Foram encontradas 60 questões.
Duas máquinas industriais precisam de manutenção regular. A máquina A requer manutenção a cada 12 dias, e a máquina B a cada 18 dias. Se ambas as máquinas foram mantidas hoje, neste dia, em quantos dias elas precisarão de manutenção simultaneamente, novamente?
Provas
João e Maria estão jogando um jogo em que precisam se movimentar sobre uma trajetória reta. João está na posição -4, enquanto Maria está na posição 3. Se João avança 7 posições e Maria retrocede 5 posições, em que posições eles ficarão respectivamente?
Provas
Assinale a alternativa cujo elemento sublinhado é um objeto indireto.
Provas
Leia a tirinha a seguir.

VIDA DE SUPORTE. Juiz. 10/06/2024. Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-a-serie/juiz/. Acesso em: 13 jun. 2024.
Analise as proposições acerca dos fatos apresentados na tirinha.
I. Os funcionários jogavam “peladas” (partidas informais de futebol).
II. O gerente era muito querido pelos funcionários.
III. No início da “pelada”, já houve um pênalti marcado pelo gerente.
IV. O gerente não gostou de se oferecer para ser juiz em uma “pelada”.
Qual(is) dessas proposições pode(m) ser considerada(s) adequada(s) para uma interpretação da tirinha?
Provas
Observe o excerto a seguir.
“Ao longo dos anos, pesquisadores que estudam elefantes notaram um fenômeno intrigante. Algumas vezes, quando um elefante vocaliza algo para um grupo de outros elefantes, todos respondem. Mas, às vezes, quando aquele mesmo elefante faz um chamado similar ao grupo, apenas um deles responde.”
ELEFANTES podem chamar uns aos outros por nomes, mostra estudo. Planeta, 10 de junho de 2024. Disponível em: https://revistaplaneta.com.br/elefantespodem-chamar-uns-aos-outros-por-nomes-mostra-estudo/. Acesso em: 13 jun. 2024.
Qual é a função das vírgulas empregadas junto das expressões sublinhadas no excerto?
Provas
Leia e analise o parágrafo a seguir.
“Ele estava caminhando pelo longo corredor do Ministério e estava quase no lugar onde Júlia havia colocado o bilhete em sua mão quando se deu conta de que alguém maior do que ele estava seguindo-o. A pessoa, quem quer que fosse, deu uma pequena tosse, evidentemente como um prelúdio para falar. Winston parou abruptamente e virou-se. Era O’Brien.”
ORWELL, George. 1984. Curitiba: Gazeta do Povo, 2022. Disponível em: https://multimidia.gazetadopovo.com.br/media/info/2022/202209/1984/e-book1984.pdf. Acesso em: 13 jun. 2024.
A qual informação textual se refere o pronome pessoal que inicia o parágrafo?
Provas
Qual dos pares de vocábulos a seguir apresenta, respectivamente, uma palavra com ditongo crescente e uma com hiato?
Provas
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Fática
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Metalinguística
Analise o texto a seguir.

POYNTING, Mark; RIVAULT, Erwan. 2023 é confirmado como ano mais quente já registrado: 2024 pode bater esse recorde? BBC Brasil, 09 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em: 14 jun. 2024.
Qual é a função da linguagem que embasa o texto?
Provas
Leia e analise o parágrafo a seguir.
“Clebson Teixeira, marido de Lulu Santos, fez um clique do marido repousando em casa [...]. A imagem foi compartilhada no Instagram oficial do artista com um emoji de coração remendado. O cantor se recupera das complicações de um quadro de gastroenterite aguda e influenza A e, recentemente, do diagnóstico de dengue.”
NEVES, Carla. Marido de Lulu Santos mostra cantor em repouso após dengue. Quem, 14 de junho de 2024. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/ noticias/noticia/2024/06/marido-de-lulu-santos-mostra-cantor-em-repouso-apos-dengue.ghtml. Acesso em: 14 jun. 2024. Adaptado.
Quantas palavras dissílabas (excetuando-se os nomes próprios) foram empregadas no parágrafo?
Provas
Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.
Os oceanos e as mudanças climáticas.
Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico
Segen Estefen | 12/06/24
Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável.
Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.
As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.
Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.
Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.
O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.
No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.
Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024
Qual é a justificativa para a utilização dos travessões no penúltimo parágrafo do texto?
Provas
Caderno Container