charge de João Montanaro, na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami.

João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então, viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em meio ao mar que avançava.

“Não dava para fazer um desenho sobre política!”, diz.

Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções que ele enviou à Folha para aprovação e publicação. “Fiquei surpreso com as críticas”, diz. “Acho que não entenderam a charge.”

Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz estar seguro da escolha. “Fiz o certo, minha intenção não era fazer uma piada.”

O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada, defende Montanaro.

“É um desenho superimparcial. É inocente como o ilustrador, que é um jovenzinho”, diz. “De mau gosto foi a tragédia em si.” E completa: “O humor funciona por conta dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos críticos”.

Para o artista Allan Sieber, que também publica na Ilustrada, Montanaro “fez o trabalho dele e a escolha da ilustração valeu a pena”.

O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro “A Guerra dos Gibis” (Companhia das Letras), afirma que quem perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores que se manifestaram contra.

“Vivemos na era da chatice e do politicamente correto. É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.” Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal “Berita Harian”, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O jornal se retratou.

“Apesar de o desenho de Montanaro não ter me incomodado, consigo entender por que alguns leitores se sentiram desconfortáveis”, diz Sidney Gusman, editorchefe do site Universo HQ. “Fico imaginando como eu reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.”

Outra razão apontada para a má recepção é o desconhecimento do desenho original. “Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas não iriam se chocar”, diz Mario Sergio Barbosa, pai de Montanaro. “Mas eu não conhecia a referência dele.”

Há também a possibilidade de o leitor não estar acostumado ao gênero da charge. “As pessoas ligam a palavra “charge” a coisas alegres, mas a ideia é ser um convite ao pensamento”, diz o quadrinista Mauricio de Sousa.

O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda. “Quem está acostumado entende melhor desenhos como o de Montanaro. Outros veem as charges como necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.”

Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores da página A2 entre 1986 e 1995, diz: “Os cartunistas constroem uma imagem de irreverentes, de livres criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo comunicador tem de antecipar a reação do público e medir o que vai causar. Nem tudo é permitido”.

Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, “é nesses momentos de tragédia que temos de fazer críticas”.

DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.

Assinale a alternativa, cujas alterações lingüísticas mudam o efeito de sentido original:

 

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1209632 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG

Caro candidato, leia com atenção a peça publicitária em destaque e responda à questão abaixo.

Enunciado 4006280-1

(*) Trecho ampliado:

O Grupo Petrópolis tem um compromisso com o meio ambiente e por isso pratica programas visando à conservação de toda a água utilizada em seus processos produtivos. Além disso, conta com o Projeto AMA, uma iniciativa que através do plantio de 1,1 milhão de mudas de árvores nativas protege grandes áreas de mata atlântica e do cerrado, preserva 36 bilhões de litros de água por ano e atua na remoção de mais de 85 mil toneladas de CO2 da atmosfera. Afinal, para nós, dia de preservar a água é todo dia.

A expressão ‘como o Grupo Petrópolis’, presente na frase em destaque da peça publicitária, vem entre vírgulas. Essa pontuação:

 

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1209631 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG

TEXTO I

Enunciado 4006442-1

TEXTO II

Enunciado 4006442-2

TEXTO III

Uma boa charge política não precisa de exegese, exatamente como uma boa piada dispensa explicação. Portanto as palavras do cartunista Laerte (painel do Leitor, 15/03) em defesa do colega João Montanaro, de 15 anos, só me convenceram de que a obra chocante talvez seja candidata a ser pendurada num museu qualquer ou numa galeria. Montanaro é menor de idade. Quem foi o maior de idade que o contratou para exercer uma função tão significativa no dia a dia de qualquer jornal que se preza e que respeita os seus leitores?

(Paula Mavienko-sikar, São Carlos, SP, in Painel do Leitor , 18/03/2011)

Fico impressionada com os comentários maldosos contra o cartunista João Montanaro. Ao ver a charge, não a li como uma sátira. Meus olhos apenas a receberam como uma realidade.

Quem imaginaria que a xilogravura do artista Hokusai serviria de base para reforçar uma tragédia que ocorreu no Japão? Que me conste, estamos no ano 2011 e a liberdade de expressão é direito de qualquer ser humano. João Montanaro apenas retratou o que acontece hoje no mundo em que vivemos, e nós, habitantes deste planeta, somos os responsáveis pelas tragédias que ocorrem e ocorrerão.

(Maria Rita Marinho, gerente da Secretaria Geral de Fundação Bienal, São Paulo, SP)

TEXTO V

Contra a maré

Cartunistas avaliam charge de João Montanaro, na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami.

João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então, viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em meio ao mar que avançava.

“Não dava para fazer um desenho sobre política!”, diz.

Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções que ele enviou à Folha para aprovação e publicação. “Fiquei surpreso com as críticas”, diz. “Acho que não entenderam a charge.”

Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz estar seguro da escolha. “Fiz o certo, minha intenção não era fazer uma piada.”

O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada, defende Montanaro.

“É um desenho superimparcial. É inocente como o ilustrador, que é um jovenzinho”, diz. “De mau gosto foi a tragédia em si.” E completa: “O humor funciona por conta dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos críticos”.

Para o artista Allan Sieber, que também publica na Ilustrada, Montanaro “fez o trabalho dele e a escolha da ilustração valeu a pena”.

O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro “A Guerra dos Gibis” (Companhia das Letras), afirma que quem perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores que se manifestaram contra.

“Vivemos na era da chatice e do politicamente correto. É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.” Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal “Berita Harian”, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O jornal se retratou.

“Apesar de o desenho de Montanaro não ter me incomodado, consigo entender por que alguns leitores se sentiram desconfortáveis”, diz Sidney Gusman, editorchefe do site Universo HQ. “Fico imaginando como eu reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.”

Outra razão apontada para a má recepção é o desconhecimento do desenho original. “Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas não iriam se chocar”, diz Mario Sergio Barbosa, pai de Montanaro. “Mas eu não conhecia a referência dele.”

Há também a possibilidade de o leitor não estar acostumado ao gênero da charge. “As pessoas ligam a palavra “charge” a coisas alegres, mas a ideia é ser um convite ao pensamento”, diz o quadrinista Mauricio de Sousa.

O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda. “Quem está acostumado entende melhor desenhos como o de Montanaro. Outros veem as charges como necessariamente uma piada e, por isso, se incomodam.”

Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores da página A2 entre 1986 e 1995, diz: “Os cartunistas constroem uma imagem de irreverentes, de livres criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo comunicador tem de antecipar a reação do público e medir o que vai causar. Nem tudo é permitido”.

Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, “é nesses momentos de tragédia que temos de fazer críticas”.

DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.

Assinale a alternativa que NÃO apresenta informação correta no que se refere à coesão textual que se verifica no trecho em destaque, parte do texto de Diogo Bercito.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1209630 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG

Leia os textos

TEXTO I

Enunciado 4006438-1

TEXTO II

Enunciado 4006438-2

TEXTO III

Uma boa charge política não precisa de exegese, exatamente como uma boa piada dispensa explicação. Portanto as palavras do cartunista Laerte (painel do Leitor, 15/03) em defesa do colega João Montanaro, de 15 anos, só me convenceram de que a obra chocante talvez seja candidata a ser pendurada num museu qualquer ou numa galeria. Montanaro é menor de idade. Quem foi o maior de idade que o contratou para exercer uma função tão significativa no dia a dia de qualquer jornal que se preza e que respeita os seus leitores?

(Paula Mavienko-sikar, São Carlos, SP, in Painel do Leitor , 18/03/2011)

Sobre a composição do texto III, é INCORRETO afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1209629 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG

Leia os textos

TEXTO I

Enunciado 4006440-1

TEXTO II

Enunciado 4006440-2

TEXTO III

Uma boa charge política não precisa de exegese, exatamente como uma boa piada dispensa explicação. Portanto as palavras do cartunista Laerte (painel do Leitor, 15/03) em defesa do colega João Montanaro, de 15 anos, só me convenceram de que a obra chocante talvez seja candidata a ser pendurada num museu qualquer ou numa galeria. Montanaro é menor de idade. Quem foi o maior de idade que o contratou para exercer uma função tão significativa no dia a dia de qualquer jornal que se preza e que respeita os seus leitores?

(Paula Mavienko-sikar, São Carlos, SP, in Painel do Leitor , 18/03/2011)

Fico impressionada com os comentários maldosos contra o cartunista João Montanaro. Ao ver a charge, não a li como uma sátira. Meus olhos apenas a receberam como uma realidade.

Quem imaginaria que a xilogravura do artista Hokusai serviria de base para reforçar uma tragédia que ocorreu no Japão? Que me conste, estamos no ano 2011 e a liberdade de expressão é direito de qualquer ser humano. João Montanaro apenas retratou o que acontece hoje no mundo em que vivemos, e nós, habitantes deste planeta, somos os responsáveis pelas tragédias que ocorrem e ocorrerão.

(Maria Rita Marinho, gerente da Secretaria Geral de Fundação Bienal, São Paulo, SP)

Assinale a alternativa em que a reconstrução de trechos da carta de Maria Rita Marinho, no texto IV, NÃO apresenta coesão adequada à produção de sentido.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1209625 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: BDMG
enunciado 1209625-1

enunciado 1209625-2
Sobre as relações entre os textos I e II, NÃO é possíve afirmar:
 

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