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Foram encontradas 40 questões.

3197950 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:

 

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3197949 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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A alternativa que apresenta a sequência “ditongo nasal decrescente | ditongo oral crescente | hiato | tritongo oral” é a:

 

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3197948 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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A alternativa que apresenta a reescrita INCORRETA da oração coordenada assindética para sindética é a:

 

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3197947 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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Considerando-se o emprego dos sinais de pontuação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Em meio a tantos afazeres o médico ainda teve disposição para fazer a cirurgia.

(_) Ele foi muito bem no teste; embora pudesse ter sido ainda melhor.

(_) — Você ainda não voltou? — perguntou Rogério.

 

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3197946 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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Qual alternativa apresenta a função CORRETA, entre parênteses, do pronome sublinhado?

 

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3197945 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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O dia da Independência

Nossa liberdade é parcial, todos sabem. Não me refiro ao país, e sim à nossa liberdade individual, minha e sua. Sempre que toco nesse assunto me vem à cabeça aquela frase que citei outras vezes: "O máximo de liberdade que podemos almejar é escolher a prisão em que queremos viver". É isso aí. E quais são essas prisões? Pode ser um casamento, ou, ao contrário, um compromisso com a solidão. Pode ser um emprego ou uma cidade que não conseguimos abandonar. Pode ser a maternidade. Pode ser a política. Pode ser o apego ao poder. Enfim, todas as nossas escolhas, incluindo as felizes, implicam algum confinamento, em alguma imobilidade, e não há nada de errado com isso, simplesmente assim é a vida, feita de opções que nos definem e nos enraízam.

Porém, às vezes, exageramos. Costumamos nos acorrentar também a algumas certezas e pensamentos, como forma de dizer ao mundo quem somos. É como se redigíssemos uma constituição própria, para através dela apresentar sociedade nossos alicerces: sou contra o voto obrigatório, sou a favor da descriminação das drogas, sou contra a pena de morte, sou a favor do controle de natalidade, sou contra a proibição do aborto, sou a favor das pesquisas com célula-tronco. Esse é apenas um exemplo de identidade que forjamos ao longo da vida. Você deve ter a sua, eu tenho a minha.

Dá uma segurança danada saber exatamente o que queremos e o que não queremos, no que cremos e no que desacreditamos, mas onde é que está escrito, de fato, que temos que pensar sempre a mesma coisa, reagir sempre da mesma forma?

Ao trocar de opinião ou de hábitos, infringimos nossas próprias regras e passamos adiante uma imagem incômoda: de que não somos seres confiáveis. As pessoas à nossa volta já haviam aprendido tudo sobre nós, sabiam lidar com nossos humores e nossos , estava tudo dentro do programa e, de repente, ao mudarmos de ideia ou fazermos algo que nunca havíamos feito, subvertemos ordem natural das coisas.

Quando visito algumas escolas, encontro estudantes um pouco assustados com as escolhas que farão e que lhe parecem definitivas. Tento aliviá-los: pensem, repensem, mudem quantas vezes vocês quiserem, é permitido voltar atrás. Digo isso eu mesma já reprimi muito meus movimentos, minhas alternâncias, numa época em que eu achava que uma pessoa séria tinha que morrer com suas escolhas. Ainda há quem considere leviana a pessoa que se questiona e se contradiz, mas já bastam as prisões necessárias — para que cultivar as desnecessárias?

Optei pelas medidas provisórias. Por isso, todos os anos eu faço uns picotes na minha constituição imaginária e jogo os pedacinhos de papel pela janela: é assim que comemoro o Dia da Independência. Da minha.

(Fonte: Martha Medeiros — adaptado.)

Em relação ao texto, em “Costumamos nos acorrentar também a algumas certezas e pensamentos, como forma de dizer ao mundo quem somos.”, se o termo sublinhado fosse substituído por “Costumo”, quantos outros termos precisariam ser modificados obrigatoriamente para que a concordância verbal e nominal fosse mantida?

 

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3197944 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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O dia da Independência

Nossa liberdade é parcial, todos sabem. Não me refiro ao país, e sim à nossa liberdade individual, minha e sua. Sempre que toco nesse assunto me vem à cabeça aquela frase que citei outras vezes: "O máximo de liberdade que podemos almejar é escolher a prisão em que queremos viver". É isso aí. E quais são essas prisões? Pode ser um casamento, ou, ao contrário, um compromisso com a solidão. Pode ser um emprego ou uma cidade que não conseguimos abandonar. Pode ser a maternidade. Pode ser a política. Pode ser o apego ao poder. Enfim, todas as nossas escolhas, incluindo as felizes, implicam algum confinamento, em alguma imobilidade, e não há nada de errado com isso, simplesmente assim é a vida, feita de opções que nos definem e nos enraízam.

