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Foram encontradas 60 questões.

3635117 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
O OneDrive é uma plataforma de armazenamento em nuvem disponibilizada pela Microsoft, que se tornou uma ferramenta essencial tanto para usuários individuais quanto para corporações. Seu grande diferencial está diretamente relacionado à flexibilidade, segurança integração com o ecossistema Microsoft, proporcionando, assim, uma experiência eficiente para gerenciar e compartilhar arquivos em qualquer lugar e a qualquer momento. Considerando essas vantagens e as necessidades do órgão, a Câmara Municipal de Araraquara adotou a utilização da ferramenta no seu parque tecnológico. São configurações de permissão do link de compartilhamento de arquivos, EXCETO:
 

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3635116 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
A equipe de tecnologia da Câmara Municipal de Araraquara realizou a assinatura do pacote Microsoft 365 para a utilização interna nos computadores do órgão público. Devidamente autenticado nessa plataforma, após o processo de implantação, um determinado servidor do departamento contábil utilizou o aplicativo Excel, dessa versão, para construir uma planilha eletrônica de controle interno do departamento. Considerando tal ferramenta, analise as afirmativas a seguir.

I. Para adicionar uma tabela dinâmica, deve-se selecionar as células desejadas e, em seguida, clicar em Inserir -> Tabela dinâmica.
II. Uma forma de exibir as versões anteriores de um arquivo é clicar no título do arquivo e selecionar a opção Histórico de versões.
III. As funções CORRESP e DIAS podem ser utilizadas respectivamente para procurar um item em intervalo de células, retornando a posição relativa desse item no intervalo e retornar o número de dias entre duas datas.

Está correto o que se afirma em
 

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3635115 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Determinado servidor da Câmara Municipal de Araraquara utilizou o editor de textos Word para Microsoft 365 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), para realizar a digitação de uma ata com o conteúdo de uma reunião técnica que estava sendo realizada pelo departamento jurídico. Para iniciar esse trabalho, o profissional realizou a autenticação na ferramenta e solicitou a abertura de um documento novo, em branco, para iniciar a digitação necessária. Após a digitação de um parágrafo de texto, no início de uma nova linha, foi digitado o caractere * e, em seguida, pressionada a tecla de espaço do computador. Considerando essa ação, pode-se afirmar que o editor:
 

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3635114 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
A Câmara Municipal de Araraquara utiliza nos seus computadores o Sistema Operacional Microsoft Windows 11 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil). Esse sistema é um dos mais recentes produzidos pela Microsoft e dispõe de diversos recursos e facilidades para os usuários, como o editor de registros, que permite:
 

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3635113 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

O homem que sabia javanês

Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1, vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
– Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
– Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
– Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
– Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
– Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
– Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
– Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
– Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
– Eu tinha chegado havia pouco ao Rio e estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
“Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc.” Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os “cadáveres”. Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
1. um romance francês do século XVIII.
(BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e outros contos. Curitiba: Polo Editorial do Paraná, 1997. Fragmento.)
A circunstância pela qual as palavras se correlacionam no texto é categórica para a construção de sentidos. Dessa forma, em “– Cansa-se; mas, não é disso que me admiro.” (6º§), é possível inferir que a expressão “mas” apresenta valor (de):
 

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3635112 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

O homem que sabia javanês

Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1, vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
– Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
– Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
– Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
– Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
– Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
– Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
– Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
– Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
– Eu tinha chegado havia pouco ao Rio e estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
“Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc.” Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os “cadáveres”. Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
1. um romance francês do século XVIII.
(BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e outros contos. Curitiba: Polo Editorial do Paraná, 1997. Fragmento.)
Lima Barreto, em sua narrativa, propõe-nos uma reflexão cujo teor central é demonstrar que o uso do poder e do dinheiro para obtenção de cargos e favorecimento em instituições públicas era uma realidade da sociedade brasileira. Tal concatenação está melhor representada em:
 

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3635111 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

