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1597918 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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Na produção animal, as diferentes espécies apresentam variações quanto à capacidade do aparelho digestivo, tanto em volume quanto em porcentagem do trato gastrintestinal (%TGI).
O animal que apresenta o trato gastrointestinal formado por 9% de estômago, 30% de intestino delgado, 16% de ceco e 45% de colo + reto é o
 

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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
A expressão em que a retirada do sinal indicativo de crase altera o sentido da sentença é
 

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Skillset vs. Mindset: Which Will Get You the Job?
By Heather Huhman
There’s a debate going on among career experts about which is more important: skillset or mindset. While skills are certainly desirable for many positions, does having the right ones guarantee you’ll get the job?
What if you have the mindset to get the work accomplished, but currently lack certain skills requested by the employer? Jennifer Fremont-Smith, CEO of Smarterer, and Paul G. Stoltz, PhD, coauthor of Put Your Mindset to Work: The One Asset You Really Need to Win and Keep the Job You Love, recently sat down with U.S. News to sound off on this issue.
Heather: What is more important to today’s employers: skillset or mindset? Why?
Jennifer: For many jobs, skillset needs to come first. The employer absolutely must find people who have the hard skills to do whatever it is they are being hired to do. Programmers have to know how to program. Data analysts need to know how to crunch numbers in Excel. Marketers must know their marketing tools and software. Social media managers must know the tools of their trade like Twitter, Facebook, WordPress, and have writing and communication skills.
After the employers have identified candidates with these hard skills, they can shift their focus to their candidates’ mindsets - attitude, integrity, work ethic, personality, etc.
Paul: Mindset utterly trumps skillset.
Heather: Do you have any data or statistics to back up your argument?
Jennifer: Despite record high unemployment, many jobs sit empty because employers can’t find candidates with the right skills. In a recent survey cited in the Wall Street Journal, over 50 percent of companies reported difficulty finding applicants with the right skills. Companies are running lean and mean in this economy – they don’t have the time to train for those key skills.
Paul: [Co-author James Reed and I] asked tens of thousands of top employers worldwide this question: If you were hiring someone today, which would you pick, B) the person with the perfect skills and qualifications, but lacking the desired mindset, or A) the person with the desired mindset, but lacking the rest? Ninety-eight percent pick A. Add to this that 97 percent said it is more likely that a person with the right mindset will develop the right skillset, rather than the other way around.
Heather: How do you define skillset?
Jennifer: At Smarterer, we define skillset as the set of digital, social, and technical tools professionals use to be effective in the workforce. Professionals are rapidly accumulating these skills, and the tools themselves are proliferating and evolving – we’re giving people a simple, smart way for people to validate their skillset and articulate it to the world.
Heather: How do you define mindset?
Paul: We define mindset as “the lens through which you see and navigate life.” It undergirds and affects all that you think, see, believe, say, and do.
Heather: How can job seekers show they have the skillset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Jennifer: At the beginning of the process, seekers can showcase the skills they have by incorporating them, such as their Smarterer scores, throughout their professional and personal brand materials. They should be articulating their skills in their resume, cover letter, LinkedIn profile, blog, website - everywhere they express their professional identity.
Heather: How can job seekers show they have the mindset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Paul: One of the most head-spinning studies we did, which was conducted by an independent statistician showed that, out of 30,000 CVs/resumes, when you look at who gets the job and who does not:
A. The conventional wisdom fails (at best). None of the classic, accepted advice, like using action verbs or including hobbies/interests actually made any difference.
B. The only factor that made the difference was that those who had one of the 72 mindset qualities from our master model, articulated in their CV/resume, in a specific way, were three times as likely to get the job. Furthermore, those who had two or more of these statements, were seven times more likely to get the job, often over other more qualified candidates.
Available at: <http://money.usnews.com/money/blogs/outside-voices- -
careers/2011/08/26/skillset-vs-mindset-which-will-get-you-the-job>. Retrieved on: 17 Sept. 2011. Adapted.
The study mentioned by Paul Stoltz shows that, to get a job, candidates must
 

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1585871 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A eliminação das excretas apresenta um problema especial para a conservação de água nos animais terrestres. Os túbulos de Malpighi, os metanefrídios e os vacúolos contráteis são exemplos de estruturas excretoras presentes nos invertebrados.
Relacione as estruturas excretoras com as espécies de invertebrados.
I - Túbulos de Malpighi
II - Metanefrídios
III - Vacúolos contráteis
P - Anelídeos e moluscos
Q - Crustáceos
R - Muitos protozoários e algumas esponjas
S - Insetos e aranhas
As associações corretas são:
 

