Magna Concursos

Foram encontradas 130 questões.

616306 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

os pronomes “sua” e “lhe” têm como referência a expressão “a nossa” (R.11), em que há elipse do vocábulo língua.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616305 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

Seriam mantidos a correção gramatical e o sentido original do período que inicia o segundo parágrafo do texto, construído na ordem direta, se a expressão adverbial “com o tempo e as necessidades dos usos e costumes” fosse deslocada para o início do período, desde que seguida de vírgula e feitas as devidas alterações no emprego de maiúsculas e minúsculas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616304 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

A “divergência” a que se refere o autor do texto diz respeito à adoção, pelos escritores brasileiros, de conceitos diferentes de pureza, ou ortodoxia linguística.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616303 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

Depreende-se da leitura do texto que “solecismos” são transgressões às prescrições gramaticais da norma padrão de uma língua.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616302 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

No segundo período do texto, o verbo no infinitivo corresponde, em oração desenvolvida, à construção que se vejam, a qual mantém indeterminado o agente da ação expressa por esse verbo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616301 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

A expressão adverbial “nem sempre” tem sentido equivalente tanto a quase nunca quanto a ocasionalmente.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616300 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Entre os muitos méritos dos nossos livros, nem sempre figura o da pureza da linguagem. Não é raro ver intercalados em bom estilo os solecismos da linguagem comum, defeito grave, a que se junta o da excessiva influência da língua francesa. Esse ponto é objeto de divergência entre os nossos escritores. Divergência, digo, porque, se alguns caem naqueles defeitos por ignorância ou preguiça, outros há que os adotam por princípio, ou antes, por uma exageração de princípio.

Não há dúvida que as línguas aumentam e se alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito, a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

Mas, se isto é um fato incontestável, e se é verdadeiro o princípio que dele se deduz, não me parece aceitável a opinião que admite todas as alterações da linguagem, ainda aquelas que destoem das leis da sintaxe e da essencial pureza do idioma. A influência popular tem um limite; e o escritor não está obrigado a receber e dar curso a tudo o que o abuso, o capricho e a moda inventam e fazem correr. Pelo contrário, ele exerce também uma grande parte de influência a este respeito, depurando a linguagem do povo e aperfeiçoando-lhe a razão.

Machado de Assis. O jornal e o livro. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.25-6.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item.

O conector “Mas” estabelece relação de oposição entre a ideia principal do segundo parágrafo e a do terceiro, visto que, neste, Machado de Assis defende a “essencial pureza do idioma” e, naquele, admite que a “influência do povo é decisiva” no processo de mudança da língua. O emprego do pronome indefinido “certos” e da expressão “direito de cidade” são indícios da posição purista do autor, a qual é ratificada pelo emprego da palavra “abuso”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Segundo El-Erian, estrela das finanças, a economia mundial corre o risco de ter menos crescimento, mais desemprego, mais instabilidade e mais protecionismo. Para ele, “o que estamos vivendo é uma desaceleração simultânea do crescimento em todas as principais regiões do mundo. A Europa está entrando em recessão, os EUA estão crescendo a 2%, na melhor das hipóteses, e as principais economias emergentes estão crescendo menos. O mundo corre o risco de entrar em um círculo vicioso, o que dificultará a retomada do crescimento em qualquer economia importante. Se essa tendência não for revertida, o cenário global vai se complicar”.

Veja, 12/9/2012, p. 66-7 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a amplitude e a dimensão do tema por ele abordado, julgue o item seguinte.

Os passos iniciais para a constituição do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) foram dados a partir da histórica aproximação entre Argentina e Brasil, nos anos 80 do século passado, no contexto de redemocratização sul-americana. Além dos obstáculos presentes na trajetória do MERCOSUL, houve momentos de tensão política em 2012, com a decisão de suspender do bloco, temporariamente, o Paraguai.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Com relação a redes de computadores, julgue o próximo item.

A camada de enlace de uma rede de computadores consiste, tecnicamente, no meio físico por onde os dados trafegam. Esse meio pode ser constituído de fios de cobre ou fibra óptica.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
616243 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Parking in New York sends you to ecstasy or rips your heart out. Which is to say, it’s a natural continuation of family life. Most of the time it is joyous. Joy is an odd word to use in connection with parking, but some of my happiest moments have come in connection with finding a good parking space. Often enough, though, it is terrible — so it feels like an even balance, and for this reason, parking the car is always an occasion of great suspense.

Take one recent evening, a Wednesday: we arrived in our neighborhood at the end of an ambitious expedition, our bedtime schedule long lost. There had been a truly fantastic sunset that we witnessed coming down the Henry Hudson Parkway, but our pleasure was diminished by the fact that the baby was asleep in the car. It was after 8 P. M. He would need to be woken and bathed. The only question was if Evangeline — five years old — might still get to bed at a somewhat reasonable hour.

The answer lay with the fate of the parking.

We approached our block, our building. A tremor of hope that a miracle would occur moved through my wife and me, battling despair as the alternative scenario. I asked her the usual question, like the riddle of the Sphinx: “Do you want to get out with the kids or do you want to drive around with me looking for a spot?”

She doesn’t find this choice easy. I don’t blame her. In this sense I have it easy — I will park the car. It is a necessity. She is an excellent driver but this parking duty feels fatherly, hunter-gatherer, stoic.

Internet: <www.newyorker.com> (adapted).

Based on the text above, judge the following item.

The couple was sad because the baby was asleep and therefore could not enjoy the beautiful sunset.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas