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3906455 Ano: 2025
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: BRDE
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Portuguese Man Accidentally Finds 82-Foot-Long Dinosaur in His Backyard

By Margaret Osborne

A Portuguese man accidentally discovered the bones of what may be the largest dinosaur

ever found in Europe. While doing construction on his Pombal, Portugal, property in 2017, he

noticed fossilized bone fragments in his yard. The man contacted scientists, who began initial

excavations later that year. The effort to dig up this dinosaur has been ongoing, and this month,

Spanish and Portuguese paleontologists unearthed more of the gigantic remains.

So far, an “important set of elements of the axial skeleton” has been collected—including

vertebrae and 10-foot-long ribs, per a statement. “It's one of the biggest specimens discovered

in Europe, perhaps in the world,” Elisabete Malafaia, a paleontologist from the Faculty of Sciences

at the University of Lisbon in Portugal, tells Agence France-Presse (AFP).

The bones likely belonged to a sauropod, a type of plant-eating dinosaur with a

characteristically long neck and tail. This group of dinosaurs included the largest land creatures

ever to roam the Earth. Scientists estimate this specimen, which may belong to the

Brachiosauridae family, was about 39 feet tall and 82 feet long, per a statement, and lived about

160 to 100 million years ago, during the Upper Jurassic to the Lower Cretaceous.

The Pombal region in central Portugal, where the bones were found, “has an important fossil

record of Late Jurassic vertebrates,” Malafaia says in the statement, and it has allowed for

several “very significant” discoveries about the animals that lived there 145 million years ago.

Still, she says this find was rather unique. “It is not usual to find all the ribs of an animal like

this, let alone in this position, maintaining their original anatomical position,” Malafaia says in

the statement. “This kind of preservation is relatively rare for large-sized dinosaurs from the

Portuguese fossil record and indicates particular and unusual environmental and taphonomic

features,” she tells CBS News’ Christopher Brito.

The way that this specimen was preserved indicates that more of its bones could still be

uncovered, and the scientists plan to continue excavations next year, per CBS. In the meantime,

researchers are going to take the newly uncovered fossilized bones to a laboratory, where they

will remove sediments, document the finds, and prepare them for future study and display in a

museum. Steve Brusatte, a paleontologist at the University of Edinburgh in Scotland who wasn’t

involved in the project, tells CNN’s Hafsa Khalil the find is “ gobsmacking — a dinosaur ribcage

sticking out of somebody’s garden… [It goes to show] you can potentially find them anywhere

there is rock of the right age and right type for preserving Jurassic-aged bones, whether it’s in

the badlands or someone’s backyard.”

(Available at: https://www.smithsonianmag.com/smart-news/portuguese-man-accidentally-finds-82-foot-longdinosaur-in-his-backyard-180980672/ – text specially adapted for this test).

Mark the correct statement about the article.
 

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3906454 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BRDE
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A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo

A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre as ideias contidas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Segundo o autor, a gratidão e a empatia foram fundamentais para o ser humano deixar a era da agricultura para atingir o desenvolvimento econômico e social que se percebe hoje em dia.
II. As mudanças pelas quais passou a humanidade estão relacionadas à inteligência do homem – homo sapiens – e à sua capacidade de cooperação, levando-o a superar inclusive os mais fortes.
III. O fato de um nômade quebrar o fêmur só agregou valor àquele povo que conseguiu seguir adiante na busca da sua independência.

Quais estão corretas?
 

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3906453 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BRDE
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A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo

A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre os sinais de pontuação hachurados no texto, é correto afirmar que:
 

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3906452 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo

A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase “Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização começou quando alguém cuidou de alguém”, retirada do texto, evidencia-se um período
 

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3906451 Ano: 2025
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A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as definições dadas a determinados vocábulos utilizados no texto, assinalando aquela que NÃO condiz com o uso.
 

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3906450 Ano: 2025
Disciplina: Português
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A civilização que construímos a duras penas

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A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes propostas de substituição de palavras e/ou expressões no texto:

I. Em “famosa antropóloga americana com trabalhos pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social”, deslocamento de “famosa” para imediatamente após “americana”.
II. Em “estas transformações só foram viabilizadas porque o homo”, deslocamento de “só” para imediatamente antes de “estas”.
III. Em “virtude essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma espécie dominante no planeta”, supressão de “dominante”.

Quais NÃO provocam alterações ou necessidade de ajustes nos respectivos contextos de ocorrência?
 

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3906449 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo

A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a frase “O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar”, analise as seguintes assertivas:

I. Os usos dos verbos no pretérito fazem referência a fatos anteriores ao momento de fala.
II. A forma verbal “tivesse” faz referência a fatos dependentes de certa condição.
III. O uso da forma nominal “recomeçar” apenas adjetiva a ação propriamente dita.

Quais estão corretas?
 

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A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

No parágrafo abaixo, retirado do texto, caso o pronome “me” fosse substituído por “nos”, quantas outras alterações deveriam ser obrigatoriamente realizadas para fins de concordância?

“Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos, apesar da quantidade de homines stultus circulantes”.
 

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Por J. J. Camargo

A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a necessidade de emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12, 17 (duas lacunas) e 35.
 

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3906446 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: BRDE
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A civilização que construímos a duras penas

Por J. J. Camargo

A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos

pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início

da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.

Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre

10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada

pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de

agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.

Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão

chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas

vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles

subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.

Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude

essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma

espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos

zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e

pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de

entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.

Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização

começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no

achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.

Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma

sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar

e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em

busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo

de validade.

O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua

própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.

Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado

que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a

interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a

sobrevivência e o progresso humano.

Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte

da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.

Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos

humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os

seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,

apesar da quantidade de homines stultus circulantes.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).

Na frase “prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo” (l. 33), “-la” é _______________, funcionando na oração como _______________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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