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Foram encontradas 40 questões.

1348324 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O menino e o velho
Aprendi com os meus maiores que não se deve chutar cachorro atropelado. E nada mais parecido com cachorro atropelado do que um ano que se vai, como este que hoje acaba, segundo alguns, acaba tarde.
Lembro que o finado Jânio Quadros, que gostava de usar palavras fora do mercado, chamou um determinado ano de “poltrão”. Com o jeito de falar que ele tinha, a palavra ficava obscena em sua boca.
No ano seguinte, ele nem teve oportunidade de xingá-lo. O próprio Jânio é que foi considerado um poltrão. Lembrando esse e outros exemplos que conheço, sou moderado na saudação do novo ano – e digo “moderado” para não dizer “desconfiado”. Quanto ao ano que se vai, tudo bem, entre mortos e feridos, se não se salvaram todos, salvei-me eu – e é o que conta.
Quando criança, garantiram-me que, no dia 31 de dezembro de cada ano, passava no céu um velho encarquilhado, com um saco às costas cheio de esqueletos, bombas, desventuras, cobras e lagartos. É que, do outro lado do céu, surgiria um menino rechonchudo, risonho, desses que ganham prêmio em exposições de puericultura, com uma faixa onde vinha, com números bordados, o novo ano.
Eu tinha pena do velho, embora não gostasse dele. Para onde ele iria com aquele monstruoso saco cheio de coisas perversas? E de onde vinha aquele menino gorducho, que em apenas 12 meses envelheceria rapidamente, calvo e anquilosado, arrastando um saco igual? Sentia um frio aqui dentro quando pensava que eu poderia estar naquele saco que o menino, por bem ou por mal, iria enchendo com os escombros do tempo e do modo de todos nós. Na verdade, nunca vi a cena da troca do velho pelo menino, nem no céu, nem aqui na Terra. Mas, quando olho para dentro de mim mesmo, pálido de espanto como aquele poeta que ouvia estrelas, descubro que o menino e o velho são a mesma coisa.
(CONY, C.H. In Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005.)
Assinale a alternativa em que o sentido da expressão dada é pertinente ao texto.
 

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1348307 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A Internet já existia há muitos anos, mas o grande crescimento se deu com o desenvolvimento da Web, proposta pelo cientista inglês Tim Berners-Lee em 1989. Desde então, uma das atividades mais comuns na Web é a busca por informação, nas mais diferentes formas. Sobre o assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Existem buscadores para fins gerais, que buscam qualquer informação que atenda parte ou a totalidade de um critério de busca estabelecido, como Busca do Google, Alta Vista, Cadê do Yahoo.
( ) Existem buscadores especializados na localização de artigos científicos em bibliotecas eletrônicas, tais como: Google Acadêmico, Scielo e Scopus.
( ) Existem buscadores com fins comerciais, que buscam determinado produto em vários sites de venda, e apresentam o resultado em relatórios ordenados normalmente pelo critério de melhor preço, a exemplo: BuscaPé, Bondfaro.
Assinale a sequência correta.
 