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Skillset vs. Mindset: Which Will Get You the Job?
By Heather Huhman
There’s a debate going on among career experts about which is more important: skillset or mindset. While skills are certainly desirable for many positions, does having the right ones guarantee you’ll get the job?
What if you have the mindset to get the work accomplished, but currently lack certain skills requested by the employer? Jennifer Fremont-Smith, CEO of Smarterer, and Paul G. Stoltz, PhD, coauthor of Put Your Mindset to Work: The One Asset You Really Need to Win and Keep the Job You Love, recently sat down with U.S. News to sound off on this issue.
Heather: What is more important to today’s employers: skillset or mindset? Why?
Jennifer: For many jobs, skillset needs to come first. The employer absolutely must find people who have the hard skills to do whatever it is they are being hired to do. Programmers have to know how to program. Data analysts need to know how to crunch numbers in Excel. Marketers must know their marketing tools and software. Social media managers must know the tools of their trade like Twitter, Facebook, WordPress, and have writing and communication skills.
After the employers have identified candidates with these hard skills, they can shift their focus to their candidates’ mindsets - attitude, integrity, work ethic, personality, etc.
Paul: Mindset utterly trumps skillset.
Heather: Do you have any data or statistics to back up your argument?
Jennifer: Despite record high unemployment, many jobs sit empty because employers can’t find candidates with the right skills. In a recent survey cited in the Wall Street Journal, over 50 percent of companies reported difficulty finding applicants with the right skills. Companies are running lean and mean in this economy – they don’t have the time to train for those key skills.
Paul: [Co-author James Reed and I] asked tens of thousands of top employers worldwide this question: If you were hiring someone today, which would you pick, B) the person with the perfect skills and qualifications, but lacking the desired mindset, or A) the person with the desired mindset, but lacking the rest? Ninety-eight percent pick A. Add to this that 97 percent said it is more likely that a person with the right mindset will develop the right skillset, rather than the other way around.
Heather: How do you define skillset?
Jennifer: At Smarterer, we define skillset as the set of digital, social, and technical tools professionals use to be effective in the workforce. Professionals are rapidly accumulating these skills, and the tools themselves are proliferating and evolving – we’re giving people a simple, smart way for people to validate their skillset and articulate it to the world.
Heather: How do you define mindset?
Paul: We define mindset as “the lens through which you see and navigate life.” It undergirds and affects all that you think, see, believe, say, and do.
Heather: How can job seekers show they have the skillset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Jennifer: At the beginning of the process, seekers can showcase the skills they have by incorporating them, such as their Smarterer scores, throughout their professional and personal brand materials. They should be articulating their skills in their resume, cover letter, LinkedIn profile, blog, website - everywhere they express their professional identity.
Heather: How can job seekers show they have the mindset employers are seeking throughout the entire hiring process?
Paul: One of the most head-spinning studies we did, which was conducted by an independent statistician showed that, out of 30,000 CVs/resumes, when you look at who gets the job and who does not:
A. The conventional wisdom fails (at best). None of the classic, accepted advice, like using action verbs or including hobbies/interests actually made any difference.
B. The only factor that made the difference was that those who had one of the 72 mindset qualities from our master model, articulated in their CV/resume, in a specific way, were three times as likely to get the job. Furthermore, those who had two or more of these statements, were seven times more likely to get the job, often over other more qualified candidates.
Available at: <http://money.usnews.com/money/blogs/outside-voices- -
careers/2011/08/26/skillset-vs-mindset-which-will-get-you-the-job>. Retrieved on: 17 Sept. 2011. Adapted.
According to the fragment, it is true that
 

