Foram encontradas 40 questões.
Uma pesquisa realizada em uma comunidade classificou
60% da população como tendo o ensino médio, porém,
apenas 25% deles concluíram essa etapa. Qual é o
percentual de pessoas que concluíram o ensino médio,
em relação ao total de moradores desta comunidade?
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Uma equipe com 12 funcionários, trabalhando 8 horas
por dia, durante 3 dias, consegue pavimentar 5 km de
estrada, mas precisa cumprir o prazo estabelecido de 15
dias para pavimentar 18,75 km de estrada, com apenas
8 funcionários. Quantas horas por dia eles devem
trabalhar para realizar a obra no tempo certo?
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Uma fábrica de móveis produz mesas retangulares, com
área do tampo determinada pela fórmula A = x² - 0,8x,
onde x é o comprimento em metros. De acordo com as
informações dadas, qual será o comprimento de uma
mesa com 2,4 m² de área?
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A imagem abaixo representa um terreno onde será construída uma praça de 1.200 m².

Qual é a medida ( x ), da altura desta região triangular?
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"Fui no supermercado perto do Shopping."
"Conversei com dois casal de idosos que estavam no restaurante."
Os vícios de linguagem são desvios gramaticais cometidos pelo falante de forma involuntária. Esses erros decorrem, em geral, de falta de conhecimento ou distração, podendo gerar dificuldades na comunicação.
Os enunciados acima apresentam o mesmo vicio de linguagem denominado:
"Conversei com dois casal de idosos que estavam no restaurante."
Os vícios de linguagem são desvios gramaticais cometidos pelo falante de forma involuntária. Esses erros decorrem, em geral, de falta de conhecimento ou distração, podendo gerar dificuldades na comunicação.
Os enunciados acima apresentam o mesmo vicio de linguagem denominado:
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Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever
história do cristianismo; entenda
Descoberta arqueológica pode transformar entendimento
sobre a expansão do cristianismo durante o Império
Romano
Um pequeno amuleto de prata descoberto por
arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa
compreensão sobre como o cristianismo se espalhou
durante o Império Romano, segundo especialistas.
O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três
centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018,
em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades
de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no
esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na
cidade romana de Nida, um dos maiores e mais
importantes sítios no estado central alemão de Hesse.
No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram
examinar uma fina folha de prata encontrada em seu
interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como
um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto
foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também
conhecido como filactério, provavelmente era usado em
uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer
proteção espiritual.
A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto
era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se
os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No
entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em
2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.
Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma
maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em
maio deste ano, quando pesquisadores do Centro
Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram
scanners de tomografia computadorizada para analisar a
folha.
Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza,
explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O
desafio na análise era que a folha de prata estava
enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava
naturalmente também amassada e pressionada. Usando
tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la
em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."
Foi apenas através deste processo de desenrolar
digitalmente a folha que o texto completo se tornou
visível e pôde então ser decifrado. O que os
pesquisadores descobriram os surpreendeu.
Evidência mais antiga do cristianismo
Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam
referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São
Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.
Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de
algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge
como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa
ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são
de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o
comunicado.
Na época do sepultamento, o cristianismo estava se
tornando uma seita cada vez mais popular, mas
identificar-se como cristão ainda era arriscado.
Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter
entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a
levou consigo para o túmulo.
Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições
latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt,
decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada
de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o
processo complicado no comunicado, ele disse: "Às
vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima
ideia. Consultei especialistas da história da teologia,
entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para
abordar o texto e finalmente decifrá-lo."
"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais
inscrições em amuletos eram escritas em grego ou
hebraico", falou.
(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema
nha-pode-reescrever-historia-do-cristianismo-entenda/)
A ênclise é o nome dado à colocação do pronome após o verbo, ligando-se a ele por meio do hífen, como no exemplo do enunciado.
A ênclise foi empregada em todos os enunciados a seguir. No entanto, em um deles, seu emprego não seguiu as normas gramaticais. Identifique-o:
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Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever
história do cristianismo; entenda
Descoberta arqueológica pode transformar entendimento
sobre a expansão do cristianismo durante o Império
Romano
Um pequeno amuleto de prata descoberto por
arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa
compreensão sobre como o cristianismo se espalhou
durante o Império Romano, segundo especialistas.
