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Todos os direitos abaixo estão corretos de acordo
com a Constituição Federal de 1988, EXCETO:
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Assinale a alternativa que completa
CORRETAMENTE as lacunas do trecho abaixo da
Constituição Federal de 1988:
É inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, ______________, no último caso, por ordem _______________, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.
É inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, ______________, no último caso, por ordem _______________, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.
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A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de
legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e
eficiência e, também, ao seguinte, EXCETO:
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- Princípios Fundamentais da ConstituiçãoForma de Estado e Governo, Sistema de Governo e Regime Político
A Federação é a forma de Estado caracterizada
pela:
I – Capacidade de auto-organização dos Estados-Membros por meio de constituições próprias; II – Participação dos Estados-Membros (Ex.: Paraná, Santa Catarina), na formação da vontade nacional mediante a Câmara dos Deputados (representantes dos Estados). Adota-se no Brasil o chamado federalismo homogêneo. III – Repartição ou distribuição de competências inserida no texto constitucional;
Assinale a alternativa que contém somente afirmativas CORRETAS:
I – Capacidade de auto-organização dos Estados-Membros por meio de constituições próprias; II – Participação dos Estados-Membros (Ex.: Paraná, Santa Catarina), na formação da vontade nacional mediante a Câmara dos Deputados (representantes dos Estados). Adota-se no Brasil o chamado federalismo homogêneo. III – Repartição ou distribuição de competências inserida no texto constitucional;
Assinale a alternativa que contém somente afirmativas CORRETAS:
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- Princípios Fundamentais da ConstituiçãoForma de Estado e Governo, Sistema de Governo e Regime Político
São características da nossa forma de governo (república), EXCETO:
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com
grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e
defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes
de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para
Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as
pessoas podem ser causados mais pela forma como
comunicamos as nossas ideias do que por opiniões
divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu
a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:
Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a
escuta empática, a honestidade e para criar espaço para
falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um
facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de
CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no
círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,
e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é
fazer uma atividade de meditação ou respiração antes
de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão vivendo.
Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se
sentindo e quais foram as necessidades não atendidas.
Em um segundo momento, sugira que compartilhem o
que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a
escuta empática e parafrasear o que está sendo dito
pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles
saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode
ser uma alternativa interessante para permitir
com que professores e alunos abordem
temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.
11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://
novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com
grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e
defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes
de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para
Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as
pessoas podem ser causados mais pela forma como
comunicamos as nossas ideias do que por opiniões
divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu
a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:
Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a
escuta empática, a honestidade e para criar espaço para
falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um
facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de
CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no
círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,
e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é
fazer uma atividade de meditação ou respiração antes
de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão vivendo.
Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se
sentindo e quais foram as necessidades não atendidas.
Em um segundo momento, sugira que compartilhem o
que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a
escuta empática e parafrasear o que está sendo dito
pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles
saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode
ser uma alternativa interessante para permitir
com que professores e alunos abordem
temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.
11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://
novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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Como usar a Comunicação Não-Violenta com
grupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceito
proposto pelo psicólogo norte-americano Marshall
Rosenberg na década de 1960. Rosenberg é autor
do livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas para
aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, e
defende que a CNV é uma das maneiras mais eficazes
de resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. Para
Rosenberg, parte considerável dos conflitos entre as
pessoas podem ser causados mais pela forma como
comunicamos as nossas ideias do que por opiniões
divergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveu
a técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:
Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.
Dentre as intervenções possíveis, destacam-se os
Círculos Empáticos, uma metodologia para estimular a
escuta empática, a honestidade e para criar espaço para
falar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter um
facilitador que esteja familiarizado com os conceitos de
CNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado no
círculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escuta
propicia a conexão consigo mesmo e com o outro.
Envolve, dentre outros fatores, o foco no momento
presente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,
e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: dar
conselhos, competir pelo sofrimento, interromper
aquele que fala, mudar de assunto e tentar educar
alguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão é
fazer uma atividade de meditação ou respiração antes
de começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:
permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todos
pensem uma situação desafiadora que estão vivendo.
Em seguida, sugira que reconheçam como estavam se
sentindo e quais foram as necessidades não atendidas.
Em um segundo momento, sugira que compartilhem o
que pensaram com uma dupla, que deverá praticar a
escuta empática e parafrasear o que está sendo dito
pelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como eles
saem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos pode
ser uma alternativa interessante para permitir
com que professores e alunos abordem
temas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.
11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://
novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
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Todas as abreviaturas não estão ligadas diretamente a rotina dos serviços telefônicos em equipamentos
analógicos, EXCETO:
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Como usar a Comunicação Não-Violenta comgrupos
A Comunicação Não-Violenta (CNV) é um conceitoproposto pelo psicólogo norte-americano MarshallRosenberg na década de 1960. Rosenberg é autordo livro Comunicação Não-Violenta: Técnicas paraaprimorar relacionamentos pessoais e profissionais, edefende que a CNV é uma das maneiras mais eficazesde resolver conflitos entre duas ou mais pessoas. ParaRosenberg, parte considerável dos conflitos entre aspessoas podem ser causados mais pela forma comocomunicamos as nossas ideias do que por opiniõesdivergentes. Baseado nesse princípio, ele desenvolveua técnica de CNV, guiada por 4 componentes básicos:Observação, Sentimentos, Necessidades e Pedido.Dentre as intervenções possíveis, destacam-se osCírculos Empáticos, uma metodologia para estimular aescuta empática, a honestidade e para criar espaço parafalar sobre as próprias necessidades e sentimentos.
Como conduzir um Círculo focado em empatia:
• Defina um facilitador: primeiramente, é preciso ter umfacilitador que esteja familiarizado com os conceitos deCNV. Caberá a ele definir o tema que será abordado nocírculo e organizar o encontro entre os participantes;
• Possibilite a escuta empática: este tipo de escutapropicia a conexão consigo mesmo e com o outro.Envolve, dentre outros fatores, o foco no momentopresente, a curiosidade frente ao que está sendo dito,e o não-julgamento ou imposição de rótulos;
• O que deve ser evitado na escuta empática: darconselhos, competir pelo sofrimento, interromperaquele que fala, mudar de assunto e tentar educaralguém que tenta se expressar;
• Realize uma prática de conexão: uma boa sugestão éfazer uma atividade de meditação ou respiração antesde começar;
•Verifique como cada participante chega ao Círculo:permita com que cada um diga como está naquele dia;
• Pratique a escuta empática: proponha que todospensem uma situação desafiadora que estão vivendo.Em seguida, sugira que reconheçam como estavam sesentindo e quais foram as necessidades não atendidas.Em um segundo momento, sugira que compartilhem oque pensaram com uma dupla, que deverá praticar aescuta empática e parafrasear o que está sendo ditopelo outro;
• Encerramento: pergunte aos participantes como elessaem do encontro e qual aprendizado levam da prática.
A metodologia dos Círculos Empáticos podeser uma alternativa interessante para permitircom que professores e alunos abordemtemas que atravessam o cotidiano escolar.
(Texto adaptado. Ana Carolina C D’Agostini. Revista Nova Escola.11 de Dezembro de 2019. Texto Adaptado. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/18764/como-usar-a-comunicacaonao-violenta-com-grupos)
Atenciosamente,Secretário de Educação”
Assinale a alternativa que contém os termos quepreenchem CORRETAMENTE as lacunas do textoacima.
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