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(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)
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(Bob Thaves. Frank & Ernest. https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 20.10.2025)
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O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de
2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o
Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br).
29.10.2025 Adaptado)
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O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de
2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o
Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br).
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O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de
2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
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Bolsa Família em 2025.https://www.infomoney.com.br).
29.10.2025 Adaptado)
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O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de
2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
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O Bolsa Família registrou, em 2025, a saída de mais de
2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
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2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
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2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
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2 milhões de famílias. Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam que a redução está ligada principalmente ao aumento de renda e à reestruturação
das regras de permanência. Em outubro, o programa atendeu
18,9 milhões de lares, menor marca desde o início do atual
governo e também o nível mais baixo desde julho de 2022.
Entre as 2,06 milhões de famílias que deixaram o Bolsa
Família neste ano, 1,3 milhão teve o benefício encerrado por
aumento da renda familiar. Outras 726,7 mil saíram após o
fim do período da regra de proteção, que permite a permanência temporária no programa com o recebimento de metade do valor por até um ano. O Bolsa Família é voltado a
famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais. Quando o domicílio passa desse limite, mas permanece abaixo de
R$ 706, o benefício é mantido parcialmente para garantir a
transição até a autonomia financeira.
“Quem entra no Bolsa Família só sai para cima, seja porque conquistou uma renda maior com o trabalho, seja porque
abriu o próprio negócio.”, afirmou o ministro Wellington Dias.
A saída de beneficiários coincide com a melhora do mercado de trabalho. Segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), 58% das novas vagas formais
abertas no primeiro semestre foram preenchidas por pessoas
inscritas no Bolsa Família. Levantamento do Sebrae mostra
ainda que 55% dos microempreendedores individuais (MEIs)
registrados no Cadastro Único começaram a empreender
após entrarem no sistema social.
A redução do número de famílias beneficiadas ganhou
força a partir de maio, quando o governo alterou os critérios
da regra de proteção. As novas diretrizes reduziram o prazo e
o teto para permanência, o que ajudou a enxugar o programa
e a focalizar os recursos nas famílias mais vulneráveis. Para
o governo, o movimento de saída de beneficiários representa
um sinal de amadurecimento do programa. “É um caminho
sustentável. Quanto mais avançarmos em educação e oportunidades, mais seguro será o futuro das famílias brasileiras”,
disse Wellington Dias, destacando que o objetivo é transformar o Bolsa Família em uma política de transição, e não de
dependência.
(Marina Verenicz. Com aumento de renda, 2 milhões de famílias deixam o
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