Porém, às vezes, exageramos. Costumamos nos acorrentar também a algumas certezas e pensamentos, como forma de dizer ao mundo quem somos. É como se redigíssemos uma constituição própria, para através dela apresentar sociedade nossos alicerces: sou contra o voto obrigatório, sou a favor da descriminação das drogas, sou contra a pena de morte, sou a favor do controle de natalidade, sou contra a proibição do aborto, sou a favor das pesquisas com célula-tronco. Esse é apenas um exemplo de identidade que forjamos ao longo da vida. Você deve ter a sua, eu tenho a minha.

Dá uma segurança danada saber exatamente o que queremos e o que não queremos, no que cremos e no que desacreditamos, mas onde é que está escrito, de fato, que temos que pensar sempre a mesma coisa, reagir sempre da mesma forma?

Ao trocar de opinião ou de hábitos, infringimos nossas próprias regras e passamos adiante uma imagem incômoda: de que não somos seres confiáveis. As pessoas à nossa volta já haviam aprendido tudo sobre nós, sabiam lidar com nossos humores e nossos , estava tudo dentro do programa e, de repente, ao mudarmos de ideia ou fazermos algo que nunca havíamos feito, subvertemos ordem natural das coisas.

Quando visito algumas escolas, encontro estudantes um pouco assustados com as escolhas que farão e que lhe parecem definitivas. Tento aliviá-los: pensem, repensem, mudem quantas vezes vocês quiserem, é permitido voltar atrás. Digo isso eu mesma já reprimi muito meus movimentos, minhas alternâncias, numa época em que eu achava que uma pessoa séria tinha que morrer com suas escolhas. Ainda há quem considere leviana a pessoa que se questiona e se contradiz, mas já bastam as prisões necessárias — para que cultivar as desnecessárias?

Optei pelas medidas provisórias. Por isso, todos os anos eu faço uns picotes na minha constituição imaginária e jogo os pedacinhos de papel pela janela: é assim que comemoro o Dia da Independência. Da minha.

(Fonte: Martha Medeiros — adaptado.)

Sobre o texto, no final do segundo parágrafo, quando a autora diz “Você deve ter a sua, eu tenho a minha.”, ela está se referindo a qual elemento mencionado anteriormente no texto:

 

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3197943 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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O dia da Independência

Nossa liberdade é parcial, todos sabem. Não me refiro ao país, e sim à nossa liberdade individual, minha e sua. Sempre que toco nesse assunto me vem à cabeça aquela frase que citei outras vezes: "O máximo de liberdade que podemos almejar é escolher a prisão em que queremos viver". É isso aí. E quais são essas prisões? Pode ser um casamento, ou, ao contrário, um compromisso com a solidão. Pode ser um emprego ou uma cidade que não conseguimos abandonar. Pode ser a maternidade. Pode ser a política. Pode ser o apego ao poder. Enfim, todas as nossas escolhas, incluindo as felizes, implicam algum confinamento, em alguma imobilidade, e não há nada de errado com isso, simplesmente assim é a vida, feita de opções que nos definem e nos enraízam.

Porém, às vezes, exageramos. Costumamos nos acorrentar também a algumas certezas e pensamentos, como forma de dizer ao mundo quem somos. É como se redigíssemos uma constituição própria, para através dela apresentar sociedade nossos alicerces: sou contra o voto obrigatório, sou a favor da descriminação das drogas, sou contra a pena de morte, sou a favor do controle de natalidade, sou contra a proibição do aborto, sou a favor das pesquisas com célula-tronco. Esse é apenas um exemplo de identidade que forjamos ao longo da vida. Você deve ter a sua, eu tenho a minha.

Dá uma segurança danada saber exatamente o que queremos e o que não queremos, no que cremos e no que desacreditamos, mas onde é que está escrito, de fato, que temos que pensar sempre a mesma coisa, reagir sempre da mesma forma?

Ao trocar de opinião ou de hábitos, infringimos nossas próprias regras e passamos adiante uma imagem incômoda: de que não somos seres confiáveis. As pessoas à nossa volta já haviam aprendido tudo sobre nós, sabiam lidar com nossos humores e nossos , estava tudo dentro do programa e, de repente, ao mudarmos de ideia ou fazermos algo que nunca havíamos feito, subvertemos ordem natural das coisas.

