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Foram encontradas 100 questões.

3510619 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Uma fábrica produz 570 placas de MDF em 3 dias, com máquinas funcionando 6 horas por dia. Se a carga horária de trabalho passar a ser de 8 horas por dia, quantas placas serão produzidas em 15 dias?
 

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3510618 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Uma cooperativa agrícola colheu 48 toneladas de café em grãos e pretende armazená-lo em sacos de 4 arrobas cada. Quantos sacos de café foram colhidos?
 

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3510617 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Os irmãos André e Pedro decidiram juntar dinheiro para comprar um presente de aniversário para a mãe. André economizou x reais, enquanto Pedro economizou o dobro do que André economizou, menos R$10,00. Se juntos eles conseguiram R$ 200,00, quanto André economizou?
 

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3510616 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Em uma campanha de conscientização ambiental, uma escola organizou a coleta de resíduos recicláveis realizada na escola "Aprender" os alunos coletaram 500 kg desse material no primeiro mês, no segundo mês houve um aumento de 20% na quantidade coletada e no terceiro mês, a quantidade coletada diminuiu em 10% em relação ao segundo. Qual foi o total de resíduos coletados pelos alunos nos três meses?
 

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3510615 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
A ambiguidade surge quando um enunciado é formulado de maneira que possa ser interpretado de diferentes formas, o que pode prejudicar a comunicação. Dessa forma, a ambiguidade pode ser vista como um desvio linguístico ou um recurso estilístico, conforme a intenção do enunciador.
Tendo isso como referência, analise os enunciados a seguir:
I.Sônia, vi a Ister no shopping com sua irmã.
II.Falei com o supervisor que estava com náuseas.
III.Vi ela ontem pela manhã.
IV.A manga da blusa está encardida.
As frases que apresentam ambiguidade são:
 

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3510614 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
As lições das escolas do Reino Unido que baniram celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'
As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais parecem zumbis.
Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield, cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu o uso de smartphones, smartwatches (relógios com acesso à internet) ou fones de ouvido em suas dependências.
Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na escola e só são devolvidos no dia seguinte.
Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram que demoraram um pouco para se acostumar com a ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os demais colegas na ausência dos telefones.
Um novo ano escolar começou no mês passado no Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo surpreendidos com escolas que passaram a banir telefones celulares. A proibição não é uma política nacional — ela tem partido das próprias escolas, que reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social dos alunos.
No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu orientações sobre como limitar o uso de celulares durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e melhorar o comportamento nas salas de aula".
No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis proibindo o uso de celulares e outros aparelhos. Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe celulares em escolas públicas e privadas. A proposta aguarda sanção do governador.
Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo governo federal.
Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas estão criando políticas próprias desse tipo.
No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas políticas sobre uso de telefones na escola após uma campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma entidade que faz campanha para reduzir o uso de celulares entre crianças.
A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos 14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só seja dado após os 16 anos.
A SFC também estimula que os pais comprem outros tipos de telefones que não são smartphones, e que só permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.
Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200 escolas apoiam a causa.
Ainda não' em vez de 'nunca'
A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta infância, por exemplo passando tempo com a família ou aprendendo novas habilidades.
"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas simplesmente 'ainda não'", ela disse.
"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se desenvolvendo, é muito mais saudável para elas aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a ativista.
"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde estranhos podem entrar em contato com elas."
"As crianças não precisam de smartphones, as crianças precisam de uma infância."
Na escola Boston Grammar School, que proibiu smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você via alunos olhando para seus celulares, agora você vê interações".
"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa na quantidade de incidentes normais que teriam sido piorados por celulares."
A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos diz que os professores notaram melhorias no desempenho escolar e na vida social.
A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a política ajudou a elevar os padrões da escola.
Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy em Liverpool, disse que a política de sua escola para smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no trabalho.
"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina disciplina para as crianças não usarem seus celulares e realmente se concentrarem nas aulas."
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
"Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield, cidade no norte da Inglaterra , que recentemente proibiu o uso de smartphones , smartwatches (relógios com acesso à internet) ou fones de ouvido em suas dependências."
Em relação à classificação dos termos destacados no período, tem-se respectivamente:
 

