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Despesa pública é a aplicação do dinheiro arrecadado por meio de impostos ou outras fontes para custear os serviços públicos prestados à sociedade ou para a realização de investimentos. De acordo com a classificação programática da despesa pública, as despesas que não contribuem para a manutenção das ações governamentais, das quais não resulta um produto, não geram contraprestação direta sob forma de bens ou serviços, trata-se de:
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Receita pública é o dinheiro que o governo dispõe para manter sua estrutura e oferecer bens e serviços à sociedade, como hospitais, escolas, iluminação, saneamento. Para poder fazer isso, o governo precisa arrecadar dinheiro e faz isso de diversas maneiras. Essa arrecadação vem de impostos, de aluguéis e venda de bens, prestação de alguns serviços, venda de títulos do tesouro nacional, recebimento de indenizações. Conforme preconizado no Direito Financeiro, a verificação da procedência da receita pública, a identificação do contribuinte, a definição da data de pagamento e do valor a receber são operações pertencentes ao seguinte estágio da receita pública.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Cambira-PR
Desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República, foram editadas pelo governo federal diversas medidas provisórias, algumas das quais foram transformadas em leis. Marque a alternativa que NÃO indica uma dessas medidas.
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Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Cambira-PR
Com base no plano de cargos e salários da Câmara Municipal de Cambira, assinale a alternativa CORRETA.
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Considere o trecho a seguir, extraído de uma representação escrita por José Bonifácio à Assembleia Constituinte do Império, em 1823, para responder às próximas questões.
“Quando verdadeiros cristãos e filantropos levantaram a voz pela primeira vez em Inglaterra contra o tráfico de escravos africanos, houve muita gente interesseira ou preocupada, que gritou ser impossível ou impolítica semelhante abolição porque as colônias britânicas não podiam escusar um tal comércio sem uma total destruição; todavia, passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias. E por que os brasileiros somente continuarão a ser surdos aos gritos da razão, e da religião cristã, e direi mais, da honra e brio nacional? Pois somos a única nação de sangue europeu que ainda comercia clara e publicamente escravos africanos. Graças aos Céus, e à nossa posição geográfica, já somos um povo livre e independente. Mas, como poderá haver uma Constituição liberal e duradoura em um país continuamente habitado por uma multidão imensa de escravos brutais e inimigos? É tempo, pois, e mais que tempo, que acabemos com um tráfico tão bárbaro e carniceiro; é tempo também que vamos acabando gradualmente até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar em poucas gerações uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes”.
(Trecho com adaptações)
Em sua representação à Assembleia Constituinte, José Bonifácio argumentava que a extinção total da escravidão no Brasil deveria ocorrer:
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Considere o trecho a seguir, extraído de uma representação escrita por José Bonifácio à Assembleia Constituinte do Império, em 1823, para responder às próximas questões.
“Quando verdadeiros cristãos e filantropos levantaram a voz pela primeira vez em Inglaterra contra o tráfico de escravos africanos, houve muita gente interesseira ou preocupada, que gritou ser impossível ou impolítica semelhante abolição porque as colônias britânicas não podiam escusar um tal comércio sem uma total destruição; todavia, passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias. E por que os brasileiros somente continuarão a ser surdos aos gritos da razão, e da religião cristã, e direi mais, da honra e brio nacional? Pois somos a única nação de sangue europeu que ainda comercia clara e publicamente escravos africanos. Graças aos Céus, e à nossa posição geográfica, já somos um povo livre e independente. Mas, como poderá haver uma Constituição liberal e duradoura em um país continuamente habitado por uma multidão imensa de escravos brutais e inimigos? É tempo, pois, e mais que tempo, que acabemos com um tráfico tão bárbaro e carniceiro; é tempo também que vamos acabando gradualmente até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar em poucas gerações uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes”.
(Trecho com adaptações)
Em uma referência à Independência do Brasil, José Bonifácio afirma que ela terá ocorrido “graças aos Céus, e à nossa posição geográfica”. Em relação ao uso da inicial maiúscula na grafia do termo “Céus”, pode- se afirmar que estaria:
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Considere o trecho a seguir, extraído de uma representação escrita por José Bonifácio à Assembleia Constituinte do Império, em 1823, para responder às próximas questões.
