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2160793 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Gustavo adora se divertir brincando com suas bolinhas de gude. Ele pegou suas bolinhas e fez uma sequência de X “xis”, conforme ilustrado pela figura a seguir: enunciado 1347636-1 Seguindo o padrão representado, suponha que ele tenha formado 10 “xis” e ainda sobraram 3 bolinhas. Nesse sentido, é correto afirmar que o número de bolinhas de gude que Gustavo tinha era de
 

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2160755 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Um curso preparatório tem 80 alunos matriculados.

• 25% dos alunos são do sexo masculino;

• Dentre as mulheres, apenas 30% querem prestar concursos militares;

• Entre os homens, 65% pretendem ingressar na carreira militar.

Considere que um aluno desse curso é escolhido ao acaso. A probabilidade de ser um aluno que não pretende prestar concursos militares é de:

 

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2160608 Ano: 2022
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Uma empresa estuda duas opções de investimento mutuamente excludentes, com expectativa de fluxos de caixa heterogêneos, resultantes de cada um para um período de 3 anos, diferentes taxas de juros e sendo a primeira entrada postecipada para ambos os investimentos.
A seguir são apresentados os valores do investimento inicial (Ano 0), os fluxos de caixa esperados para o período projetado e a taxa de juros de cada investimento. enunciado 1345449-1 Obs.: os valores expressos na tabela estão em R$
Com base nas informações, é correto afirmar que
 

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2154446 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma escultura interminável de corpos humanos entrelaçados emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa: encadeamento e continuação. Como um novelo desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais: somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas; meu riso será o de algum descendente meu, que jamais conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão, de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe, parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo: menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de aprender a conviver com essas novas engrenagens de tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo, hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e se realizem novas adaptações, que podem não ser estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a qualquer preço na companhia de todos os deuses e demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira criatividade, onde podemos expandir a mente, onde podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma não entrem em coma antes que termine de definhar o corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de Janeiro. São Paulo – 2019)
“Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas; meu riso será o de algum descendente meu, que jamais conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro pensamento milênios atrás...” (2º Parágrafo) O termo sublinhado refere-se ao
 

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2154445 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma escultura interminável de corpos humanos entrelaçados emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa: encadeamento e continuação. Como um novelo desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais: somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas; meu riso será o de algum descendente meu, que jamais conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão, de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe, parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo: menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de aprender a conviver com essas novas engrenagens de tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo, hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e se realizem novas adaptações, que podem não ser estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a qualquer preço na companhia de todos os deuses e demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira criatividade, onde podemos expandir a mente, onde podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma não entrem em coma antes que termine de definhar o corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de Janeiro. São Paulo – 2019)
Assinale a opção que indica, respectivamente, as palavras que seguem as mesmas regras de acentuação de “interminável, milímetro, será e angústia”.
 

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2154444 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma escultura interminável de corpos humanos entrelaçados emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa: encadeamento e continuação. Como um novelo desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais: somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas; meu riso será o de algum descendente meu, que jamais conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão, de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe, parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo: menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de aprender a conviver com essas novas engrenagens de tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo, hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e se realizem novas adaptações, que podem não ser estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a qualquer preço na companhia de todos os deuses e demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira criatividade, onde podemos expandir a mente, onde podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma não entrem em coma antes que termine de definhar o corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de Janeiro. São Paulo – 2019)
Assinale a opção em que a palavra destacada não pertence à classe gramatical das demais.
 

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2154443 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma escultura interminável de corpos humanos entrelaçados emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa: encadeamento e continuação. Como um novelo desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais: somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas; meu riso será o de algum descendente meu, que jamais conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão, de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe, parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo: menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de aprender a conviver com essas novas engrenagens de tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo, hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e se realizem novas adaptações, que podem não ser estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a qualquer preço na companhia de todos os deuses e demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira criatividade, onde podemos expandir a mente, onde podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma não entrem em coma antes que termine de definhar o corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de Janeiro. São Paulo – 2019)
“Em meus filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito de falar...”
Na frase acima, a forma verbal destacada está flexionada no presente do indicativo. Se passarmos essa frase para o pretérito perfeito do indicativo a forma verbal correta será
 

