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Foram encontradas 50 questões.

Sobre o direito à greve, nos termos dos dispositivos constitucionais, analise as afirmações seguintes e marque a alternativa CORRETA:

I - É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.

II - A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade,

III- Os abusos não cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei.

 

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1326643 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
No Sistema Operacional Windows XP, para criar um atalho para o arquivo ·c:\documentos\relalorioDiario.doc", através do menu Novo - Atalho no Explorador de Windows, é necessário executar dois passos, são eles:
 

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"A negociação entre o Governo do Estado e a mineradora Vale redefiniu os números da Unidade Padrão Fiscal (UPF), de (...) para (...), em cada tonelada de minério extraída do solo paraense, que agora custa R$2,3020. Com a redução da UPF-PA, todas as mineradoras que extraem e beneficiam caulim, calcário calcítico, cobre, manganês, minério de ferro e níquel no Pará, serão beneficiadas. Com a conclusão do acordo, o Governo do Estado editou o decreto n.º 574, de 18 de outubro de 2012, e o publicado no Diário Oficial do Estado, desta sexta-feira (19)." (Fonte: Agência Pará. 19.10.2012). De quanto foi esta redução da UPF-PA?

 

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1326022 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Todas as alternativas a seguir referem-se a nomes de fontes disponíveis e comumente utilizadas no Microsoft Word 2007, EXCETO:
 

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1325211 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

Analise o excerto e marque a alternativa INCORRETA: "(...) uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes.":

 

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1325185 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Você está trabalhando com uma planilha no Microsoft Excel 2003, e você tem valores nas células A1=2, A2=5, A3=3, B1=1, B2=6, B3=2. Para você obter o valor 8 na célula B4, você pode colocar qualquer uma das fórmulas a seguir, EXCETO:
 

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1325136 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

Em um concurso, 2 candidatos empataram com o mesmo número de pontos, ambos com média igual a 7.

- Candidato A !$ → !$ 5,7,9

- Candidato B !$ → !$ 6,6,9

Após o cálculo do desvio padrão, quem ficou com a vaga?

 

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1325134 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA

DO OUTRO LADO DO BALCÃO

Estava pegando sol na piscina de um hotel quando reparei que uma menina de uns sete anos estava atenta ao garçom que atendia os hóspedes. Quando ele se afastou, uma lampadinha de desenho animado se acendeu sobre a cabeça da pequena: ela tirou de dentro da sua mochila um pedaço de papel e um lápis e perguntou para os pais o que eles gostariam de almoçar. O pai escolheu um prato, a mãe outro. A menina, muito profissional, foi adiante: E para beber? Pedidos anotados, ela sumiu por trás de uns arbustos e voltou mais tarde com as refeições imaginárias, orgulhosa do seu serviço.

Lembrei que quando eu tinha a idade dela, eu adorava fingir que era uma secretária. Trancava a porta do quarto e passava a tarde na máquina de escrever, datilografando memorandos, fazendo listas, organizando fichas, enquanto fumava um lápis atrás do outro, neurótica com tanto trabalho. Também sonhei muito em ser aeromoça. E perdi a conta das vezes em que brinquei de ser balconista. Eu e minhas amigas pegávamos uns produtos na cozinha e criávamos um supermercado no quintal: eu queria ser a moça do caixa, lógico. Passava "as compras" pela esteira, registrava produto por produto, empacotava e entregava por freguês, sem descuidar de dar o troco certo em moeda de mentirinha.

Será que as crianças de hoje brincam de ser empresárias, industriais, presidentes, enfim, de ser patrões? Creio que poucas. Essa ambição se desenvolve mais tarde, quando começam a ser catequizadas pela importância de ganhar dinheiro, de ter poder, de se instalar no andar de cima da escala hierárquica. Antes de começar a se deixar influenciar pela ansiedade capitalista e pelo afã de fazer parte de uma elite, o que se quer mesmo é fazer parte da massa, é servir. Criança não é boba: sabe muito bem qual é o lado que se diverte mais.

Sei que há muita garota que sonha em ser modelo, e meninos que sonham em ser jogadores de futebol, visando a celebridade e a fortuna que essas profissões podem oferecer. Já nascem equivocadinhos. Essa menina da piscina me fez lembrar que também há muita criança que, antes de entrar na fissura por "ser alguém", ainda brinca de ser cabelereira, de ser frentista, de ser motorista de táxi, profissões que lhes parecem mais alegres. Brincam de médico também, não me esqueci.

Ser empregado é mehor? Nós, que atravessamos a fronteira que separa a infância da maturidade, não temos dúvida de que o melhor é ser dono do próprio nariz e que é preciso estudar bastante para alcançar um patamar de vida que nos ofereça indenpendência. Mas também sabemos que o poder e o dinheiro nos confinam numa espécie de prisão. Ficamos reféns de certas regras, de certas necessidades que nem são tão necessárias assim, mas que foram inventadas para não nos permitir voltar atrás e dizer: "Cansei, não quero mais brincar".

A alegria em servir, mais do que em ser servido, dura pouco, porém mesmo que essa inocência não sobreviva muito tempo, é reconfortante saber que pelo menos na fase inicial da vida acreditamos num mundo mais acolhedor, ainda não intoxicado pela diferença entre os que mandam e os que obedecem.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 6. ed. Porto Alegre: l&PM, 2009. p.42/44.

Após a leitura do texto, é possível substituir o título, sem alteração semântica, pelo presente na alternativa:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1324283 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: CETAP
Orgão: Câm. Ananindeua-PA
Maria iniciará o processo de digitalização de determinados documentos públicos da Fundação SOCIALMAIS. Logo, ela deverá:
I - adotar sistema de GPS que possibilite a precisa localização dos documentos digitalizados, permitindo a posterior conferência da regularidade das etapas do processo adotado;
II - reciclar os registros públicos originais, pois estes, quando digitalizados, não precisam ser preservados nos 8rquivos públicos correspondentes, garantindo sustentabilidade ao processo;
III - iniciar o processo de digitalização de forma a manter a integridade e a autenticidade do documento digital, utilizando o certificado manual para os documentos que possuem máxima confidencialidade;
IV - adotar sistema de digitalização que permita a conversão da imagem parecida de um documento para o código digital;
V - adotar meios para o armazenamento dos documentos digitais capazes de protegê-los do acesso, uso, alteração, reprodução e destruição não autorizados.
Está(ão)CORRETO(S):
 

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São fundamentos do Estado Democrático de Direito, EXCETO:

 

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