“Quando verdadeiros cristãos e filantropos levantaram a voz pela primeira vez em Inglaterra contra o tráfico de escravos africanos, houve muita gente interesseira ou preocupada, que gritou ser impossível ou impolítica semelhante abolição porque as colônias britânicas não podiam escusar um tal comércio sem uma total destruição; todavia, passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias. E por que os brasileiros somente continuarão a ser surdos aos gritos da razão, e da religião cristã, e direi mais, da honra e brio nacional? Pois somos a única nação de sangue europeu que ainda comercia clara e publicamente escravos africanos. Graças aos Céus, e à nossa posição geográfica, já somos um povo livre e independente. Mas, como poderá haver uma Constituição liberal e duradoura em um país continuamente habitado por uma multidão imensa de escravos brutais e inimigos? É tempo, pois, e mais que tempo, que acabemos com um tráfico tão bárbaro e carniceiro; é tempo também que vamos acabando gradualmente até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar em poucas gerações uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes”.
(Trecho com adaptações)
Em sua argumentação, o autor do texto alerta que os brasileiros corriam o risco de continuarem a ser surdos “aos gritos da razão”. Nesse trecho, o autor emprega uma figura de linguagem, que é:
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Considere o trecho a seguir, extraído de uma representação escrita por José Bonifácio à Assembleia Constituinte do Império, em 1823, para responder às próximas questões.
“Quando verdadeiros cristãos e filantropos levantaram a voz pela primeira vez em Inglaterra contra o tráfico de escravos africanos, houve muita gente interesseira ou preocupada, que gritou ser impossível ou impolítica semelhante abolição porque as colônias britânicas não podiam escusar um tal comércio sem uma total destruição; todavia, passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias. E por que os brasileiros somente continuarão a ser surdos aos gritos da razão, e da religião cristã, e direi mais, da honra e brio nacional? Pois somos a única nação de sangue europeu que ainda comercia clara e publicamente escravos africanos. Graças aos Céus, e à nossa posição geográfica, já somos um povo livre e independente. Mas, como poderá haver uma Constituição liberal e duradoura em um país continuamente habitado por uma multidão imensa de escravos brutais e inimigos? É tempo, pois, e mais que tempo, que acabemos com um tráfico tão bárbaro e carniceiro; é tempo também que vamos acabando gradualmente até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar em poucas gerações uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes”.
(Trecho com adaptações)
Em seu representação, José Bonifácio afirma que “passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias”. Em relação a esse trecho, pode-se afirmar que é composto por:
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Considere o trecho a seguir, extraído de uma representação escrita por José Bonifácio à Assembleia Constituinte do Império, em 1823, para responder à próxima questão.
“Quando verdadeiros cristãos e filantropos levantaram a voz pela primeira vez em Inglaterra contra o tráfico de escravos africanos, houve muita gente interesseira ou preocupada, que gritou ser impossível ou impolítica semelhante abolição porque as colônias britânicas não podiam escusar um tal comércio sem uma total destruição; todavia, passou o ato governamental, e não se arruinaram as colônias. E por que os brasileiros somente continuarão a ser surdos aos gritos da razão, e da religião cristã, e direi mais, da honra e brio nacional? Pois somos a única nação de sangue europeu que ainda comercia clara e publicamente escravos africanos. Graças aos Céus, e à nossa posição geográfica, já somos um povo livre e independente. Mas, como poderá haver uma Constituição liberal e duradoura em um país continuamente habitado por uma multidão imensa de escravos brutais e inimigos? É tempo, pois, e mais que tempo, que acabemos com um tráfico tão bárbaro e carniceiro; é tempo também que vamos acabando gradualmente até os últimos vestígios da escravidão entre nós, para que venhamos a formar em poucas gerações uma nação homogênea, sem o que nunca seremos verdadeiramente livres, respeitáveis e felizes”.
(Trecho com adaptações)
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o seu autor:
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Sabendo que sen 30°= cos 60° = 0,5 , que sen 60° = cos 30° = 0,87 e que tg 60° =!$ \dfrac{1}{tg\, 30º} !$ = √3, qual o valor de x no triângulo abaixo?

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