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1348209 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O menino e o velho
Aprendi com os meus maiores que não se deve chutar cachorro atropelado. E nada mais parecido com cachorro atropelado do que um ano que se vai, como este que hoje acaba, segundo alguns, acaba tarde.
Lembro que o finado Jânio Quadros, que gostava de usar palavras fora do mercado, chamou um determinado ano de “poltrão”. Com o jeito de falar que ele(b) tinha, a palavra ficava obscena em sua boca.
No ano seguinte, ele nem teve oportunidade de xingá-lo(d). O próprio Jânio é que foi considerado um poltrão. Lembrando esse e outros exemplos que(a) conheço, sou moderado na saudação do novo ano – e digo “moderado” para não dizer “desconfiado”. Quanto ao ano que se vai, tudo bem, entre mortos e feridos, se não se salvaram todos, salvei-me eu – e é o que conta.
Quando criança, garantiram-me(c) que, no dia 31 de dezembro de cada ano, passava no céu um velho encarquilhado, com um saco às costas cheio de esqueletos, bombas, desventuras, cobras e lagartos. É que, do outro lado do céu, surgiria um menino rechonchudo, risonho, desses que ganham prêmio em exposições de puericultura, com uma faixa onde vinha, com números bordados, o novo ano.
Eu tinha pena do velho, embora não gostasse dele. Para onde ele iria com aquele monstruoso saco cheio de coisas perversas? E de onde vinha aquele menino gorducho, que em apenas 12 meses envelheceria rapidamente, calvo e anquilosado, arrastando um saco igual? Sentia um frio aqui dentro quando pensava que eu poderia estar naquele saco que o menino, por bem ou por mal, iria enchendo com os escombros do tempo e do modo de todos nós. Na verdade, nunca vi a cena da troca do velho pelo menino, nem no céu, nem aqui na Terra. Mas, quando olho para dentro de mim mesmo, pálido de espanto como aquele poeta que ouvia estrelas, descubro que o menino e o velho são a mesma coisa.
(CONY, C.H. In Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005.)
Os pronomes retomam pessoas do discurso, seres ou situações já citadas no texto. Assinale a alternativa em que o pronome NÃO retoma a palavra/expressão indicada.
 

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1347098 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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Leia o trecho extraído de Novo método de taquigrafia, de Oscar Leite Alves.
O emprego da taquigrafia, como pensam muitos, não se limita somente a apanhar uma preleção, discurso ou ditado; o seu emprego estende-se muito além disso.
Assinale a alternativa em que o trecho acima está taquigrafado corretamente, levando-se em conta as abreviações e simplificações possíveis.
 

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1346931 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A coluna da esquerda apresenta três polos turísticos do Estado de Mato Grosso e a da direita, características de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

1 – Amazônia mato-grossense

( ) Alguns municípios integrantes: Barão de Melgaço, Cáceres, Poconé e Santo Antônio de Leverger. Os principais atrativos são a contemplação da fauna e da flora, passeios de barco, safári fotográfico e manifestações culturais e religiosas.

2 – Pantanal

( ) Destaca-se como atrativo em Alta Floresta o Parque Estadual do Cristalino, onde há atividades ecoturísticas nos rios Cristalino e Teles Pires, como visitas a cachoeiras, rafting, canoagem e pesca esportiva.

3 – Vale do Araguaia

( ) Barra do Garças é um dos principais municípios situados nessa região, que tem como atrativos a pesca esportiva e a contemplação da paisagem.

Marque a sequência correta.

 

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1346867 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O menino e o velho
Aprendi com os meus maiores que não se deve chutar cachorro atropelado. E nada mais parecido com cachorro atropelado do que um ano que se vai, como este que hoje acaba, segundo alguns, acaba tarde.
Lembro que o finado Jânio Quadros, que gostava de usar palavras fora do mercado, chamou um determinado ano de “poltrão”. Com o jeito de falar que ele tinha, a palavra ficava obscena em sua boca.
No ano seguinte, ele nem teve oportunidade de xingá-lo. O próprio Jânio é que foi considerado um poltrão. Lembrando esse e outros exemplos que conheço, sou moderado na saudação do novo ano – e digo “moderado” para não dizer “desconfiado”. Quanto ao ano que se vai, tudo bem, entre mortos e feridos, se não se salvaram todos, salvei-me eu – e é o que conta.
Quando criança, garantiram-me que, no dia 31 de dezembro de cada ano, passava no céu um velho encarquilhado, com um saco às costas cheio de esqueletos, bombas, desventuras, cobras e lagartos. É que, do outro lado do céu, surgiria um menino rechonchudo, risonho, desses que ganham prêmio em exposições de puericultura, com uma faixa onde vinha, com números bordados, o novo ano.
Eu tinha pena do velho, embora não gostasse dele. Para onde ele iria com aquele monstruoso saco cheio de coisas perversas? E de onde vinha aquele menino gorducho, que em apenas 12 meses envelheceria rapidamente, calvo e anquilosado, arrastando um saco igual? Sentia um frio aqui dentro quando pensava que eu poderia estar naquele saco que o menino, por bem ou por mal, iria enchendo com os escombros do tempo e do modo de todos nós. Na verdade, nunca vi a cena da troca do velho pelo menino, nem no céu, nem aqui na Terra. Mas, quando olho para dentro de mim mesmo, pálido de espanto como aquele poeta que ouvia estrelas, descubro que o menino e o velho são a mesma coisa.
(CONY, C.H. In Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005.)
Com o trecho Mas, quando olho para dentro de mim mesmo, pálido de espanto como aquele poeta que ouvia estrelas, descubro que o menino e o velho são a mesma coisa., o autor pretende comparar-se ao poeta quanto ao
 

