Foram encontradas 284 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Barbacena-MG
Inflação e desemprego devem agravar fome no Brasil, diz economista
Nilson de Paula investigou que mais da metade dos lares brasileiros enfrenta insegurança alimentar e alerta que país vive combinação explosiva. Coordenador da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan) e economista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), o pesquisador Nilson Maciel de Paula é pessimista em relação à situação da fome e da insegurança alimentar no Brasil em 2022. “O cenário é complicado porque a cada dia a gente vai tendo notícias não muito animadoras. Nada indica que o quadro que veio à tona no ano passado, em 2021, relacionado à fome, vá melhorar”, disse em entrevista à Agência Pública. Dois fatores são cruciais para a afirmação do economista: a inflação e o desemprego que, segundo a maior parte dos prognósticos econômicos, devem permanecer em situação preocupante nesse ano.
(Disponível em: https://economia.ig.com.br/2022-01-31/inflacao-desemprego-fome.html. Acesso em: 18/02/2022.)
Em relação aos aspectos econômicos brasileiros, analise as afirmativas a seguir.
I. A desigualdade social e a economia estrutural são uma marca histórica no desenvolvimento do país.
II. A insegurança alimentar nos lares em que as mulheres são os pilares da renda familiar é mais grave, precisamente porque as mulheres foram as mais prejudicadas pela falta de emprego e perda de renda na pandemia.
III. A reprimarização impacta na qualidade do trabalho em função do eixo da economia.
Está correto o que se afirma em
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O Golpe Militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart, estabelecendo, por um logo período, a Ditadura Militar que findou em 1985 com a eleição indireta do presidente Tancredo Neves. São características da Ditadura Militar, EXCETO:
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Uma padaria possui 5 padeiros que conseguem produzir 140 pães em 4 dias. Percebendo que a demanda por pães tem aumentado na região, o proprietário dessa padaria decidiu contratar mais 2 padeiros. Com o novo quadro de funcionários, quantos dias são necessários para produzir 294 pães?
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Adriana, Bruna e Cléo são professoras em uma escola pública e lecionam as disciplinas de português, matemática e ciências, mas não necessariamente nessa ordem. Verificando a idade das três, a professora de português, que é prima de Bruna, é a mais nova. Além disso, considere que a professora de ciências é mais nova do que Cléo. Nesse contexto, é necessariamente correto afirmar que:
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Um trabalhador deve descarregar 60 caixotes de um caminhão até um depósito que está a 42 metros de distância de onde ele se encontra estacionado. Considerando que o trabalhador consegue carregar 4 caixotes por vez, quantos metros, ao todo, ele irá caminhar até que todos os caixotes estejam no depósito?
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No cardápio da pastelaria de José, há opções de pastéis doces e salgados. Após um dia de trabalho, sabe-se que foram vendidos 59 pastéis com uma arrecadação de R$ 992,00. Considerando-se que um pastel doce custa R$ 18,00 e cada pastel salgado tem o valor de R$ 16,00, quantos pastéis salgados foram vendidos?
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Os 500 leitores de um jornal foram questionados sobre a seção favorita. Assuma que os leitores podiam escolher apenas uma opção dentre as fornecidas. O gráfico a seguir resume o resultado da enquete; observe.

Dentre os leitores que participaram da enquete, qual a probabilidade aproximada de se escolher uma pessoa que prefere a seção de variedades ou política?
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(Marina Colasanti. Livro “Um espinho de marfim e outras histórias”. Porto Alegre: L&PM, 1999.)
No trecho “Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.” (2º§), a vírgula tem como finalidade:
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(Marina Colasanti. Livro “Um espinho de marfim e outras histórias”. Porto Alegre: L&PM, 1999.)
Há ERRO de concordância verbal em:
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Para que ninguém a quisesse
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.
Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
(Marina Colasanti. Livro “Um espinho de marfim e outras histórias”. Porto Alegre: L&PM, 1999.)
Considerando o trecho “Mas do desejo inflamado que tivera por ela.” (4º§), é possível deduzir que a ação verbal expressa um fato:
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