Foram encontradas 65 questões.
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Brasília Minas-MG
A respeito das competências constitucionais atribuídas ao Congresso Nacional e ao Presidente da República, conforme o que preleciona a Constituição Federal, assinale a alternativa CORRETA.
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INSEGURANÇA: COMO TER MAIS CONFIANÇA EM SI MESMO
Um velho e sábio amigo me disse uma vez que todos, bem no fundo, buscam confiança. Isso me parece ser verdade. A confiança é extremamente atraente. Em geral, é o que está por trás de nosso respeito e admiração por muita gente.
A indústria da publicidade usa muito esse recurso: ela nos leva a comprar itens, que provavelmente não precisamos, mostrando pessoas que parecem confiantes. Mais do que simplesmente atraente, tudo indica que a confiança é a base de nossa saúde emocional. Não a ter é fonte de sofrimento que muitos de nós carregamos, às vezes por tempo demais.
Então, o que é a confiança? Provavelmente, cada um tem sua ideia sobre o que ela é, mas raramente faz uma pausa para torná-la mais consciente. Nesse sentido, um bom exercício de conscientização é simplesmente pensar em duas ou três pessoas que você considera exemplos de confiança.
Tente agora, antes de continuar a ler. Identifique três pessoas em uma folha de papel. Então pergunte a si mesmo: que características específicas elas têm que, para mim, representam a confiança? Depois de terminar esse exercício, você pode seguir em frente considerando a seguinte pergunta: essas pessoas realmente são exemplos de confiança? [...]
Ideias sobre confiança em nossa cultura vão do sublime ao ridículo. Como sabemos, a ampla maioria das pessoas parece muito confiante em uma situação, e, então, fica quase irreconhecível se seus apoios emocionais normais desaparecem, deixando a insegurança tomar conta. Quantas pessoas você conhece que são imunes a isso? Quanto mais você refletir a respeito, mais confuso vai ficar. Revirar essa confusão pode parecer algo como ser um garimpeiro emocional em busca do “ouro verdadeiro”. [...]
Quando ficamos impressionados com a aparente confiança de alguém, o que realmente nos impressiona? É a confiança baseada em quanto se sabe? Ou na beleza? Ou isso vem de se identificar com uma determinada marca de produto de consumo?
Uma pessoa confiante é alguém com um argumento convincente? Ou que anda com as pessoas cool? Ou que sempre é otimista e positiva? Fama e poder são bons indicadores de confiança? Você desenvolve confiança ao ficar o mais longe possível da ansiedade e do medo? [...]
Não importa quão confiante ou inseguro você se sinta, todos provavelmente se beneficiarão de fazer uma pausa de vez em quando para refletir sobre isso. Talvez seja o caso – por questões de entendimento – de fazermos uma distinção clara entre um tipo de confiança “superficial” ou “falsa” e o “ouro verdadeiro”. [...]
Então, se todos nós, bem no fundo, estivermos buscando confiança, se pararmos um tempo para refletir um pouco mais, como estamos fazendo aqui, poderemos descobrir que nossa força interior está mais em aprender a ser mais honestos e verdadeiros com nós mesmos do que em viver [...] uma “vida dividida” [...].
Talvez, mesmo de pequenas formas – começando hoje –, possamos começar a viver de uma maneira que não contradiga algo dentro de nós que soe como verdadeiro e não possa continuar sendo evitado. Talvez seja como garimpeiros, em busca do ouro verdadeiro, que precisemos começar.
Disponível em: <https://vidasimples.co/ser/confianca-em-si-mesmo-dilemas/ >.
Acesso em: 12 out. 2019. Adaptado.
Analise as palavras destacadas no fragmento “[...] como estamos fazendo aqui, poderemos descobrir que nossa força interior está mais em aprender a ser mais honestos e verdadeiros com nós mesmos [...].”. Quais os tempos verbais do modo indicativo dessas palavras, respectivamente?
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Brasília Minas-MG
O Direito Administrativo, em sua notável doutrina, considera o uso compartilhado de bem público como aquele em que pessoas públicas ou privadas, prestadoras de serviços públicos, precisam utilizar-se de espaços integrantes de áreas de propriedade de pessoas diversas.
É o caso, por exemplo, do uso de certas áreas para instalação de serviços de energia, de comunicações e de gás canalizado por meio de dutos normalmente implantados no subsolo.
