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Foram encontradas 50 questões.

315507 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Os antigos e a memória

Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.

A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.

A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:

A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.

Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.

“...Mnemosyne, mãe das Musas,” (l.1) e “...deusa Memória...” (l. 2) no texto referem-se

 

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315382 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Os antigos e a memória

Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso, tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.

A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.

A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:

A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.

Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios, cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.

Nas sentenças abaixo, a expressão em negrito que NÃO pode ser substituída pelo pronome após forma verbal, especificado entre parênteses, é

 

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314545 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Enunciado 314545-1
No circuito elétrico acima, dois resistores cujas resistências valem, respectivamente, 4,0 !$ \Omega !$ e 6,0 !$ \Omega !$, estão ligados em paralelo e conectados a uma bateria de 12 V. Qual a corrente elétrica que é marcada no amperímetro?
 

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314508 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Um gás ideal recebe uma certa quantidade de calor a volume constante. Nesse processo, a temperatura final é 3 vezes maior do que a temperaura inicial Tf=3Ti. Sabendo- se que a pressão inicial é de 1 atm, qual é a pressão do gás ao final desse processo ?
 

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314286 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
O consumo de energia elétrica no Brasil nunca foi tão alto. O gráfico abaixo apresenta o pico de consumo, medido sempre na primeira quinta-feira de fevereiro de cada ano, nos últimos três anos.
Enunciado 314286-1
Se o aumento linear observado de 2008 para 2009 se mantivesse de 2009 para 2010, o pico de consumo de energia na primeira quinta-feira de fevereiro seria x megawatts menor do que efetivamente foi. Conclui-se que x é igual a
 

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313808 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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O pH define o grau de acidez de uma solução, o teor de íons hidrogênio (H+) livres. Desse modo, o
 

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312046 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A estrutura molecular é um dos fatores que determinam as propriedades dos polímeros. O polietileno, por exemplo, quando obtido em condições de alta pressão, apresenta uma estrutura de cadeia ramificada, formando o Polietileno de Baixa Densidade PEBD), um plástico mais flexível e transparente. Em contraposição, quando obtido em condições de baixa pressão, apresenta uma estrutura de cadeia normal, praticamente isenta de ramificações, formando o Polietileno de Alta Densidade (PEAD), um plástico de maior densidade, mais rígido e resistente à tração, em comparação ao PEBD. Nesse caso, para o PEAD ocorre uma maior interação intermolecular entre as cadeias poliméricas formadas que, para um polímero como o polietileno, é do tipo
 

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311469 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Considere que as seguintes reações químicas alcançaram o equilíbrio:
I - Reagentes !$ \rightleftharpoons !$ Produtos + Calor
II - Calor + Reagentes !$ \rightleftharpoons !$ Produtos
Se a temperatura for aumentada de certa quantidade nas duas reações, tem-se que
 

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310801 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Para a medição, com resolução de 0,02 mm, da profundidade de um furo não passante em uma peça com 30 mm de espessura, utiliza-se o seguinte instrumento:
 

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301317 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Os antigos e a memória

Os antigos gregos consideravam a memória uma entidade sobrenatural ou divina: era a deusa Mnemosyne, mãe das Musas, que protegem as artes e a história. A deusa Memória dava aos poetas e adivinhos o poder de voltar ao passado e de relembrá-lo para a coletividade. Tinha o poder de conferir imortalidade aos mortais, pois, quando o artista ou o historiador registram em suas obras a fisionomia, os gestos, os atos, os feitos e as palavras de um humano, este nunca será esquecido e, por isso(a), tornando-se memorável, não morrerá jamais.

Os historiadores antigos colocavam suas obras sob a proteção das Musas, escreviam para que não fossem perdidos os feitos memoráveis dos humanos e para que servissem de exemplo às gerações futuras. Dizia Cícero: “A história é mestra da vida”.

A memória é, pois, inseparável do sentimento do tempo(b) ou da percepção/experiência do tempo como algo que escoa ou passa.

A importância da memória não se limitava à poesia e à história, mas também aparecia com muita força e clareza na medicina dos antigos. Um aforismo, atribuído a Hipócrates, o pai da medicina, dizia:

A vida é breve, a arte é longa, a ocasião é fugidia, a experiência é traidora e o julgamento é difícil. O médico precisa estar sempre atento não só para fazer o que convém, mas também para conseguir a cooperação do paciente.

Qual a ajuda ou cooperação trazida pelo paciente ao médico? Sua memória. O médico antigo praticava com o paciente a anamnese, isto é, a reminiscência. Por meio de perguntas, fazia o paciente lembrar-se de todas as circunstâncias que antecederam o momento em que ficara doente e as circunstâncias em que adoecera, pois essas lembranças auxiliavam o médico a fazer o diagnóstico e a receitar remédios(c), cirurgias e dietas que correspondiam à necessidade específica da cura do paciente.

Além de imortalizar os mortais e de auxiliar a arte médica, para os antigos a memória também possuía outra função.

Os antigos gregos e romanos desenvolveram uma arte chamada eloquência ou retórica, destinada a persuadir e a criar emoções nos ouvintes por meio do uso belo e eficaz da linguagem. No aprendizado dessa arte, consideravam a memória indispensável não só porque o bom orador (poeta, político, advogado) era aquele que falava ou pronunciava longos discursos sem ler e sem se apoiar em anotações, como também porque o bom orador era aquele que aprendia de cor as regras fundamentais da eloquência ou oratória.

Assim, a memória era considerada essencial tanto para o aprendizado como para o momento em que o orador fosse falar, pois falaria sem ler(d). Para isso, os mestres de retórica criaram métodos de memorização ou “memória artificial”, que constituíram a “arte da memória”, isto é, técnicas de ampliação do poder natural da memória, pois julgavam que, além da memória natural, os seres humanos são capazes de deliberadamente desenvolver uma outra memória(e), que amplia e auxilia a memória espontânea.

CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2008, p. 138-139.

Nos trechos retirados do texto, a seguir, aquele em que o termo pois indica um valor conclusivo é

 

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