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Foram encontradas 30 questões.

2252589 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
No primeiro parágrafo do texto Saia da cadeira, o autor parte do princípio de que
 

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2252572 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África(a).
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos(b).
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram(c).
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira(d).
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
A classe gramatical à qual pertence a palavra grifada está corretamente indicada em
 

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2252561 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
Em “O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.” a respeito da existência de uma epidemia de obesidade nos países mais pobres, Dráuzio Varela expressa
 

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2252557 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira(a). Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço(b): atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados(c). Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário(d).
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
O enunciado que contém exemplo de prosopopeia é
 

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2252533 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
Do trecho “Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.” é correto compreender que o autor
 

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2252530 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
O texto Saia da cadeira é predominantemente
 

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2252519 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Abaetetuba possuía, no ano de 2015, aproximadamente, 40.000 alunos matriculados em três níveis de ensino, conforme dados apresentados no gráfico 1. Quando se observa apenas os alunos matriculados no ensino médio, no gráfico 2, verifica-se que estes alunos estão matriculados em três tipos de escola: privada, pública estadual ou pública federal.
Gráfico 1 – Matrícula dos alunos por nível de nível de ensino
Enunciado 2726298-1
Fonte: https://bit.ly/2tRP4KM Acesso: 01/07/2018 (adaptado)
Gráfico 2 – Matrícula dos alunos do ensino médio por tipo de escola
Enunciado 2726298-2
Fonte: https://bit.ly/2tRP4KM Acesso: 01/07/2018 (adaptado)
Com base na análise dos gráficos 1 e 2, o número de alunos do ensino médio matriculados em escolas privadas é, aproximadamente, igual a
 

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2252513 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA

Saia da cadeira

A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.

Exercícios leves bastam

Dráuzio Varela

Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.

O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.

A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.

A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias(a).

Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.

Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.

A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”(b).

Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos(c).

Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.

Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular(d). Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.

Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.

Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira

Acessado em 2/07/2018

A vírgula foi empregada para conferir ênfase a uma ideia em

 

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2252512 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
Saia da cadeira
A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
Do enunciado “Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.” entende-se que os exercícios
 

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2252501 Ano: 2018
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A vida sedentária é um arriscado convite a doenças cardiovasculares.
Exercícios leves bastam
Dráuzio Varela
Pela primeira vez na história da humanidade adquirimos a possibilidade de ganhar o sustento sem levantar da cadeira. Esse privilégio aconteceu graças à tecnologia desenvolvida no último século, intervalo de tempo irrisório se comparado aos 6 milhões de anos, contados a partir da época em que descemos das árvores nas savanas da África.
O conforto da vida moderna, no entanto, vem cobrando um alto preço: atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa, os problemas osteoarticulares limitam a mobilidade de milhões de pessoas e os serviços de saúde ficaram sobrecarregados.
A vida sedentária está associada a diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares: acúmulo de gordura no abdome, hipertensão arterial, inflamação crônica, resistência à insulina e disfunção do endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos.
A disfunção endotelial reduz a disponibilidade de monóxido de nitrogênio (NO) e aumenta a expressão de moléculas de adesão das células vasculares, eventos moleculares decisivos no risco de obstrução das artérias.
Ao contrário, o estresse provocado pela atividade física moderada ou intensa aumenta a produção de NO (que provoca dilatação das artérias) e reduz a expressão das moléculas de adesão, mecanismo que diminui o risco cardiovascular.
Mesmo exercícios leves (como os movimentos da rotina diária) têm efeitos metabólicos benéficos, embora não esteja claro se causam as alterações protetoras da função endotelial, características das atividades físicas mais vigorosas.
A revista Nature traz um estudo para esclarecer esse detalhe: a atividade física leve também seria suficiente para corrigir a disfunção endotelial associada ao sedentarismo? Os autores estudaram três grupos: “Sit, Sitless e Exercise”.
Durante quatro dias, os do grupo “Sit” passaram 14 horas diárias sentados. Dessas 14 horas diárias, os do grupo “Sitless” ficaram apenas nove horas sentados e cinco a seis horas movimentando-se devagar ou permanecendo em pé. Os do grupo “Exercise” permaneceram 13 horas por dia sentados, e uma hora praticando exercícios moderados ou intensos.
Comparados aos do grupo “Sit”, os “Exercise” apresentaram função endotelial mais preservada, sugestiva de risco cardiovascular reduzido, entretanto, os níveis de colesterol e a sensibilidade à insulina não se alteraram. Nos “Sitless”, ocorreu o oposto: a disfunção endotelial permaneceu igual à dos sedentários, mas a sensibilidade à insulina e os níveis de colesterol melhoraram.
Em resumo, passar o dia sentado aumenta o risco de doença cardiovascular. Reduzir o número de horas sedentárias, sem fazer exercícios mais intensos, melhora o metabolismo dos lipídeos e a sensibilidade à insulina, mas não traz benefícios à função endotelial. Uma hora de exercícios moderados ou intensos faz o contrário.
Conclusão: para o bom funcionamento do sistema cardiovascular é preciso fazer exercício e sair da cadeira.
Disponível em https://www.cartacapital.com.br/revista/1009/saia-da-cadeira
Acessado em 2/07/2018
Em “atualmente, doenças cardiovasculares e câncer são as principais causas de morte, a obesidade virou epidemia até em países de renda mais baixa” o verbo virar foi empregado como sinônimo de
tornar-se.
mudar-se.
voltar-se.
 

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