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Foram encontradas 60 questões.

3537442 Ano: 2024
Disciplina: Libras
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
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Analise a imagem a seguir e responda.

Enunciado 4147064-1

Qual mês do ano está representado na imagem?

 

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3537439 Ano: 2024
Disciplina: Libras
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
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Analise a imagem.

Enunciado 4147061-1

É CORRETO afirmar que o nome representado na imagem é

 

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3537437 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE

Leia e analise o parágrafo a seguir.

“Clebson Teixeira, marido de Lulu Santos, fez um clique do marido repousando em casa [...]. A imagem foi compartilhada no Instagram oficial do artista com um emoji de coração remendado. O cantor se recupera das complicações de um quadro de gastroenterite aguda e influenza A e, recentemente, do diagnóstico de dengue.”

NEVES, Carla. Marido de Lulu Santos mostra cantor em repouso após dengue. Quem, 14 de junho de 2024. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/ noticias/noticia/2024/06/marido-de-lulu-santos-mostra-cantor-em-repouso-apos-dengue.ghtml. Acesso em: 14 jun. 2024. Adaptado.

Quantas palavras dissílabas (excetuando-se os nomes próprios) foram empregadas no parágrafo?

 

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3537435 Ano: 2024
Disciplina: Libras
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
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Analise as afirmações a seguir.

I. São os que possuem marca de concordância, a direção do movimento, marca no ponto inicial no sujeito e no final o objeto.

II. São os que não possuem marca de concordância, quando se constrói uma frase, é como se os verbos ficassem no infinitivo.

III. São verbos realizados com contato muito próximo do corpo. Podem ser verbos de estado cognitivo, emotivos ou experienciais.

Marque a opção CORRETA com base nas afirmações apresentadas.

 

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3537433 Ano: 2024
Disciplina: Libras
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
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Leia a seguinte afirmação:

“Nesse tipo de frase a expressão facial é neutra. Com relação à ordem dos elementos na frase, as duas mais comuns são: Sujeito + Verbo + Objeto [SVO] e Objeto + Sujeito + Verbo [OSV].”

É CORRETO afirmar que o trecho faz referência a(s)

 

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3537431 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.

Os oceanos e as mudanças climáticas.

Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico

Segen Estefen | 12/06/24

Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável.

Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.

Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024

Qual é a justificativa para a utilização dos travessões no penúltimo parágrafo do texto?

 

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3537430 Ano: 2024
Disciplina: Libras
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
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Assinale a alternativa INCORRETA sobre a Língua Brasileira de Sinais.

 

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3537427 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE

Leia a tirinha a seguir.

Enunciado 4147049-1

GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 14 de junho de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/06/14/niquelnausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 14 jun. 2024.

Para causar a quebra de expectativa característica do gênero textual apresentado, foi utilizada, no último quadrinho, uma estratégia de conexão entre linguagem verbal e não-verbal pautada no/na

 

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3537424 Ano: 2024
Disciplina: Libras
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
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O Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais deve aceitar serviços de acordo com o seu nível de competência tradutória e com as circunstâncias e necessidades dos solicitantes e beneficiários, bem como

I. conhecer as necessidades específicas da situação de tradução e/ou interpretação.

II. prestar informações ao solicitante e/ou beneficiário sobre sua atuação profissional.

III. firmar contrato com o olicitante, cumprindo as obrigações concernentes ao trabalho em questão.

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).

 

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3537422 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.

Os oceanos e as mudanças climáticas.

Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico

Segen Estefen | 12/06/24

Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável.

Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.

Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024

Observe as ocorrências do verbo “ter” destacadas, em letras maiúsculas, no texto: Os oceanos e as mudanças climáticas. Em seguida, indique a alternativa que apresenta a concordância verbal adequada para cada uma dessas ocorrências.

 

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