O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três
centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018,
em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades
de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no
esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na
cidade romana de Nida, um dos maiores e mais
importantes sítios no estado central alemão de Hesse.
No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram
examinar uma fina folha de prata encontrada em seu
interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como
um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto
foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também
conhecido como filactério, provavelmente era usado em
uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer
proteção espiritual.
A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto
era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se
os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No
entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em
2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.
Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma
maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em
maio deste ano, quando pesquisadores do Centro
Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram
scanners de tomografia computadorizada para analisar a
folha.
Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza,
explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O
desafio na análise era que a folha de prata estava
enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava
naturalmente também amassada e pressionada. Usando
tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la
em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."
Foi apenas através deste processo de desenrolar
digitalmente a folha que o texto completo se tornou
visível e pôde então ser decifrado. O que os
pesquisadores descobriram os surpreendeu.
Evidência mais antiga do cristianismo
Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam
referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São
Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.
Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de
algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge
como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa
ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são
de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o
comunicado.
Na época do sepultamento, o cristianismo estava se
tornando uma seita cada vez mais popular, mas
identificar-se como cristão ainda era arriscado.
Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter
entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a
levou consigo para o túmulo.
Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições
latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt,
decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada
de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o
processo complicado no comunicado, ele disse: "Às
vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima
ideia. Consultei especialistas da história da teologia,
entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para
abordar o texto e finalmente decifrá-lo."
"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais
inscrições em amuletos eram escritas em grego ou
hebraico", falou.
(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema
nha-pode-reescrever-historia-do-cristianismo-entenda/)
A respeito dessa descoberta, só NÃO se pode concluir que:
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Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever
história do cristianismo; entenda
Descoberta arqueológica pode transformar entendimento
sobre a expansão do cristianismo durante o Império
Romano
Um pequeno amuleto de prata descoberto por
arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa
compreensão sobre como o cristianismo se espalhou
durante o Império Romano, segundo especialistas.
O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três
centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018,
em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades
de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no
esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na
cidade romana de Nida, um dos maiores e mais
importantes sítios no estado central alemão de Hesse.
No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram
examinar uma fina folha de prata encontrada em seu
interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como
um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto
foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também
conhecido como filactério, provavelmente era usado em
uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer
proteção espiritual.
A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto
era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se
os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No
entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em
2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.
Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma
maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em
maio deste ano, quando pesquisadores do Centro
Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram
scanners de tomografia computadorizada para analisar a
folha.
Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza,
explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O
desafio na análise era que a folha de prata estava
enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava
naturalmente também amassada e pressionada. Usando
tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la
em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."
Foi apenas através deste processo de desenrolar
digitalmente a folha que o texto completo se tornou
visível e pôde então ser decifrado. O que os
pesquisadores descobriram os surpreendeu.
Evidência mais antiga do cristianismo
Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam
referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São
Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.
Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de
algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge
como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa
ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são
de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o
comunicado.
Na época do sepultamento, o cristianismo estava se
tornando uma seita cada vez mais popular, mas
identificar-se como cristão ainda era arriscado.
Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter
entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a
levou consigo para o túmulo.
Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições
latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt,
decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada
de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o
processo complicado no comunicado, ele disse: "Às
vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima
ideia. Consultei especialistas da história da teologia,
entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para
abordar o texto e finalmente decifrá-lo."
"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais
inscrições em amuletos eram escritas em grego ou
hebraico", falou.
(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema
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Quanto à acentuação tônica e gráfica dos vocábulos extraídos do texto, identifique a alternativa INCORRETA:
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Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever
história do cristianismo; entenda
Descoberta arqueológica pode transformar entendimento
sobre a expansão do cristianismo durante o Império
Romano
Um pequeno amuleto de prata descoberto por
arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa
compreensão sobre como o cristianismo se espalhou
durante o Império Romano, segundo especialistas.
