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Portuguese Man Accidentally Finds 82-Foot-Long Dinosaur in His Backyard
By Margaret Osborne
A Portuguese man accidentally discovered the bones of what may be the largest dinosaur
ever found in Europe. While doing construction on his Pombal, Portugal, property in 2017, he
noticed fossilized bone fragments in his yard. The man contacted scientists, who began initial
excavations later that year. The effort to dig up this dinosaur has been ongoing, and this month,
Spanish and Portuguese paleontologists unearthed more of the gigantic remains.
So far, an “important set of elements of the axial skeleton” has been collected—including
vertebrae and 10-foot-long ribs, per a statement. “It's one of the biggest specimens discovered
in Europe, perhaps in the world,” Elisabete Malafaia, a paleontologist from the Faculty of Sciences
at the University of Lisbon in Portugal, tells Agence France-Presse (AFP).
The bones likely belonged to a sauropod, a type of plant-eating dinosaur with a
characteristically long neck and tail. This group of dinosaurs included the largest land creatures
ever to roam the Earth. Scientists estimate this specimen, which may belong to the
Brachiosauridae family, was about 39 feet tall and 82 feet long, per a statement, and lived about
160 to 100 million years ago, during the Upper Jurassic to the Lower Cretaceous.
The Pombal region in central Portugal, where the bones were found, “has an important fossil
record of Late Jurassic vertebrates,” Malafaia says in the statement, and it has allowed for
several “very significant” discoveries about the animals that lived there 145 million years ago.
Still, she says this find was rather unique. “It is not usual to find all the ribs of an animal like
this, let alone in this position, maintaining their original anatomical position,” Malafaia says in
the statement. “This kind of preservation is relatively rare for large-sized dinosaurs from the
Portuguese fossil record and indicates particular and unusual environmental and taphonomic
features,” she tells CBS News’ Christopher Brito.
The way that this specimen was preserved indicates that more of its bones could still be
uncovered, and the scientists plan to continue excavations next year, per CBS. In the meantime,
researchers are going to take the newly uncovered fossilized bones to a laboratory, where they
will remove sediments, document the finds, and prepare them for future study and display in a
museum. Steve Brusatte, a paleontologist at the University of Edinburgh in Scotland who wasn’t
involved in the project, tells CNN’s Hafsa Khalil the find is “ gobsmacking — a dinosaur ribcage
sticking out of somebody’s garden… [It goes to show] you can potentially find them anywhere
there is rock of the right age and right type for preserving Jurassic-aged bones, whether it’s in
the badlands or someone’s backyard.”
(Available at: https://www.smithsonianmag.com/smart-news/portuguese-man-accidentally-finds-82-foot-longdinosaur-in-his-backyard-180980672/ – text specially adapted for this test).
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A civilização que construímos a duras penas
Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Segundo o autor, a gratidão e a empatia foram fundamentais para o ser humano deixar a era da agricultura para atingir o desenvolvimento econômico e social que se percebe hoje em dia.
II. As mudanças pelas quais passou a humanidade estão relacionadas à inteligência do homem – homo sapiens – e à sua capacidade de cooperação, levando-o a superar inclusive os mais fortes.
III. O fato de um nômade quebrar o fêmur só agregou valor àquele povo que conseguiu seguir adiante na busca da sua independência.
Quais estão corretas?
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A civilização que construímos a duras penas
Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
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A civilização que construímos a duras penas
Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
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A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
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A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em “famosa antropóloga americana com trabalhos pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social”, deslocamento de “famosa” para imediatamente após “americana”.
II. Em “estas transformações só foram viabilizadas porque o homo”, deslocamento de “só” para imediatamente antes de “estas”.
III. Em “virtude essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma espécie dominante no planeta”, supressão de “dominante”.
Quais NÃO provocam alterações ou necessidade de ajustes nos respectivos contextos de ocorrência?
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A civilização que construímos a duras penas
Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Os usos dos verbos no pretérito fazem referência a fatos anteriores ao momento de fala.
II. A forma verbal “tivesse” faz referência a fatos dependentes de certa condição.
III. O uso da forma nominal “recomeçar” apenas adjetiva a ação propriamente dita.
Quais estão corretas?
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Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
“Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos, apesar da quantidade de homines stultus circulantes”.
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A civilização que construímos a duras penas
Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
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A civilização que construímos a duras penas
Por J. J. Camargo
A doutora Margaret Mead (1901-1978), famosa antropóloga americana com trabalhos
pioneiros em estudos sobre o desenvolvimento social, sugere que a primeira evidência de início
da civilização humana pode ser associada ao surgimento da agricultura.
Essa transição remonta ao Período Neolítico, que ocorreu aproximadamente entre
10.000 a.C. e 3.000 a.C., e representa uma fase crucial na história da humanidade, marcada
pela transição de sociedades nômades de caçadores-coletores para comunidades sedentárias de
agricultores, levando ao surgimento de cidades, comércio e estruturas sociais mais complexas.
Certamente, estas transformações só foram viabilizadas porque o homo, com razão
chamado sapiens, foi capaz de usar esse diferencial de inteligência para, mesmo sendo muitas
vezes um animal comparativamente mais fraco, pudesse se sobrepor aos mais fortes e a eles
subjugar por uma capacidade única: a de cooperação mútua, que é um atributo da socialização.
Todos concordam que a cooperação aliada __ comunicação se destaca como a virtude
essencial que possibilitou aos humanos superar limitações físicas e estabelecer-se como uma
espécie dominante no planeta. Se isso não houvesse ocorrido, provavelmente ainda andaríamos
zanzando por aí, pichando paredes, sem saber que era possível chorar só de emoção, e
pifiamente consolados pela ausência de boletos, ainda que sem a incômoda preocupação de
entender o que significam, de fato, __ violação do estado de direito e __ liberdade de expressão.
Para os humanos mais sensíveis, parece sedutora a ideia de que a verdadeira civilização
começou quando alguém cuidou de alguém. E a evidência de que isso ocorreu está explícita no
achado de um fêmur consolidado, num sítio arqueológico, datado de uns 15 mil anos atrás.
Uma fratura incapacitante, como a do fêmur, para as populações nômades era uma
sentença de morte, considerando que a vítima perdia, por longas semanas, a condição de caçar
e, imobilizado, não tinha como se defender dos outros animais que, como ele, andavam em
busca de comida para sobreviver, essa necessidade elementar em todos os tempos e sem prazo
de validade.
O fêmur lindamente consolidado era a evidência de que alguém colocara em risco a sua
própria sobrevivência para que seu parceiro de jornada tivesse a chance única de recomeçar.
Quando interpelada por um estudante, a doutora Margaret Mead teria supostamente afirmado
que o achado desta fratura curada destacava um aspecto importante da civilização: a
interdependência e a capacidade de cuidar de outros como elementos fundamentais para a
sobrevivência e o progresso humano.
Como há controvérsia sobre a autenticidade desse discurso, e ciente de que, com a morte
da antropóloga, esta dúvida persistirá, prefiro idealizá-la por quanto ela é rica de humanismo.
Fascinado por esta história, me dei conta de que a gratidão, o mais nobre dos sentimentos
humanos, sempre associada __ empatia, já pode organizar uma festança para comemorar os
seus primeiros 15 mil anos de atividade ininterrupta neste planeta, tão rico de gestos grandiosos,
apesar da quantidade de homines stultus circulantes.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jj-camargo/noticia/2025/07 - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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