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2154442 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Lei o texto a seguir
DO TEMPO
Faz alguns anos tive, num sonho, um vislumbre de uma escultura interminável de corpos humanos entrelaçados emergindo muito abaixo de mim e perdendo-se no infinito acima de minha cabeça.
Talvez seja um dos significados da existência nossa: encadeamento e continuação. Como um novelo desenrolando-se incessantemente, todos nascendo uns dos outros, uns por cima dos outros, cada um estendendo as mãos para o alto um milímetro mais e mais e mais: somos novelo e fio ao mesmo tempo.
Meu gesto repete o de uma de minhas antepassadas; meu riso será o de algum descendente meu, que jamais conhecerei, o fio primeiro de minhas ideias nasce de outro pensamento milênios atrás, e continuará se desenrolando depois que eu tiver deixado de existir há séculos. Em meus filhos e netos, vejo com surpresa a repetição de um jeito de falar, de pensar, de virar o rosto, a figura toda, a mão, de quem me antecedeu. É a noção de um tempo que não flui como o imaginamos, esse tempo medido e calculado.
Ele é pulsação, surpresa.
s vezes suspiramos pelo conforto que, vista de longe, parecia ser a vida quando tudo era mais limitado e certo: menos opções, menos possibilidade de erro. Temos de aprender a conviver com essas novas engrenagens de tanta surpresa e perplexidade, mas tanta maravilha. Temos de estar mais alertas do que décadas atrás, quando a vida era – ou hoje nos parece – tão mais simples: precisamos estar mais preparados, para que ela não nos dilacere.
Temos de ser múltiplos, e incansáveis.
Que cansaço.
Pois a vida não anda pra trás: o preço da liberdade são as escolhas com seu cortejo de esperança, entusiasmo, hesitação e angústia – para que se criem novos contextos e se realizem novas adaptações, que podem não ser estáveis.
As inovações, a corrida do tempo e as possibilidades aparentemente infinitas já nos puxam pela manga e nos convidam para outra ciranda de mil receitas: vamos ser inventivos, vamos ser produtivos e competentes, felizes a qualquer preço na companhia de todos os deuses e demônios nessa sarabanda.
Fora dela, nos dizem, restam o tédio, a paralisia ou o desespero. Será mesmo assim?
Ou ainda existem, e podemos descobrir, lugares ou momentos de tranquilidade onde se realiza a verdadeira criatividade, onde podemos expandir a mente, onde podemos amar as pessoas, onde podemos contemplar a natureza, a arte, e os rostos amados, e construir alguma paz interior? Creio que sim.
Para que as emoções e inquietações positivas da alma não entrem em coma antes que termine de definhar o corpo.
(Lya Luft - as coisas humanas – 1ª edição – Editora Record – Rio de Janeiro. São Paulo – 2019)

“...somos novelo e fio ao mesmo tempo.”

A frase acima pode ser entendida como

 

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2153762 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Uma empresa possui uma máquina que será vendida em 30/06/2018 para aquisição de um novo modelo. O ativo foi adquirido em 02/01/2011, com vida útil de 10 anos, pelo valor de R$ 6.000,00, quando foi determinado valor residual de R$ 600,00. Sabendo-se que a depreciação é contabilizada anualmente e feita pelo método das cotas constantes, o valor da depreciação acumulada e o valor contábil da máquina que será baixado do Imobilizado em 30/06/2018 serão, respectivamente de
 

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2153761 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Arantina-MG
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Em empresa finalizou o processo de importação de mercadorias em 30/11/2019. Após a entrada das mercadorias na empresa e após todos os registros contábeis dos gastos realizados antes e depois do desembaraço aduaneiro, o saldo da conta “Importações em Andamento – Estoques” deve ser transferido para a conta “Estoque de Mercadorias”. Os valores registrados estão apresentados a seguir: enunciado 1365753-1 Sabendo que nesta data a taxa do dólar era de R$ 3,80, o valor a ser transferido para conta de estoques corresponde a
 

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