O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três
centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018,
em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades
de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no
esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na
cidade romana de Nida, um dos maiores e mais
importantes sítios no estado central alemão de Hesse.
No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram
examinar uma fina folha de prata encontrada em seu
interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como
um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto
foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também
conhecido como filactério, provavelmente era usado em
uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer
proteção espiritual.
A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto
era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se
os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No
entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em
2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.
Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma
maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em
maio deste ano, quando pesquisadores do Centro
Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram
scanners de tomografia computadorizada para analisar a
folha.
Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza,
explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O
desafio na análise era que a folha de prata estava
enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava
naturalmente também amassada e pressionada. Usando
tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la
em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."
Foi apenas através deste processo de desenrolar
digitalmente a folha que o texto completo se tornou
visível e pôde então ser decifrado. O que os
pesquisadores descobriram os surpreendeu.
Evidência mais antiga do cristianismo
Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam
referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São
Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.
Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de
algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge
como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa
ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são
de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o
comunicado.
Na época do sepultamento, o cristianismo estava se
tornando uma seita cada vez mais popular, mas
identificar-se como cristão ainda era arriscado.
Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter
entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a
levou consigo para o túmulo.
Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições
latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt,
decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada
de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o
processo complicado no comunicado, ele disse: "Às
vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima
ideia. Consultei especialistas da história da teologia,
entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para
abordar o texto e finalmente decifrá-lo."
"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais
inscrições em amuletos eram escritas em grego ou
hebraico", falou.
(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema
nha-pode-reescrever-historia-do-cristianismo-entenda/)
A oração destacada no trecho representa uma oração:
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Questão presente nas seguintes provas
Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever
história do cristianismo; entenda
Descoberta arqueológica pode transformar entendimento
sobre a expansão do cristianismo durante o Império
Romano
Um pequeno amuleto de prata descoberto por
arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa
compreensão sobre como o cristianismo se espalhou
durante o Império Romano, segundo especialistas.
O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três
centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018,
em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades
de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no
esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na
cidade romana de Nida, um dos maiores e mais
importantes sítios no estado central alemão de Hesse.
No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram
examinar uma fina folha de prata encontrada em seu
interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como
um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto
foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também
conhecido como filactério, provavelmente era usado em
uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer
proteção espiritual.
A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto
era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se
os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No
entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em
2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.
Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma
maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em
maio deste ano, quando pesquisadores do Centro
Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram
scanners de tomografia computadorizada para analisar a
folha.
Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza,
explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O
desafio na análise era que a folha de prata estava
enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava
naturalmente também amassada e pressionada. Usando
tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la
em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."
Foi apenas através deste processo de desenrolar
digitalmente a folha que o texto completo se tornou
visível e pôde então ser decifrado. O que os
pesquisadores descobriram os surpreendeu.
Evidência mais antiga do cristianismo
Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam
referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São
Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.
Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de
algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge
como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa
ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são
de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o
comunicado.
Na época do sepultamento, o cristianismo estava se
tornando uma seita cada vez mais popular, mas
identificar-se como cristão ainda era arriscado.
Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter
entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a
levou consigo para o túmulo.
Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições
latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt,
decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada
de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o
processo complicado no comunicado, ele disse: "Às
vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima
ideia. Consultei especialistas da história da teologia,
entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para
abordar o texto e finalmente decifrá-lo."
"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais
inscrições em amuletos eram escritas em grego ou
hebraico", falou.
(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema
nha-pode-reescrever-historia-do-cristianismo-entenda/)
A concordância nominal de expressões como 'é preciso', 'é necessário', 'é permitido' e 'é proibido' pode ser flexível, variando conforme o contexto de uso, ou permanecer invariável.
No trecho, a expressão 'necessários' foi empregada corretamente como variável, concordando com a expressão 'mais cinco anos'. Identifique, nos enunciados a seguir, qual apresenta o emprego INCORRETO de uma dessas expressões mencionadas:
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