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Foram encontradas 30 questões.

2252599 Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.
(http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21)
Este instrumento foi planejado nas esferas global, nacional e local. Sobre a proteção da qualidade e do abastecimento dos recursos hídricos do Programa Agenda 21, é correto afirmar que
 

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2252598 Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A Lei Estadual nº 5887, de 9 de maio de 1995, versa sobre a Política Estadual do Meio Ambiente. Esta Lei trata de um “conjunto de princípios, objetivos, instrumentos de ação, medidas e diretrizes fixadas nesta Lei, para o fim de preservar, conservar, proteger, defender o meio ambiente natural e recuperar e melhorar o meio ambiente antrópico, artificial e do trabalho, atendidas as peculiaridades regionais e locais, em harmonia com o desenvolvimento econômico-social, visando assegurar a qualidade ambiental propícia à vida”.
O capítulo VIII trata do Licenciamento Ambiental. Sobre este instrumento é correto afirmar que
I - a construção, instalação, ampliação, reforma e o funcionamento de empreendimentos e atividades utilizadoras e exploradoras de recursos naturais, considerados efetiva ou potencialmente poluidoras, bem como os capazes de causar significativa degradação ambiental, sob qualquer forma, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental.
II – a licença de Operação é emitida após autorizada a implantação da atividade, de acordo com as especificações constantes do projeto executivo aprovado.
III - o licenciamento de obra ou atividade, comprovadamente considerada efetiva ou potencialmente poluidora ou capaz de causar degradação ambiental, dependerá de avaliação dos impactos ambientais.
IV - é vedada a concessão de licenciamento ambiental antes de efetivadas as exigências acatadas pelo Poder Público, em audiências públicas.
Está (Estão) correta (s) a (s) afirmação (afirmações).
 

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2252596 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA

A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica(a).

É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica(b).

A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso(c).

Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.

Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica(d). Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.

Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.

Gilda de Castro

Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%

ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018

Texto adaptado

A(s) vírgula(s) foi/foram empregada(s) para dar ênfase a uma ideia em

 

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2252592 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
No primeiro parágrafo do texto, a palavra orgânica é sinônimo de
plausível.
específica.
espontânea.
 

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2252585 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A liderança é necessária em todos os tipos de organização humana, seja pública ou privada. A força dos líderes é o que distingue a organização vitoriosa e o que ela representa. Define-se liderança como
 

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2252582 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
Segundo o texto, a radicalização do movimento feminista
 

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2252570 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
A autora considera que as exigências impostas pela maternidade
 

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2252562 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
Ainda segundo a autora, os homens se sentem ameaçados pelas mulheres porque estas
 

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2252550 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Entendido como função administrativa, o controle organizacional é um processo cíclico e interativo que segue quatro etapas, sendo a primeira delas

 

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2252549 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico(a). Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas(b). O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas(c); foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo(d).
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
Uma construção considerada própria da linguagem coloquial é
 

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