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1346765 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: A questão refere-se à figura abaixo, que apresenta uma tela do Windows Explorer do Windows XP.
enunciado 2906075-1
No Windows Explorer do Windows XP, NÃO é possível:
 

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1346682 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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O recurso Favoritos do Microsoft Internet Explorer 8 representa uma maneira conveniente de organizar as páginas da Web que são visitadas com maior frequência, criando links para elas. Sobre o assunto, analise as afirmativas a seguir.
I - Quando o usuário seleciona o menu Favoritos, opção Organizar Favoritos, é apresentada uma lista de links e/ou pastas, previamente armazenados.
II - Dentre as operações de organização dos favoritos podem ser executadas: Nova Pasta, Mover, Renomear ou Excluir.
III - A dificuldade com o recurso Favoritos é a sua dependência da máquina em que foi produzido, não havendo a possibilidade de reaproveitar/transferir para outra máquina.
Está correto o que se afirma em
 

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1346533 Ano: 2011
Disciplina: Taquigrafia
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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A coluna da esquerda apresenta palavras ou expressões definidas taquigraficamente na coluna à direita. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
enunciado 2861667-1
Assinale a sequência correta.
 

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1346412 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Câm. Cuiabá-MT
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O menino e o velho
Aprendi com os meus maiores que não se deve chutar cachorro atropelado. E nada mais parecido com cachorro atropelado do que um ano que se vai, como este que hoje acaba, segundo alguns, acaba tarde.
Lembro que o finado Jânio Quadros, que gostava de usar palavras fora do mercado, chamou um determinado ano de “poltrão”. Com o jeito de falar que ele tinha, a palavra ficava obscena em sua boca.
No ano seguinte, ele nem teve oportunidade de xingá-lo. O próprio Jânio é que foi considerado um poltrão. Lembrando esse e outros exemplos que conheço, sou moderado na saudação do novo ano – e digo “moderado” para não dizer “desconfiado”. Quanto ao ano que se vai, tudo bem, entre mortos e feridos, se não se salvaram todos, salvei-me eu – e é o que conta.
Quando criança, garantiram-me que, no dia 31 de dezembro de cada ano, passava no céu um velho encarquilhado, com um saco às costas cheio de esqueletos, bombas, desventuras, cobras e lagartos. É que, do outro lado do céu, surgiria um menino rechonchudo, risonho, desses que ganham prêmio em exposições de puericultura, com uma faixa onde vinha, com números bordados, o novo ano.
Eu tinha pena do velho, embora não gostasse dele. Para onde ele iria com aquele monstruoso saco cheio de coisas perversas? E de onde vinha aquele menino gorducho, que em apenas 12 meses envelheceria rapidamente, calvo e anquilosado, arrastando um saco igual? Sentia um frio aqui dentro quando pensava que eu poderia estar naquele saco que o menino, por bem ou por mal, iria enchendo com os escombros do tempo e do modo de todos nós. Na verdade, nunca vi a cena da troca do velho pelo menino, nem no céu, nem aqui na Terra. Mas, quando olho para dentro de mim mesmo, pálido de espanto como aquele poeta que ouvia estrelas, descubro que o menino e o velho são a mesma coisa.
(CONY, C.H. In Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Salamandra, 2005.)
No trecho gostava de usar palavras fora do mercado, a expressão sublinhada
 

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