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3510613 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
As lições das escolas do Reino Unido que baniram celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'
As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais parecem zumbis.
Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield, cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu o uso de smartphones, smartwatches (relógios com acesso à internet) ou fones de ouvido em suas dependências.
Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na escola e só são devolvidos no dia seguinte.
Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram que demoraram um pouco para se acostumar com a ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os demais colegas na ausência dos telefones.
Um novo ano escolar começou no mês passado no Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo surpreendidos com escolas que passaram a banir telefones celulares. A proibição não é uma política nacional — ela tem partido das próprias escolas, que reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social dos alunos.
No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu orientações sobre como limitar o uso de celulares durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e melhorar o comportamento nas salas de aula".
No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis proibindo o uso de celulares e outros aparelhos. Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe celulares em escolas públicas e privadas. A proposta aguarda sanção do governador.
Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo governo federal.
Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas estão criando políticas próprias desse tipo.
No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas políticas sobre uso de telefones na escola após uma campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma entidade que faz campanha para reduzir o uso de celulares entre crianças.
A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos 14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só seja dado após os 16 anos.
A SFC também estimula que os pais comprem outros tipos de telefones que não são smartphones, e que só permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.
Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200 escolas apoiam a causa.
Ainda não' em vez de 'nunca'
A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta infância, por exemplo passando tempo com a família ou aprendendo novas habilidades.
"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas simplesmente 'ainda não'", ela disse.
"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se desenvolvendo, é muito mais saudável para elas aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a ativista.
"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde estranhos podem entrar em contato com elas."
"As crianças não precisam de smartphones, as crianças precisam de uma infância."
Na escola Boston Grammar School, que proibiu smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você via alunos olhando para seus celulares, agora você vê interações".
"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa na quantidade de incidentes normais que teriam sido piorados por celulares."
A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos diz que os professores notaram melhorias no desempenho escolar e na vida social.
A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a política ajudou a elevar os padrões da escola.
Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy em Liverpool, disse que a política de sua escola para smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no trabalho.
"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina disciplina para as crianças não usarem seus celulares e realmente se concentrarem nas aulas."
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
"Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram que demoraram um pouco para se acostumar com a ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os demais colegas na ausência dos telefones."
No trecho, a vírgula foi empregada corretamente para separar um aposto. Identifique a alternativa em que a vírgula foi empregada de forma INCORRETA:
 

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3510612 Ano: 2025
Disciplina: Jornalismo
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Provas:
A integração entre comunicação organizacional, corporativa e institucional é essencial para que as organizações transmitam mensagens coerentes e alinhadas com seus objetivos estratégicos, fortalecendo sua reputação e melhorando o engajamento dos públicos interno e externo. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
 

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3510611 Ano: 2025
Disciplina: Comunicação Social
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Provas:
O planejamento estratégico é essencial para a avaliação e mensuração de resultados em comunicação, alinhando metas e objetivos às necessidades de cada área. Acerca desse tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)No Jornalismo, o planejamento estratégico prioriza exclusivamente o impacto visual das publicações, sem considerar métricas como alcance e engajamento.
(__)Em Relações Públicas, a avaliação contínua dos resultados permite aprimorar ações e fortalecer a reputação institucional, considerando indicadores como percepção da marca e qualidade dos relacionamentos.
(__)Em Publicidade e Propaganda, a mensuração de resultados utiliza métricas como ROI, taxas de conversão e impacto nas vendas para avaliar a eficácia das campanhas.
(__)O planejamento estratégico direciona a criação de campanhas publicitárias alinhadas aos objetivos de marketing, otimizando recursos e resultados.
A sequência está correta em:
 

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3510610 Ano: 2025
Disciplina: Comunicação Social
Banca: ACAFE
Orgão: Câm. Caibi-SC
Provas:
A elaboração de mídias digitais utiliza técnicas e ferramentas específicas para potencializar a comunicação em diferentes áreas. Acerca desse tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)O uso de "Search Engine Optimization" - SEO no Jornalismo melhora a visibilidade dos artigos nos mecanismos de busca, contribuindo para alcançar um público mais amplo.
(__)Em Relações Públicas, as mídias digitais priorizam exclusivamente blogs corporativos, deixando em segundo plano a interação direta em redes sociais.
(__)Na Publicidade e Propaganda, a segmentação de audiência em plataformas digitais permite direcionar anúncios para públicos específicos com maior eficiência.
(__)A integração de elementos multimídia no Jornalismo, como vídeos e infográficos, enriquece a narrativa e aumenta o engajamento do público.
A sequência está correta em:
 

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