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Um circo e um antipalhaço
Em 1954, numa cidadezinha universitária dos Estados Unidos, vi “o maior circo do mundo”, que continua a ser o sucessor do velho Barnum & Bailey, velho conhecido dos meus primeiros dias de estudante nos Estados Unidos. Vi então, com olhos de adolescente ainda um tanto menino, maravilhas que só para os meninos têm plenitude de encanto. Em 1954, revendo “o maior circo do mundo”, confesso que, diante de certas façanhas de acrobatas e domadores, senti-me outra vez menino.
O monstro – porque é um circo-monstro, que viaja em três vastos trens – chegou de manhã a Charlottesville e partiu à noite. Ao som das últimas palmas dos espectadores juntou-se o ruído metálico do desmonte da tenda capaz de abrigar milhares de pessoas, acomodadas em cadeiras em forma de x, quase iguais às dos teatros e que, como por mágica, foram se fechando e formando grupos exatos, tantas cadeiras em cada grupo logo transportadas para outros vagões de um dos trens. E com as cadeiras, foram sendo transportadas para outros vagões jaulas com tigres; e também girafas e elefantes que ainda há pouco pareciam enraizados ao solo como se estivessem num jardim zoológico. A verdade é que quem demorasse uns minutos mais a sair veria esta mágica também de circo: a do próprio circo gigante desaparecer sob seus olhos, sob a forma de pacotes prontos a seguirem de trem para a próxima cidade.
O gênio de organização dos anglo-americanos é qualquer coisa de assombrar um latino. Arma e desarma um circo gigante como se armasse ou desarmasse um brinquedo de criança. E o que o faz com os circos, faz com os edifícios, as pontes, as usinas, as fábricas: uma vez planejadas, erguem-se em pouco tempo do solo e tomam como por mágica relevos monumentais.
Talvez a maior originalidade do circo esteja no seu palhaço principal. Circo norte-americano? Pensa-se logo num palhaço para fazer rir meninos de dez anos e meninões de quarenta com suas piruetas e suas infantilidades.
O desse circo – hoje o mais célebre dos palhaços de circo – é uma espécie de antipalhaço. Não ri nem sequer sorri. Não faz uma pirueta. Não dá um salto. Não escorrega uma única vez. Não cai esparramado no chão como os clowns convencionais. Não tem um ás de copas nos fundos de suas vestes de palhaço.
O que faz quase do princípio ao fim das funções do circo é olhar para a multidão com uns olhos, uma expressão, uns modos tão tristes que ninguém lhe esquece a tristeza do clown diferente de todos os outros clowns. Trata-se na verdade de uma audaciosa recriação da figura de palhaço de circo. E o curioso é que, impressionando os adultos, impressiona também os meninos que talvez continuem os melhores juízes de circos de cavalinhos.
Audaciosa e triunfante essa recriação. Pois não há quem saia do supercirco, juntando às suas impressões das maravilhas de acrobacia, de trabalhos de domadores de feras, de equilibristas, de bailarinas, de cantores, de cômicos, a impressão inesperada da tristeza desse antipalhaço que quase se limita a olhar para a multidão com os olhos mais magoados deste mundo.
FREYRE, Gilberto. In: Pessoas, Coisas & Animais. São Paulo: Círculo do Livro.
Edição Especial para MPM Propaganda, 1979. p. 221-222. (Publicado originalmente em O Cruzeiro, Rio de Janeiro, seção Pessoas, coisas e animais, em 8 jul. 1956). Adaptado.
Analise as afirmações abaixo sobre o desmonte do circo após o espetáculo.
I – O circo era mágico pois desaparecia literalmente num piscar de olhos.
II – O desmonte do circo era tão organizado que parecia um truque de mágica.
III – Apenas alguns minutos eram necessários para desmontar todo o circo.
É correto APENAS o que se afirma em
 

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1564711 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A tabela abaixo representa os valores médios do desempenho fitotécnico de soja de um experimento consorciado com clones de eucalitpo, em sistemas integrados de produção agrossilviculturais e em monocultivo.
Tratamentos Estande final Altura de planta Produção (kg/ha)
Soja + Clone 137 105, 58ab 61,69ab 599,76b
Soja + Clone 44 115,79ab 69,11a 1019,21a
Soja + Clone 13 124,33ab 61,78ab 807,38ab
Soja + Clone 180 134,16a 61,75ab 840,48ab
Monocultivo 88,66b 58,00b 1019,63a
Médias seguidas por mesmas letras nas colunas não diferem entre si, pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Adaptado de Macedo et al. (2010).
A produtividade da soja no experimento está acima da média nacional da cultura.
PORQUE
A produtividade do monocultivo está igual às demais combinações de soja + clones de eucalipto.
Analisando-se as afirmativas acima conclui-se que
 

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1554871 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A tabela abaixo representa o comportamento da massa seca total de plantas cultivares de alfaces Regina 2000 e Lucy Brown, cultivadas sob três intervalos entre irrigações.
Intervalo entre irrigações (ligado e
desligado)

Massa seca total* (g.planta-1)
Regina 2000 Lucy Brown
15 min / 05 min 11,2** 9,7 a
15 min / 15 min 9,8 b 7,8 b
15 min / 30 min 5,0 c 4,2
C.V (%) 5,4 14,2
A produtividade da cultivar Regina 2000 é estatisticamente superior à da cultivar cv Lucy Brown
PORQUE
A cultivar Regina 2000 respondeu melhor aos intervalos de irrigações.
Analisando-se as afirmativas acima conclui-se que:
 

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1547521 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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A ferrugem é uma das principais doenças da cultura do cafeeiro no Brasil. O nome do agente causador dessa doença e os fatores que devem ser observados na hora de estabelecer a medida de seu controle são, respectivamente,
 

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1539503 Ano: 2011
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
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No levantamento topográfico de uma poligonal fechada, foram obtidos os seguintes valores para os ângulos:
AzAB= 284°20’
ABC = 155°25’
BCD = 97°14’
CDE = 257°43’
DEF = 69°39’
EFA = 104°58’
FAB = 34°56’
Considerando-se os dados apresentados, o erro angular de fechamento da poligonal é
 

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