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Foram encontradas 52 questões.

3735742 Ano: 2025
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Dionísio Cerqueira/SC define como Órgãos da Câmara:

I. O Plenário.

II. A Diretoria.

III. A Mesa.

IV. As Comissões.

Estão corretos:

 

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3735741 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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"(...) com cachoeiras de mais de 60 m de altura, atrai amantes de esportes radicais como o water trekking e o rapel. Destacam-se também a Cachoeira do Rio Puçá e a Cachoeira do Toldo, que presenteia seus visitantes com quatro quedas d'água e locais tranquilos para banho."

https://turismo.dionisiocerqueira.sc.gov.br

O trecho acima fala de uma região de Dionísio Cerqueira, que possibilita o contato direto com a natureza e as riquezas que ela oferece. Este lugar é:

 

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3735740 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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Considerando os vícios de linguagem e as normas do português culto, assinale a alternativa em que há desvio formal decorrente de impropriedade vocabular, estrutura frásica inadequada ou construção viciosa do ponto de vista estilístico ou gramatical.
 

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3735739 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

Com base na análise sintática do período "Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.", assinale a alternativa correta quanto à predicação verbal e à função dos termos destacados.
 

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3735738 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

Considerando as regras de regência e o uso do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego da crase na forma "à doença" presente no trecho citado.
 

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3735737 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

No período "Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor", observa-se uma articulação entre orações coordenadas e subordinadas de diferentes tipos. Considerando a estrutura sintática do período e a classificação das orações, assinale a alternativa correta.
 

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3735736 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

Em relação às regras de acentuação gráfica, analise as afirmações a seguir:

I. Em "Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio", a palavra "têm" é acentuada por ser um monossílabo tônico com terminação "EM".

II. As palavras "saúde" e "egoísmo" presentes no texto são acentuadas pois acentuam-se o "i" e "u" átonos quando formam hiato com a vogal anterior, estando eles sozinhos na sílaba ou acompanhados apenas de "s", desde que não sejam seguidos por "- nh".

III. As palavras "silêncio" e "história" são acentuadas pela mesma regras gramaticais e podem ser consideradas como "proparoxítonas aparentes".

Está correto o que se afirma em:

 

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3735735 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

No trecho a seguir, observe o uso dos sinais de pontuação e assinale a alternativa que analisa corretamente a função de ao menos um deles, conforme a norma culta:

"Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego."

 

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3735734 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

A classificação de textos quanto ao tipo textual predominante deve considerar sua estrutura composicional, intencionalidade e recursos linguísticos predominantes. Com base nessa concepção e na leitura do texto de Gabriel Chalita, assinale a alternativa correta quanto ao tipo textual predominante.
 

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3735733 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Câm. Dionísio Cerqueira-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O amor é o silêncio que diz delicadezas

O amor, às vezes, se expressa mais no silêncio do que nas palavras. Ela estava cansada da rotina dura, ele, cansado de tentar animá-la com esperanças. A visita foi breve: um chá com hortelã, xícaras antigas, e uma conversa sobre os quase setenta anos de vida compartilhada. Falou-se do tempo e, sobretudo, do amor — esse que suspende o tempo e silencia o ego.

Enquanto ela relatava sobre sua saúde, ele apenas a olhava, com olhos inteiros. O amor deles resistia à doença, como se vencesse algo ainda mais profundo: o egoísmo. Havia ternura em cada gesto. Quando perguntei sobre o casamento, ele riu, disse que eu gostava de ouvir aquela história de sempre — a de uma ex-freira e um irmão de padre que escolheram viver o amor.

Ela sorriu ao recordar o passado, ele beijou o sorriso dela. Pediu a caixa de bilhetes de amor que ele ainda escreve. Leu alguns, e ele chorou ao ouvir aquele que falava do impossível que seria viver sem ela. Ela, não chorou — apenas sorriu, grata por ter amado tanto e por tanto tempo.

Ali estavam dois devotos do amor, que morreram para o individualismo e renasceram no outro. Ela sabia que seguiria vivendo nele, mesmo se partisse. Ele tocou piano no entardecer. Pensei nas décadas de amor, nas xícaras, nos invernos partilhados. Não sei quanto tempo ainda têm, mas sei: nada apagará um amor que aprendeu a dizer delicadezas em silêncio.

Gabriel Chalita - Texto Adaptado

https://odia.ig.com.br/opiniao/2025/06/7075346-o-amor-e-o-silencio-que -diz-delicadezas.html

Com base na leitura do texto de Gabriel Chalita, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada em relação às ideias desenvolvidas, considerando as informações explícitas e implícitas no texto.
 

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