Assinale a alternativa CORRETA: O prestador de serviço, uma vez que há mera limitação administrativa, pode utilizar livremente determinada área e, porque o uso não afeta o direito do proprietário, não tem este direito à remuneração nem indenização, salvo, neste último caso, se o uso houver comprovadamente causado prejuízo para o proprietário, como, por exemplo, ocorre em faixas reservadas de estradas e vias públicas. Tal situação, acima descrita, corresponde à hipótese de:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Brasília Minas-MG
A Lei Federal n.º 10.520/2002 instituiu modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências. Sobre o pregão, assinale a alternativa CORRETA.
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Texto 01
“Conhece-te a ti mesmo”: a conquista do seu lugar no mundo
Somos ensinados desde cedo a conhecer e aprender com o mundo. O resultado dessa crença é que a imensa maioria das pessoas não vive exatamente no mundo, reage a ele. É o que Nietzsche chama de niilista reativo. No sentido mais alargado, é o indivíduo que não cria, não tem iniciativa, não tem capacidade de reflexão... Os efeitos perversos desse ensinamento aparecem em todas as fases da vida.
Na infância, o reativo é aquele que critica. É a criança que na escola ri da roupa do outro, humilha os diferentes, faz bullying. Na vida adulta, é o que se ocupa da vida alheia, o delator, o fofoqueiro, o manipulador, o que fiscaliza, o que controla... O reativo pensa pouco sobre si. Sem conteúdo, não há sobre o que refletir. O nosso repertório interno precisa ser cultivado, ele não se faz sozinho. Mas o reativo não tem tempo. Ele está ocupado demais confrontando o mundo. Toda a sua energia está direcionada para a reação.
Por trás de quase todo o mal na sociedade, há um reativo. Qual é a característica dominante do agressor, do contraventor, do adicto, do fundamentalista religioso? São reativos. São indivíduos que reagem ao mundo que se apresenta. Os seus impulsos — sem controle e sem filtro — estão no comando. Vivem no nível da semianimalidade.
Comem quando têm fome, agridem quando são ameaçados... Esse é o modelo em vigor.
Diz-se que o mundo está aí e nós temos de fazer um ajuste, um alinhamento para o acompanhar. A tarefa é seguir a manada. Esse modelo diz: use a cabeça (a razão) para conhecer o mundo. “O mundo te dará as respostas”. Ora, não seria assim se a filosofia fizesse parte da educação, porque ela diz exatamente o contrário.
Desde Sócrates — passando por Spinoza, Nietzsche e Freud — o fundamento básico é: conheça você primeiro. O mundo só será importante quando ele contribuir para essa tarefa.
Não é por acaso que essa é a primeira e mais importante máxima da história do pensamento ocidental. Está lá, ainda hoje, nas ruínas gregas, o Templo de Apolo, o oráculo de Delfos com a inscrição “conhece-te a ti mesmo”.
Num tempo em que os homens buscavam antecipar o encontro com o mundo através da consulta aos oráculos — havia dezenas deles espalhados pela Grécia, sendo Delfos o mais famoso — deparavam-se com esse aviso logo à entrada. Foucault vai mais fundo e afirma que a tradução mais completa desse aviso é “saiba bem qual é a natureza da tua pergunta antes de consultar o oráculo”. Antes de nos dirigirmos ao mundo e interrogá-lo, saibamos primeiro quem somos.
Enquanto a cultura diz “o mundo é o mais importante”, esteja atento ao que o mundo espera de você”; a filosofia diz “é você primeiro”, “você tem a preferência”, “o mundo é instrumento, use o mundo para construir a si próprio”. O mundo é um espelho que serve ao autoconhecimento. É através do que ele mostra que você identifica os seus talentos, suas inclinações, suas fragilidades, suas alegrias. E não se trata de menosprezar o mundo, é uma questão de primazia. Até porque há coisas que você só sabe, se o mundo te mostra. A vida autêntica só é possível quando eu presencio o diálogo entre o que eu sou e o mundo que se apresenta. Essa é a premissa de Sócrates, a vida que vale a pena é a vida examinada, é a autoanálise. O mundo só será importante quando ele permitir que você saiba quem você é. Não é por acaso que, de todos os hábitos do ser humano, o mais comum e o que traz mais sofrimento, é o querer ser diferente do que se é. Gastamos tempo e energia imitando ou se comparando com os outros, ao invés de buscar na nossa essência quem e como somos e o que temos para oferecer ao mundo.
A questão que se segue é: como se faz isso? Seja um observador atento! Separe com precisão o seu “eu” e o mundo que está lá fora.
A falta de divisão entre um e outro é fonte de engano e perdição. E pode ser um desastre.
Afinal, definitivamente, o mundo não é um lugar seguro (atenção: essa não é uma afirmação politicamente incorreta).