O homem que sabia javanês

Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1, vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
– Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
– Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
– Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
– Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
– Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
– Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
– Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
– Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
– Eu tinha chegado havia pouco ao Rio e estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
“Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc.” Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os “cadáveres”. Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
1. um romance francês do século XVIII.
(BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e outros contos. Curitiba: Polo Editorial do Paraná, 1997. Fragmento.)
O conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, trata-se de uma crítica à sociedade brasileira do início do século XX. O conto denuncia o bacharelismo e o sistema que favorecia os pseudointelectuais, enquanto aqueles com verdadeiro conhecimento não tinham oportunidades. Tal fato pode ser claramente identificado através do seguinte fragmento textual:
 

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3635110 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

O homem que sabia javanês

Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1, vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
– Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
– Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
– Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
– Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
– Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
– Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
– Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
– Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
– Eu tinha chegado havia pouco ao Rio e estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
“Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc.” Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os “cadáveres”. Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
1. um romance francês do século XVIII.
(BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e outros contos. Curitiba: Polo Editorial do Paraná, 1997. Fragmento.)
Considerando que um texto bem construído é marcado pelas relações entre as palavras, de acordo com a significação das expressões, assinale a associação INCORRETA.
 

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3635109 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

O homem que sabia javanês

Em uma confeitaria, certa vez, ao meu amigo Castro, contava eu as partidas que havia pregado às convicções e às respeitabilidades, para poder viver.
Houve mesmo, uma dada ocasião, quando estive em Manaus, em que fui obrigado a esconder a minha qualidade de bacharel, para mais confiança obter dos clientes, que afluíam ao meu escritório de feiticeiro e adivinho. Contava eu isso.
O meu amigo ouvia-me calado, embevecido, gostando daquele meu Gil Blas1, vivido, até que, em uma pausa da conversa, ao esgotarmos os copos, observou a esmo:
– Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!
– Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas? Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!
– Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira, é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.
– Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!
– Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?
– Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.
– Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?
– Bebo. Mandamos buscar mais outra garrafa, enchemos os copos, e continuei:
– Eu tinha chegado havia pouco ao Rio e estava literalmente na miséria. Vivia fugido de casa de pensão em casa de pensão, sem saber onde e como ganhar dinheiro, quando li no Jornal do Comércio o anuncio seguinte:
“Precisa-se de um professor de língua javanesa. Cartas, etc.” Ora, disse cá comigo, está ali uma colocação que não terá muitos concorrentes; se eu capiscasse quatro palavras, ia apresentar-me. Saí do café e andei pelas ruas, sempre a imaginar-me professor de javanês, ganhando dinheiro, andando de bonde e sem encontros desagradáveis com os “cadáveres”. Insensivelmente dirigi-me à Biblioteca Nacional. Não sabia bem que livro iria pedir; mas, entrei, entreguei o chapéu ao porteiro, recebi a senha e subi. Na escada, acudiu-me pedir a Grande Encyclopédie, letra J, a fim de consultar o artigo relativo a Java e à língua javanesa. Dito e feito. Fiquei sabendo, ao fim de alguns minutos, que Java era uma grande ilha do arquipélago de Sonda, colônia holandesa, e o javanês, língua aglutinante do grupo maleo-polinésico, possuía uma literatura digna de nota e escrita em caracteres derivados do velho alfabeto hindu.
1. um romance francês do século XVIII.
(BARRETO, Lima. O homem que sabia javanês e outros contos. Curitiba: Polo Editorial do Paraná, 1997. Fragmento.)
Embora Lima Barreto demostre intensidade na sua narração de acontecimentos, é possível inferir que foram utilizados alguns recursos que tornaram a narrativa mais agradável ao leitor. NÃO se trata de um desses métodos:
 

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3634902 Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Araraquara-SP
Considere a situação prática em que analistas e consultores legislativos são convocados pela Comissão de Justiça, Legislação e Redação da Câmara Municipal de Araraquara, para prestarem apoio aos seus vereadores titulares, durante reunião da referida Comissão. Para a elaboração do Parecer da Comissão, os parlamentares deliberaram sobre a temática “atribuições e competências dos poderes públicos municipais” e, ao final, alcançaram unanimidade sobre determinada competência privativa da Câmara Municipal. Considerando que os servidores presentes orientaram corretamente aos edis e, com o devido auxílio da Procuradoria Jurídica da Casa chegaram a uma conclusão entre os assuntos discutidos, é competência privativa da Câmara Municipal, conforme a Lei Orgânica Municipal, apenas:
 

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