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Assinale a alternativa isenta de erro ortográficos:
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Texto 02:
Fuá na casa de Cabral
Naquele Brasil antigo
Perdido no desengano
Seu Cabral chegou nadando
E não preocupou com nada
Deu ordem a rapaziada
Mandou varrer o terreiro
Me chame o pai do chiqueiro
Que hoje eu quero forró
Toré, samba, catimbó
Que eu já virei brasileiro
Foi gente de todo tipo
Na festa de seu
Cabral
Português de Portugal
Raceado no Oriente
Negão bebeu aguardente
Caboclo foi na Jurema
Seu Cabral pediu um tema
Danou-se a cantar poesia
Até amanhecer o dia numa viola pequena
No fim da festa e da farra
Cabral não sentiu preguiça
Mandou logo rezar a missa pra ficar aliviado
Chamando o padre apressado
Mandou começar ligeiro
Botando ordem no terreiro
Com seu maracá na mão
Jurando pelo alcorão que era crente verdadeiro
Mas na hora da verdade
Quando passou a cachaça
Seu Cabral sentou na praça
Caiu na reflexão
Disse: Esta situação
Sei que nunca mais resolvo
Então falou para o povo
Juro que me arrependi
O Brasil que eu descobri
Queria cobrir de novo
(Hélder Vasconcelos, Música de Mombojó)
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Texto 02:
Fuá na casa de Cabral
Naquele Brasil antigo
Perdido no desengano
Seu Cabral chegou nadando
E não preocupou com nada
Deu ordem a rapaziada
Mandou varrer o terreiro
Me chame o pai do chiqueiro
Que hoje eu quero forró
Toré, samba, catimbó
Que eu já virei brasileiro
Foi gente de todo tipo
Na festa de seu
Cabral
Português de Portugal
Raceado no Oriente
Negão bebeu aguardente
Caboclo foi na Jurema
Seu Cabral pediu um tema
Danou-se a cantar poesia
Até amanhecer o dia numa viola pequena
No fim da festa e da farra
Cabral não sentiu preguiça
Mandou logo rezar a missa pra ficar aliviado
Chamando o padre apressado
Mandou começar ligeiro
Botando ordem no terreiro
Com seu maracá na mão
Jurando pelo alcorão que era crente verdadeiro
Mas na hora da verdade
Quando passou a cachaça
Seu Cabral sentou na praça
Caiu na reflexão
Disse: Esta situação
Sei que nunca mais resolvo
Então falou para o povo
Juro que me arrependi
O Brasil que eu descobri
Queria cobrir de novo
(Hélder Vasconcelos, Música de Mombojó)
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Texto 02:
Fuá na casa de Cabral
Naquele Brasil antigo
Perdido no desengano
Seu Cabral chegou nadando
E não preocupou com nada
Deu ordem a rapaziada
Mandou varrer o terreiro
Me chame o pai do chiqueiro
Que hoje eu quero forró
Toré, samba, catimbó
Que eu já virei brasileiro
Foi gente de todo tipo
Na festa de seu
Cabral
Português de Portugal
Raceado no Oriente
Negão bebeu aguardente
Caboclo foi na Jurema
Seu Cabral pediu um tema
Danou-se a cantar poesia
Até amanhecer o dia numa viola pequena
No fim da festa e da farra
Cabral não sentiu preguiça
Mandou logo rezar a missa pra ficar aliviado
Chamando o padre apressado
Mandou começar ligeiro
Botando ordem no terreiro
Com seu maracá na mão
Jurando pelo alcorão que era crente verdadeiro
Mas na hora da verdade
Quando passou a cachaça
Seu Cabral sentou na praça
Caiu na reflexão
Disse: Esta situação
Sei que nunca mais resolvo
Então falou para o povo
Juro que me arrependi
O Brasil que eu descobri
Queria cobrir de novo
(Hélder Vasconcelos, Música de Mombojó)
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Texto 01:
“Vi abrir-se o olho amarelo sem brilho da criatura. Ela
respirava com dificuldade, e um movimento convulsivo
agitava seus membros. Como posso descrever minhas
emoções ante aquela catástrofe, como rescrever aquela
ruína que eu, com esforço infinito e zelo, havia tentado
formar? Seus membros eram bem proporcionados, e eu havia
escolhido e trabalhado suas feições para que fossem belas.
Belas! Meu Deus! Sua pele amarela mal cobria o relevo dos
músculos e das artérias que jaziam por baixo; seus cabelos
eram corridos e de um negro lustroso; seus dentes, alvos
como pérola. Todas essas exuberâncias, porém, não
formavam senão um contraste horrível com seus olhos
desmaiados, quase da mesma cor acinzentada das órbitas
onde se cravavam, e com a pele encarquilhada e os lábios
negros e retos”.
(Mary Shelley, no livro “Frankstein (ou o Prometeu Moderno)”
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Texto 01:
“Vi abrir-se o olho amarelo sem brilho da criatura. Ela
respirava com dificuldade, e um movimento convulsivo
agitava seus membros. Como posso descrever minhas
emoções ante aquela catástrofe, como rescrever aquela
ruína que eu, com esforço infinito e zelo, havia tentado
formar? Seus membros eram bem proporcionados, e eu havia
escolhido e trabalhado suas feições para que fossem belas.
Belas! Meu Deus! Sua pele amarela mal cobria o relevo dos
músculos e das artérias que jaziam por baixo; seus cabelos
eram corridos e de um negro lustroso; seus dentes, alvos
como pérola. Todas essas exuberâncias, porém, não
formavam senão um contraste horrível com seus olhos
desmaiados, quase da mesma cor acinzentada das órbitas
onde se cravavam, e com a pele encarquilhada e os lábios
negros e retos”.
(Mary Shelley, no livro “Frankstein (ou o Prometeu Moderno)”
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Assinale a alternativa que não contém um exemplo de
vício de linguagem:
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“Meu pai viu um Da Vinci em sua última visita”. Nesta
frase, temos a seguinte figura de linguagem:
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Qual frase está correta quanto à concordância verbal e
nominal?
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Em "O gato pulou rapidamente sobre a mesa.", a palavra
"rapidamente" é um:
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