Quando visito algumas escolas, encontro estudantes um pouco assustados com as escolhas que farão e que lhe parecem definitivas. Tento aliviá-los: pensem, repensem, mudem quantas vezes vocês quiserem, é permitido voltar atrás. Digo isso eu mesma já reprimi muito meus movimentos, minhas alternâncias, numa época em que eu achava que uma pessoa séria tinha que morrer com suas escolhas. Ainda há quem considere leviana a pessoa que se questiona e se contradiz, mas já bastam as prisões necessárias — para que cultivar as desnecessárias?

Optei pelas medidas provisórias. Por isso, todos os anos eu faço uns picotes na minha constituição imaginária e jogo os pedacinhos de papel pela janela: é assim que comemoro o Dia da Independência. Da minha.

(Fonte: Martha Medeiros — adaptado.)

Sobre o texto, analisar os itens abaixo:

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I. A autora expõe que a máxima liberdade da qual desfrutamos é a escolha da prisão na qual viveremos.

II. Na nossa sociedade, quando trocamos nossos hábitos ou nossas opiniões, é comum que as demais pessoas passem a nos ver com mais confiança.

III. Os estudantes das escolas que a autora visita se mostram assustados por terem que fazer escolhas que parecem ser definitivas, dada a nossa dificuldade de lidar com as mudanças de opinião.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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3197942 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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O dia da Independência

Nossa liberdade é parcial, todos sabem. Não me refiro ao país, e sim à nossa liberdade individual, minha e sua. Sempre que toco nesse assunto me vem à cabeça aquela frase que citei outras vezes: "O máximo de liberdade que podemos almejar é escolher a prisão em que queremos viver". É isso aí. E quais são essas prisões? Pode ser um casamento, ou, ao contrário, um compromisso com a solidão. Pode ser um emprego ou uma cidade que não conseguimos abandonar. Pode ser a maternidade. Pode ser a política. Pode ser o apego ao poder. Enfim, todas as nossas escolhas, incluindo as felizes, implicam algum confinamento, em alguma imobilidade, e não há nada de errado com isso, simplesmente assim é a vida, feita de opções que nos definem e nos enraízam.

Porém, às vezes, exageramos. Costumamos nos acorrentar também a algumas certezas e pensamentos, como forma de dizer ao mundo quem somos. É como se redigíssemos uma constituição própria, para através dela apresentar sociedade nossos alicerces: sou contra o voto obrigatório, sou a favor da descriminação das drogas, sou contra a pena de morte, sou a favor do controle de natalidade, sou contra a proibição do aborto, sou a favor das pesquisas com célula-tronco. Esse é apenas um exemplo de identidade que forjamos ao longo da vida. Você deve ter a sua, eu tenho a minha.

Dá uma segurança danada saber exatamente o que queremos e o que não queremos, no que cremos e no que desacreditamos, mas onde é que está escrito, de fato, que temos que pensar sempre a mesma coisa, reagir sempre da mesma forma?

Ao trocar de opinião ou de hábitos, infringimos nossas próprias regras e passamos adiante uma imagem incômoda: de que não somos seres confiáveis. As pessoas à nossa volta já haviam aprendido tudo sobre nós, sabiam lidar com nossos humores e nossos , estava tudo dentro do programa e, de repente, ao mudarmos de ideia ou fazermos algo que nunca havíamos feito, subvertemos ordem natural das coisas.

Quando visito algumas escolas, encontro estudantes um pouco assustados com as escolhas que farão e que lhe parecem definitivas. Tento aliviá-los: pensem, repensem, mudem quantas vezes vocês quiserem, é permitido voltar atrás. Digo isso eu mesma já reprimi muito meus movimentos, minhas alternâncias, numa época em que eu achava que uma pessoa séria tinha que morrer com suas escolhas. Ainda há quem considere leviana a pessoa que se questiona e se contradiz, mas já bastam as prisões necessárias — para que cultivar as desnecessárias?

Optei pelas medidas provisórias. Por isso, todos os anos eu faço uns picotes na minha constituição imaginária e jogo os pedacinhos de papel pela janela: é assim que comemoro o Dia da Independência. Da minha.

(Fonte: Martha Medeiros — adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:

 

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3197981 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Dois Irmãos-RS
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Em alusão à Copa do Mundo, a fim de representar as cores da bandeira do Brasil, em uma urna foram colocadas três bolas verdes, quatro bolas amarelas e duas bolas azuis. Considerando-se que Maria retirou duas bolas da urna, sem que houvesse reposição, assinalar a alternativa que representa CORRETAMENTE a probabilidade aproximada de ser uma bola verde e outra azul:

Questão Anulada

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