Foram encontradas 190 questões.
Leia recorte de artigo a seguir publicado na revista Super
Interessante, em agosto de 2025:
Resistência ______dor.
Ossos mais duros que o normal.
Músculos que crescem sem parar.
primeira vista, isso soa como a descrição de um super-herói. Mas não é bem assim.
seguir, conheça condições raras que podem ajudar (ou atrapalhar bastante a vida de quem as tem).
Com base na norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, as lacunas das frases devem ser preenchidas com:
Resistência ______dor.
Ossos mais duros que o normal.
Músculos que crescem sem parar.
primeira vista, isso soa como a descrição de um super-herói. Mas não é bem assim.
seguir, conheça condições raras que podem ajudar (ou atrapalhar bastante a vida de quem as tem).
Com base na norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, as lacunas das frases devem ser preenchidas com:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.
Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.
E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:
– Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.
O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.
E ele agradeceu dizendo:
– Viu como são as coisas?
(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
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Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.
Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.
E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:
– Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.
O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.
E ele agradeceu dizendo:
– Viu como são as coisas?
(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
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Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.
Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.
E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:
– Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.
O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.
E ele agradeceu dizendo:
– Viu como são as coisas?
(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Por que alguns são pontuais e outros não?
No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne
Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para
o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel
doméstico”.
Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne,
esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a
se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.
Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite
é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você
precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o
jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia
entender esse senso de rigidez.”
A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte
constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em
cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você,
não entrei para o Exército.”
Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com
a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.
Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos
relacionamos com o tempo.
Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou
os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.
Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos –
que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele
observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de
iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –,
percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em
mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas
com horários.
Estudos mostram que as pessoas são mais criativas,
motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando
intensamente em uma só. Compreender sua própria relação
com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos
com as pessoas ao seu redor.
(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
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Por que alguns são pontuais e outros não?
No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne
Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para
o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel
doméstico”.
Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne,
esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a
se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.
Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite
é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você
precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o
jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia
entender esse senso de rigidez.”
A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte
constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em
cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você,
não entrei para o Exército.”
Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com
a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.
Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos
relacionamos com o tempo.
Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou
os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.
Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos –
que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele
observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de
iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –,
percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em
mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas
com horários.
Estudos mostram que as pessoas são mais criativas,
motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando
intensamente em uma só. Compreender sua própria relação
com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos
com as pessoas ao seu redor.
(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
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Por que alguns são pontuais e outros não?
No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne
Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para
o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel
doméstico”.
Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne,
esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a
se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.
Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite
é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você
precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o
jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia
entender esse senso de rigidez.”
A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte
constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em
cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você,
não entrei para o Exército.”
Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com
a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.
Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos
relacionamos com o tempo.
Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou
os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.
Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos –
que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele
observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de
iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –,
percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em
mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas
com horários.
Estudos mostram que as pessoas são mais criativas,
motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando
intensamente em uma só. Compreender sua própria relação
com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos
com as pessoas ao seu redor.
(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Por que alguns são pontuais e outros não?
No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne
Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para
o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel
doméstico”.
Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne,
esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a
se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.
Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite
é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você
precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o
jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia
entender esse senso de rigidez.”
A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte
constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em
cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você,
não entrei para o Exército.”
Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com
a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.
Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos
relacionamos com o tempo.
Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou
os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.
Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos –
que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele
observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de
iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –,
percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em
mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas
com horários.
Estudos mostram que as pessoas são mais criativas,
motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando
intensamente em uma só. Compreender sua própria relação
com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos
com as pessoas ao seu redor.
(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Por que alguns são pontuais e outros não?
No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne
Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para
o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel
doméstico”.
Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne,
esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a
se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.
Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite
é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você
precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o
jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia
entender esse senso de rigidez.”
A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte
constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em
cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você,
não entrei para o Exército.”
Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com
a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.
Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos
relacionamos com o tempo.
Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou
os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.
Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos –
que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele
observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de
iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –,
percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em
mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas
com horários.
Estudos mostram que as pessoas são mais criativas,
motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando
intensamente em uma só. Compreender sua própria relação
com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos
com as pessoas ao seu redor.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Por que alguns são pontuais e outros não?
No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne
Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para
o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel
doméstico”.
Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne,
esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a
se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.
Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite
é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você
precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o
jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia
entender esse senso de rigidez.”
A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte
constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em
cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você,
não entrei para o Exército.”
Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com
a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.
Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos
relacionamos com o tempo.
Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou
os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.
Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos –
que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele
observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de
iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –,
percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em
mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas
com horários.
Estudos mostram que as pessoas são mais criativas,
motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando
intensamente em uma só. Compreender sua própria relação
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