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Foram encontradas 70 questões.

1621764 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Na formação de um pomar comercial de cítricos, a definição das variedades a serem cultivadas no Brasil leva em consideração, além de outros aspectos, o período de colheita dos frutos, visando ao melhor aproveitamento da mão de obra na propriedade, ao longo do ano.
Que variedade de laranja apresenta maturação tardia dos frutos?
 

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1621158 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Em vegetais, a inibição da expansão foliar é uma das primeiras respostas ao estresse hídrico, que ocorre quando há decréscimo na turgidez, resultante do deficit hídrico a que a planta foi submetida.
Dentre os mecanismos adicionais de resistência da planta em resposta a esse estresse, encontram-se:
I - Indução da formação de aerênquima na base do caule
II - Abscisão foliar
III - Fechamento estomático
IV - Expansão das raízes para zonas mais profundas e úmidas do solo
São corretas as afirmações
 

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1620447 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A fusariose é a principal causa de perdas de produção em plantios comerciais de abacaxi no Brasil, sendo o desenvolvimento de variedades resistentes uma das formas de controle mais eficientes.
As variedades de abacaxizeiro resistentes à fusariose, recentemente desenvolvidas no país, são
 

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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
Pela leitura do segundo parágrafo, pode-se perceber que o material com que é basicamente feita a estrutura da tenda é
 

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1617825 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Cambissolos são solos minerais, não hidromórficos, com horizonte B incipiente (Bi), imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte superficial, desde que, em qualquer caso, não satisfaçam os requisitos estabelecidos para serem enquadrados em outras classes.
Tais solos apresentam sequência de horizonte A, ou horizonte hístico (com espessura inferior a 40 cm), Bi, C, com ou sem R, e sua principal limitação agrícola deve-se ao fato de
 

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1616696 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Observando o mapa genético do tomate, pode-se constatar que o gene responsável pelo número de locos (L para poucos locos e l para múltiplos locos) encontra-se no cromossomo número 1, o gene responsável para hábito de crescimento (S para indeterminado e s para determinado) encontra-se no cromossomo número 4, a uma distância de 12 centimorgan do gene para tipo de folha (C para folha recortada e c para folha tipo batata). Um melhorista cruzou uma planta homozigota dominante (LLSSCC) com uma homozigota recessiva (llsscc). O F1 formado foi cruzado com outra planta homozigota recessiva (llsscc).
De posse dessas informações, espera-se, na descendência, proporções fenotípicas que, determinadas pelas combinações entre os genes
 

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1615212 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A figura abaixo apresenta curvas de neutralização de amostras de alguns solos com carbonato de cálcio.
Enunciado 1615212-1
NOVAIS, R. F.; ALVAREZ, Victor Hugo; BARROS, N.F.; FONTES, R. L. F.; CANTARUTTI, R. B.; NEVES, J. C. L. Fertilidade do Solo. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2007. v. 1. 1017. p. 215. Adaptado.
Com base na figura, sobre o poder tampão hidrogeniônico desses solos, tem-se que:
 

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1614985 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Os insetos apresentam diferentes formas de oviposição, sendo a oviparidade a forma empregada pela maioria dos insetos por gerar grande número de filhotes.
PORQUE
Na oviparidade, os ovos completam o desenvolvimento embrionário fora do corpo da fêmea, pois possuem placenta, órgão de reserva nutritiva completa.
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que
 

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1607000 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Em uma operação de plantio, usando uma semeadora de precisão com largura de trabalho de 4 m e trabalhando a uma velocidade média de 6 km/h, a eficiência de trabalho de campo mínima para que seja possível o plantio de 150 hectares em 100 horas de trabalho deverá ser de
 

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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
Os trechos de “Em 1954 [...] encanto” e “O gênio de organização [...] monumentais.” caracterizam-se, quanto ao tipo de texto predominante, por serem, respectivamente
 

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