Encare o mundo olho no olho, mas que o olhar seja clínico. E desconfie de quase tudo.
Desconfiar... desconfiar... Pode não dar em nada. Pode não ser necessário. Mas é útil para o necessário estado de alerta, contribui para uma parada estratégica e pode funcionar como uma barreira. A desconfiança te situa, faz você pensar: “eu estou aqui e aquilo está lá. Eu quero aquilo para mim? Vai me edificar? Vai contribuir com o meu caminho? Eu quero isso? Isso me convém”. Conheça muito bem quais são os seus desejos a ponto de julgá-los: “quero isso e isso é bom, portanto vou trabalhar para obter”, “desejo aquilo, mas não é bom, não quero”.
Para além dos efeitos no indivíduo singular, o “conhece-te a ti mesmo” é o caminho do bem praticado no mundo. Sócrates afirma que nenhum homem é capaz de praticar o mal conscientemente, pois o mal é o resultado da ignorância e da falta de autoconhecimento. Além de pavimentador do bem, é um escudo protetor: quem sabe quem realmente é, dá pouca importância à crítica e ao ataque dos outros.
O mundo é voraz e embrulha tudo. Esquenta e esfria, aperta e solta, acelera e abranda, escraviza e liberta, agita e sossega, acolhe e hostiliza, alegra e entristece... É necessário que definamos os nossos próprios critérios e façamos escolhas porque é impossível viver ao sabor de tudo o que ele oferece. É preciso analisar e manter uma reflexão permanente sobre como ele nos afeta. É tarefa fácil? Não. Benjamin Franklin observou que “há três coisas extremamente duras: o aço, o diamante e conhecer a si mesmo”. Mas é o único caminho para sermos senhores na nossa própria história.
CARDOSO, Margot. Conheça-te a ti mesmo: a conquista do seu lugar no mundo. Disponível em:
<https://vidasimples.co/ser/insatisfacao-infelizno-trabalho/>. Acesso em: 25 set. 2019. Adaptado.
Observa-se, na construção do título do texto, o uso do recurso
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Analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O Windows é um sistema operacional.
( ) No Microsoft Word 2016, o atalho <Ctrl + J> centraliza um texto.
( ) O endereço de e-mail minhaempresa.com.br é um endereço de e-mail válido.
( ) No Excel, por padrão, as linhas são identificadas com números e as colunas, com letras.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Os browsers são programas de navegação normalmente utilizados para acessar websites. Qual é o navegador (browser) exclusivo da Microsoft para o Windows 7?
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Entre os números -14 e 82, inserem-se outros 15 números, de modo a formar uma P.A. A razão dessa P.A e o seu termo central valem, respectivamente,
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Texto 01
“Conhece-te a ti mesmo”: a conquista do seu lugar no mundo
Somos ensinados desde cedo a conhecer e aprender com o mundo. O resultado dessa crença é que a imensa maioria das pessoas não vive exatamente no mundo, reage a ele.(a) É o que Nietzsche chama de niilista reativo. No sentido mais alargado, é o indivíduo que não cria, não tem iniciativa, não tem capacidade de reflexão... Os efeitos perversos desse ensinamento aparecem em todas as fases da vida.
Na infância, o reativo é aquele que critica. É a criança que na escola ri da roupa do outro, humilha os diferentes, faz bullying. Na vida adulta, é o que se ocupa da vida alheia, o delator, o fofoqueiro, o manipulador, o que fiscaliza, o que controla... O reativo pensa pouco sobre si. Sem conteúdo, não há sobre o que refletir. O nosso repertório interno precisa ser cultivado, ele não se faz sozinho.(e) Mas o reativo não tem tempo. Ele está ocupado demais confrontando o mundo. Toda a sua energia está direcionada para a reação.
Por trás de quase todo o mal na sociedade, há um reativo.(b) Qual é a característica dominante do agressor, do contraventor, do adicto, do fundamentalista religioso? São reativos. São indivíduos que reagem ao mundo que se apresenta. Os seus impulsos — sem controle e sem filtro — estão no comando. Vivem no nível da semianimalidade.
Comem quando têm fome, agridem quando são ameaçados... Esse é o modelo em vigor.
Diz-se que o mundo está aí e nós temos de fazer um ajuste, um alinhamento para o acompanhar. A tarefa é seguir a manada. Esse modelo diz: use a cabeça (a razão) para conhecer o mundo. “O mundo te dará as respostas”. Ora, não seria assim se a filosofia fizesse parte da educação, porque ela diz exatamente o contrário.
Desde Sócrates — passando por Spinoza, Nietzsche e Freud — o fundamento básico é: conheça você primeiro. O mundo só será importante quando ele contribuir para essa tarefa.
Não é por acaso que essa é a primeira e mais importante máxima da história do pensamento ocidental. Está lá, ainda hoje, nas ruínas gregas, o Templo de Apolo, o oráculo de Delfos com a inscrição “conhece-te a ti mesmo”.
Num tempo em que os homens buscavam antecipar o encontro com o mundo através da consulta aos oráculos — havia dezenas deles espalhados pela Grécia, sendo Delfos o mais famoso — deparavam-se com esse aviso logo à entrada. Foucault vai mais fundo e afirma que a tradução mais completa desse aviso é “saiba bem qual é a natureza da tua pergunta antes de consultar o oráculo”. Antes de nos dirigirmos ao mundo e interrogá-lo, saibamos primeiro quem somos.
Enquanto a cultura diz “o mundo é o mais importante”, esteja atento ao que o mundo espera de você”; a filosofia diz “é você primeiro”, “você tem a preferência”, “o mundo é instrumento, use o mundo para construir a si próprio”. O mundo é um espelho que serve ao autoconhecimento. É através do que ele mostra que você identifica os seus talentos, suas inclinações, suas fragilidades, suas alegrias. E não se trata de menosprezar o mundo, é uma questão de primazia. Até porque há coisas que você só sabe, se o mundo te mostra. A vida autêntica só é possível quando eu presencio o diálogo entre o que eu sou e o mundo que se apresenta. Essa é a premissa de Sócrates, a vida que vale a pena é a vida examinada, é a autoanálise. O mundo só será importante quando ele permitir que você saiba quem você é. Não é por acaso que, de todos os hábitos do ser humano, o mais comum e o que traz mais sofrimento, é o querer ser diferente do que se é. Gastamos tempo e energia imitando ou se comparando com os outros, ao invés de buscar na nossa essência quem e como somos e o que temos para oferecer ao mundo.
A questão que se segue é: como se faz isso? Seja um observador atento! Separe com precisão o seu “eu” e o mundo que está lá fora.
A falta de divisão entre um e outro é fonte de engano e perdição.(c) E pode ser um desastre.
Afinal, definitivamente, o mundo não é um lugar seguro (atenção: essa não é uma afirmação politicamente incorreta).
Encare o mundo olho no olho, mas que o olhar seja clínico. E desconfie de quase tudo.
Desconfiar... desconfiar... Pode não dar em nada. Pode não ser necessário. Mas é útil para o necessário estado de alerta, contribui para uma parada estratégica e pode funcionar como uma barreira. A desconfiança te situa, faz você pensar: “eu estou aqui e aquilo está lá. Eu quero aquilo para mim? Vai me edificar? Vai contribuir com o meu caminho? Eu quero isso? Isso me convém”. Conheça muito bem quais são os seus desejos a ponto de julgá-los: “quero isso e isso é bom, portanto vou trabalhar para obter”, “desejo aquilo, mas não é bom, não quero”.
Para além dos efeitos no indivíduo singular, o “conhece-te a ti mesmo” é o caminho do bem praticado no mundo. Sócrates afirma que nenhum homem é capaz de praticar o mal conscientemente, pois o mal é o resultado da ignorância e da falta de autoconhecimento. Além de pavimentador do bem, é um escudo protetor: quem sabe quem realmente é, dá pouca importância à crítica e ao ataque dos outros.
O mundo é voraz e embrulha tudo.(d) Esquenta e esfria, aperta e solta, acelera e abranda, escraviza e liberta, agita e sossega, acolhe e hostiliza, alegra e entristece... É necessário que definamos os nossos próprios critérios e façamos escolhas porque é impossível viver ao sabor de tudo o que ele oferece. É preciso analisar e manter uma reflexão permanente sobre como ele nos afeta. É tarefa fácil? Não. Benjamin Franklin observou que “há três coisas extremamente duras: o aço, o diamante e conhecer a si mesmo”. Mas é o único caminho para sermos senhores na nossa própria história.
CARDOSO, Margot. Conheça-te a ti mesmo: a conquista do seu lugar no mundo. Disponível em:
<https://vidasimples.co/ser/insatisfacao-infelizno-trabalho/>. Acesso em: 25 set. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa em que, de acordo com a norma, o verbo poderia ir para o plural, concordando com a palavra que acompanha o sujeito.
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Em alguns jogos de tabuleiros, são utilizados alguns dados com maior número de faces. Em um dado com 12 faces, qual a probabilidade de o jogador conseguir o mesmo valor em duas jogadas?
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