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2160793
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Provas:
Gustavo adora se divertir brincando com suas bolinhas de
gude. Ele pegou suas bolinhas e fez uma sequência de X
“xis”, conforme ilustrado pela figura a seguir:
Seguindo o padrão representado, suponha que ele tenha
formado 10 “xis” e ainda sobraram 3 bolinhas.
Nesse sentido, é correto afirmar que o número de bolinhas
de gude que Gustavo tinha era de
Seguindo o padrão representado, suponha que ele tenha
formado 10 “xis” e ainda sobraram 3 bolinhas.
Nesse sentido, é correto afirmar que o número de bolinhas
de gude que Gustavo tinha era deProvas
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Um curso preparatório tem 80 alunos matriculados.
• 25% dos alunos são do sexo masculino;
• Dentre as mulheres, apenas 30% querem prestar concursos militares;
• Entre os homens, 65% pretendem ingressar na carreira militar.
Considere que um aluno desse curso é escolhido ao acaso. A probabilidade de ser um aluno que não pretende prestar concursos militares é de:
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2160608
Ano: 2022
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Provas:
Uma empresa estuda duas opções de investimento mutuamente
excludentes, com expectativa de fluxos de caixa heterogêneos,
resultantes de cada um para um período de 3 anos, diferentes
taxas de juros e sendo a primeira entrada postecipada para
ambos os investimentos.
A seguir são apresentados os valores do investimento inicial (Ano 0), os fluxos de caixa esperados para o período projetado e a taxa de juros de cada investimento.
Obs.: os valores expressos na tabela estão em R$
Com base nas informações, é correto afirmar que
A seguir são apresentados os valores do investimento inicial (Ano 0), os fluxos de caixa esperados para o período projetado e a taxa de juros de cada investimento.
Obs.: os valores expressos na tabela estão em R$ Com base nas informações, é correto afirmar que
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma
escultura interminável de corpos humanos entrelaçados
emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito
acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa:
encadeamento e continuação. Como um novelo
desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns
dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo
as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais:
somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas;
meu riso será o de algum descendente meu, que jamais
conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro
pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando
depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus
filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito
de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão,
de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não
flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe,
parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo:
menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de
aprender a conviver com essas novas engrenagens de
tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos
de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida
era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos
estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são
as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo,
hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e
se realizem novas adaptações, que podem não ser
estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades
aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos
convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser
inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a
qualquer preço na companhia de todos os deuses e
demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o
desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou
momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira
criatividade, onde podemos expandir a mente, onde
podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a
natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma
paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma
não entrem em coma antes que termine de definhar o
corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de
Janeiro. São Paulo – 2019)
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma
escultura interminável de corpos humanos entrelaçados
emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito
acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa:
encadeamento e continuação. Como um novelo
desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns
dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo
as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais:
somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas;
meu riso será o de algum descendente meu, que jamais
conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro
pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando
depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus
filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito
de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão,
de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não
flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe,
parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo:
menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de
aprender a conviver com essas novas engrenagens de
tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos
de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida
era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos
estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são
as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo,
hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e
se realizem novas adaptações, que podem não ser
estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades
aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos
convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser
inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a
qualquer preço na companhia de todos os deuses e
demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o
desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou
momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira
criatividade, onde podemos expandir a mente, onde
podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a
natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma
paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma
não entrem em coma antes que termine de definhar o
corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de
Janeiro. São Paulo – 2019)
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DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma
escultura interminável de corpos humanos entrelaçados
emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito
acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa:
encadeamento e continuação. Como um novelo
desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns
dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo
as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais:
somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas;
meu riso será o de algum descendente meu, que jamais
conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro
pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando
depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus
filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito
de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão,
de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não
flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe,
parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo:
menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de
aprender a conviver com essas novas engrenagens de
tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos
de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida
era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos
estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são
as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo,
hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e
se realizem novas adaptações, que podem não ser
estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades
aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos
convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser
inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a
qualquer preço na companhia de todos os deuses e
demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o
desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou
momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira
criatividade, onde podemos expandir a mente, onde
podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a
natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma
paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma
não entrem em coma antes que termine de definhar o
corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de
Janeiro. São Paulo – 2019)
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Questão presente nas seguintes provas
Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma
escultura interminável de corpos humanos entrelaçados
emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito
acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa:
encadeamento e continuação. Como um novelo
desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns
dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo
as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais:
somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas;
meu riso será o de algum descendente meu, que jamais
conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro
pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando
depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus
filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito
de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão,
de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não
flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe,
parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo:
menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de
aprender a conviver com essas novas engrenagens de
tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos
de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida
era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos
estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são
as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo,
hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e
se realizem novas adaptações, que podem não ser
estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades
aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos
convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser
inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a
qualquer preço na companhia de todos os deuses e
demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o
desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou
momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira
criatividade, onde podemos expandir a mente, onde
podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a
natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma
paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma
não entrem em coma antes que termine de definhar o
corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de
Janeiro. São Paulo – 2019)
Na frase acima, a forma verbal destacada está flexionada no presente do indicativo. Se passarmos essa frase para o pretérito perfeito do indicativo a forma verbal correta será
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DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma
escultura interminável de corpos humanos entrelaçados
emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito
acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa:
encadeamento e continuação. Como um novelo
desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns
dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo
as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais:
somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas;
meu riso será o de algum descendente meu, que jamais
conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro
pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando
depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus
filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito
de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão,
de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não
flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe,
parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo:
menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de
aprender a conviver com essas novas engrenagens de
tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos
de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida
era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos
estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são
as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo,
hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e
se realizem novas adaptações, que podem não ser
estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades
aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos
convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser
inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a
qualquer preço na companhia de todos os deuses e
demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o
desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou
momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira
criatividade, onde podemos expandir a mente, onde
podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a
natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma
paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma
não entrem em coma antes que termine de definhar o
corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de
Janeiro. São Paulo – 2019)
“...somos novelo e fio ao mesmo tempo.”
A frase acima pode ser entendida como
Provas
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2153762
Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Provas:
Uma empresa possui uma máquina que será vendida em
30/06/2018 para aquisição de um novo modelo. O ativo foi
adquirido em 02/01/2011, com vida útil de 10 anos, pelo valor de
R$ 6.000,00, quando foi determinado valor residual de R$ 600,00.
Sabendo-se que a depreciação é contabilizada anualmente e feita
pelo método das cotas constantes, o valor da depreciação
acumulada e o valor contábil da máquina que será baixado do
Imobilizado em 30/06/2018 serão, respectivamente de
Provas
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2153761
Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
Provas:
Em empresa finalizou o processo de importação de mercadorias
em 30/11/2019. Após a entrada das mercadorias na empresa e
após todos os registros contábeis dos gastos realizados antes e
depois do desembaraço aduaneiro, o saldo da conta
“Importações em Andamento – Estoques” deve ser transferido
para a conta “Estoque de Mercadorias”. Os valores registrados
estão apresentados a seguir:
Sabendo que nesta data a taxa do dólar era de R$ 3,80,
o valor a ser transferido para conta de estoques corresponde a
Sabendo que nesta data a taxa do dólar era de R$ 3,80,
o valor a ser transferido para conta de estoques corresponde aProvas
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